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Bloco e Reino Unido prosseguem com as conversas para definir como funcionará a relação depois de 31 de dezembro. Presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, tira sua máscara antes de fazer pronunciamento na sede da UE, em Bruxelas, nesta quinta-feira (1º) Johanna Geron/AP A presidente da Comissão Europeia, Ursula von der Leyen, afirmou nesta quarta-feira (25) que qualquer acordo pós-Brexit alcançado com o Reino Unido não deve afetar a integridade do mercado único europeu. "Faremos tudo o que estiver em nossas mãos para alcançar um acordo. Estamos prontos para sermos criativos", disse Von der Leyen no Europarlamento, advertindo que o Reino Unido deve aceitar regas comerciais justas. "Não estamos dispostos a colocar em julgamento a integridade do mercado único, a principal salvaguarda da prosperidade e riqueza europeia", advertiu. UE diz que acordo do Brexit ainda está a 'metros da linha de chegada' Equipes de negociadores da UE e do Reino Unido prosseguem com as conversas para definir como funcionará a relação depois de 31 de dezembro, quando Londres abandonará o mercado único. Um eventual acordo deve ser definido antes da data, pois ainda teria que ser ratificado por todas as partes. "São dias decisivos para as negociações com o Reino Unido. Mas, francamente, ainda não posso dizer se no final haverá um acordo", disse a alemã. De acordo com Von der Leyen, a UE busca apenas garantir que haja "uma diferença clara entre ser um membro pleno da União Europeia, ou ser um associado importante". Von der Leyen admitiu que "ainda há temas muito importantes nos quais devemos chegar a um acordo", em referência aos três obstáculos restantes: direitos de pesca, gestão do futuro acordo e ajudas estatais às empresas. "Temos um esboço geral de um possível texto final, mas há temas que exigem acordo", acrescentou, antes de destacar que os três temas pendentes "podem fazer a diferença entre ter, ou não, ter" um entendimento. Brexit: cúpula entre líderes da União Europeia continua nesta sexta (16), em Bruxelas Corrida contra o relógio Sobre a delicada questão dos direitos de pesca, Von der Leyen reforçou que "ninguém questiona a soberania britânica sobre suas próprias águas, mas pedimos previsibilidade e garantias para os pescadores [europeus] que pescam nessas águas há décadas, até séculos". Por motivos relacionados com as migrações naturais dos cardumes, os pescadores europeus navegam e pescam há muito tempo nas águas territoriais britânicas. Vários países chegam a ter toda uma cadeia produtiva adaptada para isso. O vice-presidente da Comissão Europeia, Marcos Sefkovic, manifestou, por sua vez, a esperança de poder se reunir com as autoridades britânicas "nos próximos dias". Reino Unido antecipa proibição de carros a gasolina e diesel para 2030 Já o primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse ao Parlamento hoje que a posição de seu governo sobre a questão da pesca não mudou. "Vamos obter avanços apenas se a União Europeia aceitar a realidade de que devemos ser capazes de controlar o acesso às nossas águas", frisou. No Parlamento Europeu, porém, os legisladores já não escondem sua irritação com a interminável negociação. Nesta quarta-feira, a legisladora alemã Maria Ska Skeller, líder do bloco verde nesta Casa, avisou que a instituição não se limitará "a simplesmente estar de acordo com tudo o que nos fizerem chegar no último minuto. O Parlamento precisa de tempo para fazer uma análise". VÍDEOS: Últimas notícias de Economia
No mês passado, entraram no país investimentos de US$ 5,47 bilhões em ações, fundo de investimentos e título de renda fixa. Na parcial de novembro, aplicações de estrangeiros chegam a US$ 6,1 bilhões. Os investidores estrangeiros trouxeram US$ 5,471 bilhões para aplicações financeiras no Brasil em outubro, informou nesta quarta-feira (25) o Banco Central. O valor inclui ações e fundos de investimentos, que atraíram US$ 2,799 bilhões no mês passado, e títulos de renda fixa (entrada de US$ 2,671 bilhões no período). Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, esse foi o maior ingresso mensal desde janeiro de 2019 - quando houve a entrada de US$ 6,7 bilhões. "Foi o quinto ingresso líquido consecutivo [em outubro]. O investidor estrangeiro está retornando ao país depois de saídas de fevereiro a maio", disse ele, acrescentando, porém, que o movimento parcial deste ano ainda é negativo em US$ 21,6 bilhões. Rocha informou, porém, que a parcial de novembro, até o dia 20 deste mês, aponta para a entrada de outros US$ 6,1 bilhões para aplicações em ações e títulos de renda fixa por investidores estrangeiros. "Os números [de aplicações financeiras] são voláteis, podem ter saída amanhã. Mas se somássemos parcial de novembro com acumulado de junho a outubro, teríamos ingressos de US$ 18,4 bilhões", declarou. Na avaliação do chefe de Departamento do BC, os números dos últimos meses indicam que está havendo uma "recomposição parcial" da exposição de investidores estrangeiros ao risco do Brasil. "Se os estrangeiros estão voltando? Eu diria que sim, e estão gradualmente recompondo suas posições, mas é preciso fazer a ressalva que investimentos em 'portfólio' [aplicações financeiras] são muito voláteis, reagem muito rapidamente a mudanças na economia doméstica e internacional", concluiu Fernando Rocha. Ele lembrou que as aplicações financeiras foram as primeiras a reagir ao agravamento de incertezas trazida pela pandemia do novo coronavírus, tendo registrado saída de US$ 35 bilhões do país entre fevereiro e maio. A maior retirada foi em março, quando US$ 22 bilhões deixaram o Brasil.
Aumento é o segundo aplicado pela estatal em novembro para os dois combustíveis. A Petrobras aumentará o preço da gasolina em suas refinarias em 4% em média a partir de quinta-feira (26), enquanto o diesel terá elevação de 5%, informou a companhia nesta quarta-feira (25), por meio da assessoria de imprensa. O aumento é o segundo aplicado pela estatal em novembro para os dois combustíveis, após reajuste realizado no dia 12. Petrobras autoriza reajuste nos combustíveis; na capital, tem posto com preços mais altos que na semana passada A Petrobras afirma que seus preços levam em conta a chamada paridade de importação, impactada por fatores como as cotações internacionais e o câmbio. Vídeos: Últimas notícias de economia
Reino Unido era, até agora, o único país do G7 a destinar 0,7% do seu PIB à ajuda ao desenvolvimento, meta fixada pelas Nações Unidas. O Reino Unido deve sofrer em 2020 uma queda sem precedentes no PIB devido à pandemia do coronavírus - uma "emergência econômica" que nesta quarta-feira (25) levou o governo a anunciar cortes drásticos na ajuda ao desenvolvimento. Este ano, a economia britânica deverá registr a maior queda anual em mais de três séculos, -11,3%, antes de recuperar 5,5% em 2021 e 6,6% em 2022, de acordo com as projeções apresentadas pelo ministro das Finanças, Rishi Sunak, ao Parlamento. Será preciso aguardar o final de 2022 para que a economia retome seus níveis de antes da crise sanitária. "A emergência de saúde ainda está aqui e nossa emergência econômica está apenas começando. Portanto, nossa prioridade imediata é proteger vidas e padrões de vida", disse o ministro, apresentando um vasto plano de gastos. "O dano econômico provavelmente durará muito tempo", enfraquecendo a economia por muitos anos, disse ele. Reino Unido ultrapassa marca de 50 mil mortos por Covid-19 Sunak, que se baseia em previsões do órgão público OBR (Office for Budget Responsibility), afirmou que a taxa de desemprego atingirá o pico no segundo trimestre de 2021, a 7,5%.No total, o governo está mobilizando 280 bilhões de libras para ajudar a economia a resistir à tempestade. De acordo com seus cálculos, o déficit público aumentará para 19% do PIB no atual ano fiscal, devido aos esforços sem precedentes para proteger o emprego do impacto da pandemia, explicou ao apresentar seu novo plano de gastos. O coronavírus desferiu um duro golpe nas finanças públicas britânicas. Diante desta situação, Sunak, ciente de que ainda não pode adotar medidas como um aumento dos impostos, decidiu reduzir a generosa ajuda britânica ao desenvolvimento. "Em um período de crise sem precedentes, o governo tem de tomar decisões difíceis", declarou o ministro aos deputados, anunciando que esse valor será reduzido em 2021 para 0,5% do Produto Interno Bruto, contra 0,7% habitual. Várias personalidades, incluindo a paquistanesa vencedora do Nobel da Paz Malala Yousafzai, pediram a Londres que não desse o passo. "A covid-19 poderia forçar 20 milhões de meninas a abandonar a escola. Para que as meninas continuem aprendendo, precisamos de líderes que priorizem a educação", disse Malala no Twitter. O Reino Unido era, até agora, o único país do G7 a destinar 0,7% do seu PIB à ajuda ao desenvolvimento, meta fixada pelas Nações Unidas. Dois ex-primeiros-ministros, o conservador David Cameron e o trabalhista Tony Blair, advertiram em uma declaração conjunta que deixar de fazer isso "seria um erro moral, estratégico e político". Três outros ex-chefes de Governo - Theresa May, Gordon Brown e John Major - também se opuseram a um corte no orçamento de ajuda internacional, juntando-se aos líderes de 187 organizações, incluindo Greenpeace UK e Save the Children. Assista as últimas notícias de economia Este ano, a economia britânica deverá registrr a maior queda anual em mais de três séculos, -11,3%, antes de recuperar 5,5% em 2021 e 6,6% em 2022, de acordo com as projeções apresentadas pelo ministro das Finanças, Rishi Sunak, ao Parlamento.

Remuneração pode chegar aos R$ 10.510. Garantia da vaga deve ser feita pela internet. Processos seletivos estão com inscrições abertas em Ouro Verde e Tupi Paulista Divulgação Ouro Verde e Tupi Paulista abrem vagas para processo seletivo para contratação de profissionais.. Ouro Verde A Prefeitura de Ouro Verde (SP) abriu processo seletivo para o preenchimento de sete vagas destinadas à contratação de profissionais em regime estatuário. De acordo com o edital, as oportunidades são para os cargos de agente comunitário de saúde (4), cirurgião dentista (1) e médico (2). Para concorrer a uma das funções ofertadas, é necessário que o candidato possua escolaridade entre níveis médio ou superior, de acordo com a vaga pleiteada. Ao ser contratado, o profissional deve exercer funções em regime de 40 horas semanais, referente a remuneração que alterna entre R$ 1.458,66 a R$ 10.510,00. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 30 de novembro. Tupi Paulista A Prefeitura de Tupi Paulista (SP) abriu processo seletivo para professores de educação básica I e II e de educação especial. Os interessados devem garantir participação até o dia 25 de novembro. Conforme o edital, as oportunidades são para preenchimento de vagas e formação de Cadastro de Reserva (CR) para profissionais que ministram as seguintes disciplinas: inglês, educação física, arte, matemática, português, ciências, história, geografia e dança. Há ainda chance para professor de educação especial e professor de educação especial com certificação de proficiência em Língua Brasileira de Sinais (Libras). As cargas horárias são de 27 ou 34 horas/aulas semanais e 15, 30 ou 40 horas/aulas semanais. A remuneração varia entre R$ 14,65 hora/aula e R$ 20,61 hora/aula, além do vale-alimentação. As inscrições devem ser feitas pela internet até o dia 25 de novembro. Veja mais notícias em G1 Presidente Prudente e Região.
Importadora de produtos para cães e gatos de Curitiba (PR) contou com o apoio da Serasa Experian para implantar uma política de crédito adequada às suas necessidades. Com uma trajetória de um ano e meio, uma pequena importadora de produtos para cães e gatos conquistou resultados gigantes. Mesmo em época de pandemia, o faturamento cresceu 300% nos últimos meses em comparação com o mesmo período do ano passado. E a inadimplência é zero. Parece história de ficção, mas é a realidade da Great Pets. O segredo do sucesso vem da preocupação da direção da empresa. Desde que idealizou a importadora, Júlia Borgonovo investiu em uma política rigorosa de análise de crédito. E, para que isso acontecesse, ela precisava de informações que lhe dessem confiança para decisões assertivas. Foi aí que ela contou com a Serasa Experian. A união do maior banco de dados de inadimplentes da América Latina com as informações do Cadastro Positivo deu para a empresária a segurança e confiança para fazer avaliações precisas e ágeis dos clientes. Para isso, Júlia usa o Relato +, um relatório completo que reúne uma série de dados, a começar pelo Serasa Score com Positivo. Essa solução estabelece uma pontuação para cada cliente a partir de informações de negativação e do Cadastro Positivo, e estima a probabilidade dele de ficar inadimplente nos meses seguintes. Além de informações cadastrais das empresas para as quais vende, como data de fundação e controle societário, Júlia conta com outra solução essencial: o Histórico de Pagamento mostra o percentual de pagamentos em dia e os atrasos (mesmo que seja de um dia) do comprador. Quando faz uma venda maior e precisa ter ainda mais segurança, a Great Pets consegue personalizar o relatório, deixando-o sob medida para a necessidade de cada análise de crédito. Nesses casos, ela consulta, por exemplo, o faturamento presumido da empresa para avaliar se ela tem condições de cumprir o compromisso. Assista ao vídeo e descubra mais detalhes sobre as razões para a Great Pets registrar inadimplência zero. Ficou curioso para saber mais sobre como o Cadastro Positivo pode ajudar a sua pequena ou média empresa? Clique aqui e conheça o site todas as soluções da Serasa Experian para o seu negócio.

Para analistas, este é um primeiro sinal de desaceleração da demanda chinesa após uma onda de compras firmes nos últimos cinco meses. Soja sendo embarcada para exportação no porto de Paranaguá (PR) Ivan Bueno/APPA Alguns importadores e processadores de soja da China têm buscado cancelar acordos de compra de carregamentos dos EUA para embarques em dezembro e janeiro. O motivo, segundo fontes comerciais ouvidas pela agência Reuters, é que as margens de esmagamento entraram em colapso após uma forte alta nos contratos futuros de Chicago. Para eles, este é um primeiro sinal de desaceleração da demanda chinesa após uma onda de compras de cinco meses. A forte demanda da China, combinada com a seca no principal produtor, o Brasil, elevou os contratos de Chicago em 13% neste mês. A China é o maior importador mundial de soja, respondendo por mais de 60% dos embarques. "Pequenos importadores privados de soja estão tentando cancelar os embarques de soja dos EUA em dezembro e janeiro, já que as margens de esmagamento se tornaram negativas", disse um trader de um processador de soja na China. "Isso é para os importadores que compraram cargas, mas não (fixaram) o preço no mercado futuro." A China aumentou as importações de soja para um recorde este ano, ao reconstruir um rebanho de suínos dizimado pela mortal febre suína africana em 2018 e 2019. Pequim também acelerou as compras de soja dos EUA para cumprir a fase 1 do acordo comercial EUA-China, que exigia aumentos nas compras de produtos agrícolas. A soja tem sido historicamente o produto de exportação agrícola mais valioso dos EUA. O forte avanço dos preços neste mês, para máximas de mais de quatro anos em Chicago, está começando a corroer o entusiasmo dos compradores. Duas outras fontes na China confirmaram que alguns importadores estão tentando fazer "washout", um instrumento usado quando comprador e vendedor concordam mutuamente em cancelar um negócio. "Faz sentido que pequenos importadores privados saiam (das cargas dos EUA), já que não precificaram no mercado futuro antes", disse um deles, gerente de uma grande processadora no sul da China. "Trazer grãos dos EUA para a China, a esse preço, significa que você perde dinheiro." Fontes não forneceram o número de negócios cancelados ou que devem ser alvo de "washouts". Os preços da soja têm sido sustentados nas últimas semanas pela incerteza quanto à oferta do Brasil, que sofreu com a seca que atrasou o plantio da safra a ser colhida no início de 2021. A Argentina, o maior fornecedor mundial de farelo de soja e óleo de soja, também enfrentou seca, mas as previsões recentes na América do Sul melhoraram as perspectivas. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural

Medida deve afetar empresas como Google, Amazon, Facebook e Apple. País decidiu aplicar tributo apesar de ameaças dos Estados Unidos de sobretaxar produtos franceses. O presidente francês Emmanuel Macron e o presidente americano Donald Trump, em 10 de novembro de 2018, no Palácio do Eliseu. Vincent Kessler/Reuters A França aplicará um imposto sobre as grandes empresas do setor digital em 2020, confirmou seu Ministério da Economia nesta quarta-feira (25), apesar das ameaças dos Estados Unidos de sobretaxar produtos franceses no valor de US$ 1,3 bilhão. "As empresas sujeitas a este imposto receberam uma notificação fiscal para os pagamentos de 2020", disse uma autoridade do Ministério, se referindo à tributação relativa aos gigantes de internet – Google, Amazon, Facebook e Apple. Segundo o jornal britânico "Financial Times", Facebook e Amazon estão entre as empresas que receberam uma notificação nos últimos dias. Com esta decisão, a França se expõe a sanções dos Estados Unidos, em meio à transição entre o presidente eleito Joe Biden e o presidente em final de mandato, Donald Trump. Trump já havia decidido sobretaxar em 25% os vinhos franceses, em retaliação aos subsídios recebidos pelo fabricante europeu de aviões Airbus. Em julho de 2019, o Parlamento francês aprovou um imposto de 3% sobre o volume de negócios dos gigantes digitais, fazendo da França uma pioneira na tributação de grandes grupos digitais. Em julho de 2019, a França aprovou imposto sobre ganhos de gigantes da tecnologia Washington, que considera esse imposto discriminatório contra as empresas americanas, ameaçou a França com a aplicação de taxas alfandegárias de 100% sobre certos produtos franceses, como queijo, ou produtos de beleza. Em janeiro deste ano, porém, os dois aliados acertaram uma trégua para dar às negociações lideradas pela Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) uma chance de criar um imposto global sobre as multinacionais. Paris então congelou seus impostos, e Washington se absteve de impor sanções. Essas negociações fracassaram em outubro, anulando a trégua. "Havíamos suspendido a arrecadação do imposto até que as negociações da OCDE fossem concluídas. Essas negociações fracassaram, então, em dezembro próximo, vamos cobrar um imposto dos gigantes digitais", declarou o ministro francês da Economia, Bruno Le Maire, em meados de outubro. Veja os vídeos mais assistidos do G1

Número chegou a 778 mil na semana encerrada em 21 de novembro, em comparação com 748 mil na semana anterior. O número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego pela primeira vez aumentou ainda mais na semana passada, sugerindo que uma explosão de novas infecções por Covid-19 e restrições comerciais estavam impulsionando as dispensas e minando a recuperação do mercado de trabalho. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 778 mil em dado com ajuste sazonal na semana encerrada em 21 de novembro, em comparação com 748 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quarta-feira (25). Economistas consultados pela Reuters previam 730 mil solicitações na última semana. Novos pedidos de seguro desemprego Economia G1 Relatório separado do Departamento do Comércio nesta quarta-feira confirmou a expansão histórica da economia no terceiro trimestre. O Produto Interno Bruto cresceu a uma taxa atualizada não revisada de 33,1%, informou o governo em sua segunda estimativa do terceiro trimestre. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

Falta de dinheiro foi o principal motivo alegado para restrição ao acesso aos serviços de saúde (16,9%) e para a aquisição de medicamentos (11,0%). Um em cada 5 brasileiros vive em famílias com alguma restrição a serviços de saúde, segundo dados da Pesquisa de Orçamentos Familiares (POF), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O levantamento, que abrange os anos de 2017 e 2018, aponta que 26,2% das pessoas pertenciam a famílias que tiveram alguma restrição a serviços de saúde. Outros 16,4% pertenciam a famílias com alguma restrição de acesso a medicamentos. “A falta de dinheiro foi o principal motivo alegado para restrição ao acesso aos serviços de saúde (16,9%) e para a aquisição de medicamentos (11,0%)”, diz a analista do IBGE Isabel Martins. Outros 8,1% apontaram falta do produto ou serviço. Restrição de acesso à saúde Economia G1 A famílias com crianças tiveram maiores restrições em serviço de saúde (12,9%) e medicamentos (8,4%) do que famílias com idosos (5,7% e 3,7%, respectivamente). De acordo com a posição de ocupação da pessoa de referência, observa-se que as de conta própria foram as com maiores restrições, tanto em medicamentos (3,9%) como em serviços médicos (6,3%) e as menores foram de empregadores (0,3% e 0,6%, respectivamente). A pesquisa apontou que a despesa per capita (por pessoa) com saúde foi de R$ 133,23, sendo R$ 90,91 na forma monetária, quando ocorre desembolso direto para aquisição do produto ou serviço. Já a despesa não monetária foi de R$ 42,32. Nesse caso, não há desembolso e o produto ou serviço é fornecido pelo estado ou outras entidades. Do total de despesas, a maior parte foi com serviços de saúde (R$ 86,48) e o restante com medicamentos e produtos farmacêuticos (R$ 46,75). A pesquisa também apontou que as despesas com assistência à saúde são quase o dobro entre as famílias chefiadas por brancos em relação às chefiadas por pretos e pardos: R$ 183,94 e R$ 94,99, respectivamente. Já a diferença entre famílias chefiadas por homens e mulheres é menos acentuada: R$ 133,89 e R$ 132,27, respectivamente. Planos de saúde A pesquisa também apontou que apenas 18,1% das pessoas viviam em famílias em que todos possuíam plano saúde e 17,4% em que ao menos uma pessoa tinha o serviço. A maioria, contudo, vivia em famílias em que ninguém tinha plano de saúde (64,4%). Das pessoas que vivem em famílias com todos com plano de saúde, 10,3% tem o local do domicílio na Região Sudeste e 0,6% na Região Norte. Por outro lado, das pessoas que residem em famílias com ninguém com plano de saúde, 23,5% vivem na Região Sudeste e 4,7% na Região Centro-Oeste. Avaliação No período, 44,6% das pessoas viviam em famílias que avaliaram a saúde como boa, 28,9% como satisfatória e 26,5% como ruim. Dos que avaliaram a saúde ruim, 22,1% residiam em áreas urbanas e 4,3% em áreas rurais. A avaliação da saúde foi diferente entre as regiões. O maior percentual dos que avaliaram a saúde como boa foi do Sudeste (19,7%) e o menor, do Norte (3,3%). Já a maior proporção de avaliação ruim foi no Sudeste (10,3%) e a menor, no Centro-Oeste (1,90%). 1xVelocidade de reprodução0.5xNormal1.2x1.5x2x Assista as últimas notícias de economia a

Enquanto isso, compra de grãos dos EUA mais que dobrou no último mês, na comparação com 2019, como reflexo do acordo comercial entre as duas potências. Embarque de grãos de soja no porto de Paranaguá (PR) Fábio Scremim/APPA As importações chinesas de soja dos Estados Unidos aumentaram quase três vezes em outubro na comparação anual, mostraram dados alfandegários nesta quarta-feira (25), conforme as cargas encomendadas após um acordo comercial de fase 1 com China chegaram ao país. O maior comprador mundial de soja trouxe 3,4 milhões de toneladas da oleaginosa dos Estados Unidos em outubro, ante 1,147 milhão de toneladas do ano anterior, mostraram dados da Administração Geral das Alfândegas. Os compradores chineses aumentaram as compras de produtos agrícolas dos EUA, incluindo soja, no início deste ano, em parte para cumprir os compromissos feitos em um acordo de janeiro que visava suavizar a guerra comercial entre as duas maiores economias do mundo. Os embarques de outubro avançaram frente as 1,17 milhão de toneladas de setembro, com a soja americana começando a dominar o mercado no quarto trimestre. "Os suprimentos da América do Sul diminuíram (ante meses anteriores) enquanto a nova safra americana começou a ser enviada e chegou em outubro", disse Xie Huilan, analista da consultoria agrícola Cofeed. A China também importou 4,233 milhões de toneladas de grãos brasileiros em outubro, um aumento de 11,6% em relação ao ano anterior, uma vez que as cargas encomendadas anteriormente com boas margens foram liberadas pela alfândega. Os números caíram na comparação com as 7,25 milhões de toneladas de setembro, com a redução da oferta de soja do país sul-americano influenciando os negócios. Os processadores chineses compraram a soja brasileira no início deste ano, buscando se beneficiar de margens de esmagamento atraentes em meio à demanda firme de um rebanho de suínos em constante recuperação. A China importou ao todo 8,69 milhões de toneladas de soja em todo o mês de outubro, um aumento de 41% no ano. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural
O novo constrangimento diplomático entre Brasil e China e a escalada da resposta chinesa ocorrem no momento em que o governo brasileiro precisa negociar as bases da relação com o novo governo dos Estados Unidos. A tecnologia 5G, foco do ataque do deputado Eduardo Bolsonaro, filho do presidente Jair Bolsonaro pode ser importante nas negociações com o novo governo de Joe Biden. Nesta segunda-feira (23), o presidente dos EUA, Donald Trump, sinalizou que aceitou iniciar a transição oficial com o futuro governo de Biden. O Brasil ainda não reconheceu oficialmente a vitória do democrata. Nesta terça-feira (24), a embaixada da China no Brasil repudiou publicações feitas em uma rede social por Eduardo Bolsonaro (veja no vídeo abaixo). Embaixada da China repudia publicação do deputado Eduardo Bolsonaro O parlamentar escreveu na noite desta segunda-feira (23) — e depois apagou nesta terça (24)— mensagem sobre o 5G, dizendo que o governo brasileiro declarou apoio a uma “aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”. “Isso ocorre com repúdio a entidades classificadas como agressivas e inimigas da liberdade, a exemplo do Partido Comunista da China”, disse Eduardo Bolsonaro nas postagem. Sob o comando do presidente eleito Joe Biden, os EUA não deixarão de tentar afastar o Brasil – e outros aliados – da tecnologia da gigante chinesa Huawei, que está à frente na corrida pelo 5G. O governo americano deverá ser mais sutil nas negociações, mas seguirá insistindo na tecla da segurança estratégica e oferecendo benefícios a quem optar por outras tecnologias. Empresas brasileiras já utilizam grande parte da estrutura 4G da China e a mudança poderia causar atrasos na implantação do 5G, a internet móvel de quinta geração. O trunfo brasileiro na nova relação com os americanos pode estar exatamente no leilão do 5G. O ministro das Comunicações, Fabio Faria, afirmou nesta terça-feira (24) que o leilão será antecipado para o início de 2021. Ele anunciou ainda viagens para visitar desenvolvedoras da tecnologia, primeiro na Europa e, no ano que vem, na Ásia. O presidente Bolsonaro já criticou abertamente as falas de Joe Biden sobre desmatamento da Amazônia. O governo brasileiro sabe que a pressão por mudanças na política ambiental será maior com o novo governo dos EUA. Se o deputado e presidente da Comissão de Relações Exteriores e Defesa Nacional, Eduardo Bolsonaro, fez uma postagem ideológica, afinada aos argumentos trumpistas, a resposta da China foi também em tom mais alto. Em nota, a embaixada da China disse que a fala do filho do presidente “solapa” as relações entre os dois países, que podem sofrer consequências negativas. “Instamos essas personalidades a deixar de seguir a retórica da extrema-direita norte-americana, cessar as desinformações e calúnias sobre a China e a amizade sino-brasileira, e evitar ir longe demais no caminho equivocado, tendo em vista os interesses de ambos os povos e a tendência geral da parceria bilateral. Caso contrário, vão arcar com as consequências negativas e carregar a responsabilidade histórica de perturbar a normalidade da parceria China-Brasil”, diz o texto. A China é o principal parceiro comercial do Brasil e o maior comprador dos commodities agrícolas produzidos pelo agronegócio brasileiro. VÍDEOS: veja as últimas notícias da economia

Forte expansão vem sobre uma base fraca, mas aponta para uma recuperação significativa da economia após o tombo de 31,4% nos três meses anteriores, em dados anualizados. A economia dos Estados Unidos cresceu 33,1% no terceiro trimestre deste ano em relação aos três meses anteriores, em dados anualizados, de acordo com a segunda estimativa oficial divulgada nesta quarta-feira (25) pelo escritório oficial de estatísticas (BEA) do Departamento do Trabalho do país, confirmando os números da primeira leitura, divulgada em 29 de outubro. A forte expansão vem sobre uma base fraca, mas aponta para uma recuperação significativa da economia após o tombo de 31,4% nos três meses anteriores, a maior desde a Grande Depressão, no início do século passado, conforme a pandemia atingiu fortemente os gastos das famílias e receitas das empresas. PIB dos EUA - terceiro trimestre de 2020 Economia G1 Os EUA utilizam uma metodologia diferente da feita pela maioria dos países para a divulgação do PIB. No Brasil, por exemplo, o IBGE divulga o crescimento trimestral em relação ao trimestre imediatamente anterior e em relação ao mesmo período do ano anterior. Já a taxa anualizada significa a variação do PIB se esse percentual de crescimento ou queda fosse mantida por um ano inteiro. Pela métrica não anualizada, a alta do PIB dos EUA foi de 7,4% na comparação com o 2º trimestre, após tombo de 9% nos 3 meses anteriores. "Com a segunda estimativa, as revisões em alta de investimento fixo não residencial, investimento residencial e exportações foram compensadas por revisões em baixa nos gastos do governo estadual e local, investimento em estoque privado e despesas de consumo pessoal (PCE)", informou o Departamento do Trabalho. O Fundo Monetário Internacional (FMI) projeta uma queda de 4,3% do PIB dos EUA em 2020. Um outro pacote de estímulo para a economia dos EUA é esperado apenas depois que o presidente eleito Joe Biden tomar posse, em 20 de janeiro. O atual presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, está fortemente focado em contestar sua derrota eleitoral para Biden. As estimativas de crescimento para o quarto trimestre estão abaixo de uma taxa anualizada de 5%. Apesar do progresso encorajador no desenvolvimento de vacinas, o aumento das infecções por Covid-19 com o início da estação fria no Hemisfério Norte levou os economistas a reduzirem drasticamente suas previsões de crescimento do PIB para o primeiro trimestre de 2021. PIB dos países da OCDE tem alta de 9% no 3º trimestre, mas segue abaixo do patamar pré-pandemia Pedidos de auxílio-desemprego nos EUA voltam a subir Já o número de norte-americanos que entraram com pedidos de auxílio-desemprego pela primeira vez aumentou ainda mais na semana passada, sugerindo que uma explosão de novas infecções por Covid-19 e restrições comerciais estavam impulsionando as dispensas e minando a recuperação do mercado de trabalho. Os pedidos iniciais de auxílio-desemprego totalizaram 778 mil em dado com ajuste sazonal na semana encerrada em 21 de novembro, em comparação com 748 mil na semana anterior, informou o Departamento do Trabalho dos EUA nesta quarta-feira. Com menor incerteza nos EUA e avanço das vacinas, bolsas americanas renovam recordes Assista as últimas notícias de economia ç

Despesas são maiores nas famílias cuja pessoa de referência da família são homens, brancos e com ensino superior completo. As famílias brasileiras gastam mais com transporte que com alimentação, segundo dados divulgados nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo a Pesquisa de Orçamentos Familiares 2017-2018, a despesa per capita com transporte foi estimada em R$ 234,08, enquanto o gasto com alimentação ficou em R$ 219,44. A maior fatia das despesas, no entanto, é destinada à habitação: R$ 466,34. Ao todo, a despesa total per capita foi de R$ 1.667,90 no período analisado, sendo R$ 1.370,53 em despesas de consumo. “Cerca de 1,7% das pessoas viviam em domicílios cujo valor pago do aluguel ultrapassavam 1/3 da renda familiar líquida disponível, o que é considerado ônus excessivo de aluguel. Entre as regiões, o maior percentual estava no Sudeste (1,0%)”, comenta em nota a analista Luciana Santos. Despesas das famílias Economia G1 A pesquisa aponta que as despesas são maiores nas famílias cuja pessoa de referência da família são homens, brancos e com ensino superior completo. A despesa total per capita é 12,4% menor em famílias chefiadas por mulheres em relação às chefiadas por homens. Nas famílias cuja pessoa de referência é preta ou parda, essa diferença chega a 47% em relação às chefiadas por brancos. Já as despesas das famílias chefiadas por pessoas com ensino superior completo chegam a R$ 4.230,44, enquanto entre as chefiadas por pessoas sem instrução é de R$ 776,29. O IBGE destaca os contrastes nas despesas com habitação (R$ 330,72 para pretos ou pardos e R$ 644,31 para brancos), assistência à saúde (R$ 94,99 para pretos ou pardos e R$ 183,94 para brancos) e alimentação (R$ 181,60 e R$ 269,44, respectivamente). Assista as últimas notícias de economia
Déficit de R$ 7,58 bilhões foi influenciado pela alta do dólar e pela retração da atividade econômica, causada pela pandemia de Covid-19. Investimentos estrangeiros diretos caíram 44,6% na parcial do ano, para US$ 31,9 bilhões. As contas externas registraram um déficit de US$ 7,588 bilhões de janeiro a outubro deste ano, de acordo com números divulgados pelo Banco Central nesta quarta-feira (25). Isso representa uma queda de 82,3% na comparação com o mesmo período de 2019 - quando o resultado negativo somou US$ 42,938 bilhões. Esse também foi o melhor resultado para os dez primeiros meses de um ano desde 2007, período em que foi registrado um superávit de US$ 2,537 bilhões. Ou seja, foi o melhor saldo em 13 anos. O resultado de transações correntes, um dos principais do setor externo do país, é formado pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). Somente em outubro, as contas externas registraram um superávit de US$ 1,473 bilhão, com melhora na comparação com o mesmo mês do ano passado (rombo de US$ 8,052 bilhões). Para todo ano de 2020, a expectativa do Banco Central é de um déficit menor das contas externas, de US$ 10,2 bilhões, por conta da pandemia do novo coronavírus. Se confirmado, será o melhor resultado em 13 anos. Economia fraca e dólar alto A queda no déficit das contas externas em 2020 está relacionada principalmente com a forte diminuição do nível de atividade, resultado da pandemia do novo coronavírus, e com a alta do dólar - que avançou 43% nos dez primeiros meses deste ano. Esses fatores geraram melhora na balança comercial brasileira, um dos componentes das contas externas, devido a uma queda acentuada nas importações. Além disso, déficits menores nas contas de serviços e renda têm sido registrados, em razão do desaquecimento da economia mundial e do fechamento de fronteiras – este último fator contribuiu para o menor gasto de brasileiros no exterior em 17 anos em outubro. Investimento estrangeiro O Banco Central também informou que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 31,914 bilhões de janeiro a outubro deste ano. Com isso, houve queda de 44,6% frente ao mesmo período de 2019, quando somaram (US$ 57,615 bilhões). Mesmo assim, os investimentos estrangeiros foram suficientes para cobrir o rombo das contas externas no acumulado deste ano (US$ 7,588 bilhões). Quando o déficit não é "coberto" pelos investimentos estrangeiros, o país tem de se apoiar em outros fluxos, como ingresso de recursos para aplicações financeiras ou empréstimos buscados no exterior, para fechar as contas. Somente em outubro, os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 1,793 bilhão, com forte recuo frente ao mesmo mês de 2019 – quando totalizaram US$ 8,221 bilhões. Com base em dados coletados na imprensa e em empresas especializadas, o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, informou que está havendo um adiamento na entrada de investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira. Segundo ele, as informações ainda não indicam cancelamento de investimentos externos. "Em geral, essas informações não tratam de cancelamentos, mas sim de adiamentos. Esperar para ter uma menor incerteza envolvida, nesse caso se vai ter a segunda onda, se não vai ter, se vai continuar na primeira, se vai ter imunização. Isso está por trás dos motivos, uma incerteza muito grande sobre o ritmo de recuperação", disse. De acordo com Rocha, apesar da estabilidade no ingresso de investimentos diretos no país entre US$ 1 bilhão e US$ 2 bilhões nos últimos três meses, em patamares mais baixos do que antes da pandemia, há elementos que indicam perspectiva de melhoria, como o aumento do lucro dos investidores internacionais com os investimentos realizados no país. Em todo ano passado, os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 73,504 bilhões, com pequena alta frente ao ano anterior. Para 2020, o Banco Central estima um ingresso de US$ 50 bilhões em investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira, o menor valor em 11 anos. Vídeos: veja análises sobre desafios para a retomada da economia

Na terça-feira, principal índice da bolsa fechou em alta de 2,24%, a 109.786 pontos. O principal índice da bolsa de valores brasileira, a B3, opera em leve queda nesta quarta-feira (25), após ganhos relevantes nas últimas duas sessões, que o levaram a superar os 110 mil pontos, tendo no radar uma bateria de dados norte-americanos e feriado nos Estados Unidos na quinta-feira. Às 13h15, o Ibovespa caía 0,02%, a 109.763 pontos. Mais cedo, bateu 110.009 pontos. Veja mais cotações. Na terça-feira, a Bolsa fechou em alta de 2,24%, a 109.786 pontos, renovando máximas de antes do carnaval. Com o resultado, o Ibovespa passou a acumular alta de 16,85% na parcial do mês. No ano, tem queda de 5,07%. B3 mais que dobra número de investidores ativos em 12 meses Brasil registra 170.194 mil mortes causadas pela Covid-19 Cenário global e local Na cena externa, permanecia o maior otimismo dos investidores, beneficiado pelo apetite a risco global, na esteira de dados promissores sobre a eficácia de vacinas contra o coronavírus. Analistas citavam também boas expectativas com a transição de governo nos EUA e com a notícia de Joe Biden nomeará a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, banco central dos EUA), Janet Yellen, como secretária do Tesouro. Nos EUA, o número pedidos de auxílio-desemprego aumentou ainda mais na semana passada, sugerindo que uma explosão de novas infecções por Covid-19 e restrições comerciais podem estar impulsionando as dispensas e minando a recuperação do mercado de trabalho. Já o Brasil chegou a 170 mil mortes por coronavírus, com alta no número de óbitos em 10 estados. Na agenda de indicadores, a Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas caiu em novembro pelo 2º mês seguido. Além das preocupações com o risco de uma segunda onda de contaminações no país e de desaceleração do ritmo de recuperação da economia, segue no radar dos investidores as discussões em torno do Orçamento de 2021 e nas medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. "A questão fiscal segue deixando investidores nervosos, mas a pressão vai aumentando para definições. Jair Bolsonaro diz esperar não ser preciso prorrogar o auxílio emergencial, enquanto a equipe econômica desabafa que tudo que é proposto de ajustes o presidente não aceita", escreveu Alvaro Bandeira, economista-chefe do banco Modalmais em nota a clientes. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Perspectivas para a Bolsa O avanço do Ibovespa em novembro tem sido impulsionado por uma maior entrada de recursos de investidores estrangeiros, que acumulam saldo líquido de R$ 26 bilhões na parcial do mês até o dia 23. No ano, porém, a saída de estrangeiros ainda soma R$ 38,5 bilhões. Estrategistas estimam que o Ibovespa fechará este ano em 108 mil pontos e alcance 117.500 pontos até a metade de 2021, segundo a mediana de 10 estimativas compiladas pela Reuters entre 12 e 23 de novembro. "O aumento das incertezas e um possível movimento de lockdowns se repetindo na Europa e nas Américas trazem um cenário mais denso que, caso se concretize, reduziria a velocidade de recuperação do Ibovespa", avalia o chefe de renda variável da Vero Investimentos, Alexandre Jung. "Só uma definição sobre a agenda política e econômica fará com que os investidores voltem seus olhares para maior exposição em ativos de risco no país," acrescentou. Variação do Ibovespa em 2020 G1 Economia VÍDEOS: Últimas notícias de Economia 2
Resultado reflete disparada do dólar e restrições a viagens impostas pela pandemia de Covid-19. Na parcial do ano, gastos no exterior recuam 68%, para US$ 4,69 bilhões. Os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 284 milhões em outubro, de acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (25) pelo Banco Central. Na comparação com o mesmo mês de 2019, quando as despesas em outros países totalizaram US$ 1,506 bilhão, a queda foi de 81%. Esse também foi o menor valor para o mês de outubro desde 2003, ou seja, em 17 anos, quando as despesas lá fora somaram US$ 229 milhões. A forte queda acontece em meio à disparada do dólar e às restrições provocadas pela pandemia do novo coronavírus, que resultou no fechamento de fronteiras e na suspensão de voos. A moeda norte-americana tem registrado forte alta neste ano devido à pandemia, com os investidores avaliando o impacto do pacote de estímulo nas contas públicas – que vêm registrando forte deterioração. De janeiro a outubro, a alta do dólar acumulada foi de 43%. Com a disparada do dólar, as viagens de brasileiros ao exterior ficam mais caras. Isso porque as passagens e as despesas com hotéis, por exemplo, são cotadas em moeda estrangeira. O chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, disse que os gastos de brasileiros no exterior não dão sinais de que vão aumentar nos próximos meses. "Essa pandemia tem característica específica, com 'lockdown' [distanciamento], restrição a viagens internacionais e a própria posição mais cautelosa dos viajantes em adiar as viagens. Além da desvalorização [alta do dólar], têm os efeitos sanitários", disse. Acumulado do ano No acumulado dos dez primeiros meses deste ano, ainda segundo informações do Banco Central, os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 4,695 bilhões. Na comparação com o mesmo período de 2019, quando as despesas no exterior totalizaram US$ 14,849 bilhões, a queda foi de 68,4%. Gastos de estrangeiros no Brasil De acordo com dados do BC, em outubro deste ano os estrangeiros gastaram US$ 181 milhões no Brasil, com forte queda frente ao patamar registrado no mesmo mês de 2019 (US$ 462 milhões). Nos dez primeiros meses de 2020, as despesas de estrangeiros no Brasil somam US$ 2,563 bilhões, com recuo frente ao mesmo período do ano passado – quando totalizaram US$ 5,004 bilhões. Para estimular o turismo no Brasil, o presidente Jair Bolsonaro assinou no começo do ano um decreto para dispensar o visto de visita para turistas de Estados Unidos, Canadá, Austrália e Japão que viajarem ao Brasil. Vídeos: veja como é definido o valor do dólar e como o câmbio influencia a sua vida

Alta foi de 106% na comparação com o mesmo mês do ano passado. Na comparação com setembro, contudo, houve acréscimo de apenas 2,6%. A B3 encerrou outubro com 3.178.780 investidores ativos no segmento de ações, um salto de 106,9% ante o mesmo período do ano passado, reflexo da busca por retornos melhores em um cenário de Selic em mínimas históricas no país. Na comparação com setembro, contudo, houve acréscimo de apenas 2,6%, conforme cresceram preocupações com o ambiente fiscal no país, e o avanço do Covid-19 na Europa e Estados Unidos no mês passado adicionaram dúvidas nos mercados. No mês passado, o Ibovespa, referência do mercado acionário brasileiro, acumulou queda de 0,69%, a 93.952,40 pontos. Fachada do prédio da B3, a bolsa brasileira, no Centro de São Paulo, em imagem de arquivo Rahel Patrasso/Reuters O volume financeiro médio negociado diariamente ficou em R$ 28,482 bilhões, alta de 71,4% ano a ano, mas elevação de apenas 1,7% na comparação mensal, segundo dados da operadora de infraestrutura de mercado financeiro na terça-feira à noite (24). Na média diária, foram negociados 2,978 milhões de contratos por dia, alta de 86,8% acima de outubro de 2019 e 5,6% superior a setembro. A receita por contrato caiu 6,8% ano a ano, mas subiu 5,6% na base mensal. No final de outubro, a B3 tinha 404 empresas listadas - de 381 companhias um ano antes e 401 empresas em setembro - com a capitalização alcançando R$ 4,183 trilhões - de 4,233 trilhões em outubro de 2019 eR$ 4,162 trilhões em setembro. No segmento listado de juros, moeda e mercadorias, o volume médio diário de derivativos totalizou 4,144 milhões, queda de 63,2% ano a ano e de 4,4% frente ao mês anterior. A RPC subiu 49,9% na base anual e 3,8% na comparação mensal. Assista as últimas notícias de economia
Queda da confiança dos setor em novembro foi influenciada exclusivamente pela piora das perspectivas dos empresários para os próximos três e seis meses. O Índice de Confiança da Construção (ICST), da Fundação Getulio Vargas (FGV), recuou 1,4 ponto em novembro, para 93,8 pontos. “Após seis meses de alta contínua, a confiança dos empresários da construção recuou, refletindo uma piora das expectativas em relação à demanda e ao ambiente de negócios nos próximos meses", observou Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da Construção da FGV, em comentário no relatório. Oportunidades de emprego estão em alta na construção civil A queda da confiança dos setor em novembro foi influenciada exclusivamente pela piora das perspectivas dos empresários para os próximos três e seis meses. O Índice de Expectativas (IE-CST) diminuiu 2,9 pontos, para 96,2 pontos, voltando a ficar abaixo do patamar de fevereiro, antes da pandemia, quando era de 99 pontos. Já a avaliação do cenário atual manteve-se estável, mostrando uma acomodação dos negócios em novembro. "Ainda assim, a percepção dominante é de que o setor chega ao final do ano em posição mais favorável do que estava no final de 2019”, apontou a coordenadora. Assista as últimas notícias de economia

Na terça-feira, moeda norte-americana fechou em queda de 1,03%, a R$ 5,3753. Foto de arquivo mostra notas de dólar em Westminster, Colorado Reuters/Rick Wilking O dólar opera em queda nesta quarta-feira (25), dando sequência ao recuo acentuado na sessão anterior, com os investidores avaliando o clima positivo no exterior e as incertezas domésticas. Às 13h15, a moeda norte-americana caía 0,63%, cotada a R$ 5,3412. Veja mais cotações. Na terça-feira, o dólar encerrou o dia em queda de 1,03%, a R$ 5,3753. Com o resultado, passou a acumular queda de 6,32% na parcial de novembro, mas ainda tem alta de 34,05% no ano. O Banco Central fará neste pregão leilão de swap tradicional para rolagem de até 12 mil contratos com vencimento em abril e agosto de 2021. Brasil passa das 170 mil mortes por Covid-19 Cenário local e externo No exterior, permanecia o cenário de maior otimismo em meio a esperanças crescentes de que uma vacina estará pronta em breve mantendo o sentimento favorável. Nos EUA, o número pedidos de auxílio-desemprego aumentou ainda mais na semana passada, sugerindo que uma explosão de novas infecções por Covid-19 e restrições comerciais podem estar impulsionando as dispensas e minando a recuperação do mercado de trabalho. Já o Brasil chegou a 170 mil mortes por coronavírus, com alta no número de óbitos em 10 estados. Na agenda de indicadores, a Índice de Confiança do Consumidor (ICC) da Fundação Getulio Vargas caiu em novembro pelo 2º mês seguido. Já o Banco Central informou que o Brasil registrou um superávit em suas transações correntes de US$ 1,473 bilhão em outubro, acima do esperado. No acumulado em 10 meses, as contas externas registraram um déficit de US$ 7,588 bilhões, o que representa uma queda de 82,3% na comparação com o mesmo período de 2019. Além das preocupações com o risco de uma segunda onda de contaminações no país e de desaceleração do ritmo de recuperação da economia, segue no radar dos investidores as discussões em torno do Orçamento de 2021 e nas medidas de ajuste fiscal para garantir a saúde das contas públicas. A Secretaria do Tesouro Nacional divulga nesta quarta os dados sobre a dívida pública de outubro. Risco fiscal: entenda o que é e saiba por que a piora das contas públicas preocupa Assista às últimas notícias de economia Variação do dólar em 2020 Economia G1

O empresário da área de tecnologia Adnan Ebrahim disse que ficava 'envergonhado' ao falar sobre seu negócio online. Adnan diz que se sentia 'envergonhado' ao falar sobre seu negócio online BBC "Sou fascinado pela internet desde sempre. Passei minha adolescência online, construindo comunidades e negócios, enquanto crescia no subúrbio de Surrey (no Reino Unido)." Aos 30 anos, Adnan Ebrahim é agora um empresário experiente em tecnologia. Ele fundou o site Car Throttle, uma comunidade online para entusiastas de carros em seu quarto, enquanto era um estudante, tendo demonstrado espírito empreendedor desde cedo. Em entrevista ao programa A Million by 30, com Sean Farrington na BBC Radio 5 Live, Ebrahim diz que a primeira vez que viu o potencial financeiro da internet "foi depois que comecei a vender para meus colegas de escola aquelas pulseiras que eram populares em 2005-2006". Ebrahim explica que logo descobriu que, no eBay, as pulseiras chegavam a ser vendidas por dez vezes mais do que "no mundo real". "Eu criei meus primeiros leilões e comecei a despachar essas pulseiras a partir da minha casa. Eu chamava minha mãe pra correr até as lojas e comprar o máximo que pudesse." Adnan começou a escrever sobre carros potentes depois de perder dinheiro para um falso vendedor de iPod na internet BBC Ele diz que ganhou "um bom dinheiro para um garoto que ainda estava na escola". Aos 16 anos, Ebrahim começou a escrever um blog depois de uma aventura malsucedida de compra de iPods. "Fui enganado. Perdi algumas mil libras para um vendedor falso." A iniciativa em blog acabaria sendo muito mais lucrativa. Ele amava carros, então começou a escrever sobre eles. Mas, a princípio, manteve isso em segredo. "Eu voltava para casa da escola todos os dias, escrevia alguns artigos, publicava. No dia seguinte, via como estava, verificava o tráfego, via quantos centavos eu ganharia com os cliques do AdSense." 'Uma segunda vida' Ebrahim percebeu que tinha os ingredientes para uma ideia de negócio online de sucesso quando os centavos se tornaram "dez, vinte, cinquenta, cem... até alguns milhares de dólares por mês". Ele vendeu o negócio aos 18 anos, mantendo-o em segredo de seus pais até que ele precisasse da assinatura dos documentos legais necessários. "Era estranho, mas eu gostava do fato de que ninguém mais sabia o que eu estava fazendo. Era como uma segunda vida que eu tinha online." 'Um pouco envergonhado' Ele também demorou a contar aos amigos sobre seu sucesso. "Ninguém sabia. Fora minha família, eu não tinha contado a nenhum dos meus amigos. Eu mantive isso bastante escondido. Ficava um pouco envergonhado por ter criado essa segunda vida que ninguém mais conhecia. Eu estava escrevendo e postando em blog, estava com um pouco de medo de o que as pessoas pensariam sobre isso." Mesmo depois de deixar a escola e ir para a universidade, onde lançou o Car Throttle, ele optou por não compartilhar essa parte de sua vida com os amigos. "Não contei aos meus colegas de apartamento até o segundo ano de convivência com eles... eles não tinham ideia de que eu estava fazendo isso." Adnan é agora o CEO de uma startup de saúde mental BBC O jornalista e autor Trevor Clawson escreve sobre startups de tecnologia e empresas de rápido crescimento há mais de uma década. Ele diz que esse grau de sigilo não é incomum entre empresários iniciantes. "Há uma série de razões pelas quais eles podem optar por manter a discrição, pelo menos nos primeiros dias", diz ele. "O medo de críticas pode ser um fator. Quando você está desenvolvendo uma ideia, não é necessariamente útil que ela seja criticada por amigos que podem não entender realmente o conceito, especialmente antes de ter sido totalmente desenvolvido." Momento 'Batman' Adnan diz que demorou "um bom tempo" antes de perceber que seu negócio era interessante o suficiente para compartilhar com seus amigos. "Eu achava apenas que era um pouco nerd e as pessoas não se conectariam com isso." Ele diz que as atitudes em relação aos empreendimentos de tecnologia eram diferentes do que são agora: "Acho que a vida digital era vista como um pouco obscura". "Uma parte secreta da minha personalidade existia online e isso não era algo que eu estava disposto a compartilhar com o resto do mundo naquela época." Ele diz que se lembra claramente do momento em que se abriu com seu colega de apartamento sobre o Car Throttle, mas não foi um momento de "revelação do Batman" que ele esperava. "Eu disse: tenho algo muito grande para lhe contar, tenho este site. E lembro-me dele dizer 'e daí?' simplesmente não era grande coisa para ele." Adnan se lembra de quando o termo "milhão" começou a aparecer em sua planilha. "Os números de milhões começaram a vir muito rapidamente, em 2013, 2014, tanto em termos de valorização do nosso negócio, quanto em termos de atingir nosso primeiro milhão de libras em receita, atingindo nosso primeiro milhão de assinantes no YouTube, tendo nosso primeiro milhão de fãs no Facebook... estávamos realmente ganhando ritmo." Ele vendeu o Car Throttle em 2019 para a Dennis Publishing, tendo construído um público de mais de 15 milhões de seguidores e 2,5 bilhões de visualizações de vídeo. Douglas McCabe, especialista em tecnologia e mídia editorial e executivo-chefe da Enders Analysis, diz que, embora o negócio não seja o título de notícias de automóveis mais valioso em termos de receita, seu alcance e público têm grande apelo. "Ele oferece um novo público, com 60% dos clientes com menos de 35 anos. Seu alcance social é particularmente valioso, sendo cerca de 14 vezes e 17 vezes maior do que o Auto Express e o Car Buyer, duas das publicações de carros da Dennis Publishing." Ebrahim foi escolhido para a Forbes 30 Under 30 em 2020, que seleciona o que considera as maiores personalidades de até 30 anos. Ele diz que, embora não se arrependa das decisões que tomou no passado — até mesmo dos erros —, gostaria de ter sido "mais agressivo em relação às oportunidades". "Eu acho que quando você é jovem, você tem muitos complexos de inferioridade", acrescenta. Ben Laker, professor de liderança na Henley Business School, diz que os jovens líderes empresariais costumam ter medo de reconhecer seu sucesso: "Os empreendedores não reconhecem a pessoa que está sendo considerada bem-sucedida como eles próprios". Adnan Ebrahim é agora o presidente-executivo de uma startup de saúde mental, MindLabs, cofundada com o parceiro de negócios Gabor Szedlak para "tornar o mundo um lugar mais feliz". E ele tem alguns conselhos para empreendedores iniciantes na área de tecnologia. "Não é um caminho fácil para o sucesso, há muitos obstáculos no percurso. Você tem que perceber que vai cometer erros e isso é completamente normal. Persistência é uma das principais coisas de que você precisa. Muitas vezes é difícil, simplesmente não há outra palavra para descrever." Assista as últimas notícias de economia

Segundo pesquisadora, resultado reflete o aumento da incerteza relacionada à pandemia e seu potencial impacto sobre a economia. Movimentação de consumidores em shopping de Franca, SP. Jefferson Neves/EPTV O Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 0,7 ponto em novembro, para 81,7 pontos, registrando a segunda queda consecutiva, divulgou nesta quarta-feira (25) a Fundação Getulio Vargas. Com o resultado, o indicador recuou para um patamar mais próximo do que se encontrava em julho (78,8 pontos). Segundo a FGV, o resultado da sondagem reflete a piora da situação atual e das expectativas para os próximos meses. Confiança do consumidor Economia G1 "O resultado reflete o aumento da incerteza relacionada à pandemia e seu potencial impacto sobre a economia. Com o provável fim do período de benefícios emergenciais, muitos consumidores que perderam o emprego este ano devem retornar ao mercado de trabalho num momento em que as empresas ainda estarão adiando contratações ou demitindo, principalmente no caso de ocorrência de uma segunda onda de covid-19”, afirma Viviane Seda Bittencourt, Coordenadora das Sondagens. De acordo com ela, o início de um amplo programa de vacinação em 2021 é uma esperança para a melhora da confiança. Em termos de média móvel trimestral, o índice subiu 0,5 ponto, registrando a quinta alta consecutiva, porém em ritmo de desaceleração. A pesquisa coletou informações de 1.887 domicílios entre os dias 03 e 21 de novembro. Composição do índice Em novembro, houve piora tanto na satisfação dos consumidores em relação à situação atual quanto das expectativas para os próximos meses. O Índice de Situação Atual (ISA) cedeu 0,6 ponto, para 71,8 pontos, enquanto o Índice de Expectativas (IE) recuou 0,9 ponto, para 89,3 pontos. Em relação às expectativas, o indicador que mede o otimismo em relação à situação econômica foi o que mais contribuiu para a queda do ICC no mês ao recuar 3,8 pontos, para 106,8 pontos. As perspectivas sobre às finanças das famílias também cederam 0,9 ponto para 93,2 pontos. Apesar disso, houve uma ligeira reação no indicador que mede a intenção de gastos com bens duráveis para os próximos meses para 69,5 pontos, nível ainda baixo em termos históricos. A análise por faixas de renda mostra que houve queda da confiança das famílias com maior poder aquisitivo e acomodação para as famílias de menor poder aquisitivo. A confiança das famílias com renda acima de R$ 9,6 mil registrou queda de 3,1 pontos, influenciada pelo pessimismo relacionado tanto à economia quanto às finanças familiares nos próximos meses. Especialistas alertam para o que consideram o começo da segunda onda da pandemia Vídeos: veja últimas notícias de economia

Desemprego em alta, confiança do consumidor em baixa e aumento de casos podem prejudicar data de descontos, mas crescimento do comércio eletrônico e demanda reprimida podem impulsionar as vendas. Medidas de distanciamento social prejudicarão vendas em lojas físicas Getty Images via BBC Se em outros anos o sucesso da Black Friday dependia do tamanho dos descontos e do esforço das empresas para desfazer a imagem de Black Fraude, desta vez, a pandemia vai ser um fator decisivo a mais. Embora diferentes fatores apontem em direções opostas e tornem difícil cravar uma previsão de como o novo coronavírus vai afetar no final das contas essa data de promoções, marcada para a sexta-feira (27). Por um lado, o país atravessa uma crise, com desemprego recorde de 14% no terceiro trimestre deste ano, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Por outro, as classes A e B foram menos afetadas economicamente pela pandemia e, com as quarentenas, consumiram menos ao longo do ano e têm mais dinheiro para gastar agora. Ao mesmo tempo, mais de 65 milhões de brasileiros receberam o auxílio emergencial. Mas o valor caiu pela metade em setembro e só vai ser pago até dezembro. Houve ainda um aumento de consumidores que compram pela internet, uma saída para contornar as lojas de portas fechadas. Isso pode impulsionar as vendas online nesta Black Friday. Lojas antecipam preparativos para aproveitar mudanças causadas pela pandemia Evolução do e-commerce durante a pandemia gera expectativa de vendas recordes Mas o comércio tradicional ainda funciona com restrições, que limitam a quantidade de gente que pode entrar nos shoppings e lojas. E muita gente ainda tem receio de se aglomerar para fazer compras por aí, com razão: os números da pandemia, que estavam em queda desde setembro, voltaram a subir às vésperas da Black Friday. Para alguns, o país já enfrenta uma segunda onda de covid-19. Isso pode fazer mais gente ficar em casa. Ou levar mais pessoas a adiantar as compras de Natal, pensando que em breve podem ser adotadas por aqui novas medidas de distanciamento social, como aconteceu na Europa e nos Estados Unidos. Em meio a esse cabo de guerra de tendências, os especialistas ouvidos pela BBC News Brasil se dividem quanto ao que pode acontecer nesta Black Friday. Dependendo de por onde se olhe, a pandemia deve ao menos frear o crescimento ininterrupto de uma década nas vendas da Black Friday, que chegou ao Brasil em 2010 e é atualmente uma das principais datas do comércio brasileiro. Mas também há quem acredite que, noves fora, a conta final pode ser positiva para as marcas e lojistas. Emprego, renda e confiança estão em baixa Maurício Morgado, coordenador do Centro de Excelência em Varejo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), não está otimista. "Há três fatores que mandam no varejo. Para consumir, a pessoa precisa ter emprego, renda e confiança. Os três estão baixa agora", diz Morgado. Uma sondagem da FGV feita nas duas primeiras semanas de novembro mostrou que o índice de confiança do consumidor caiu 2,2 pontos, para 80,4 pontos. "Quando o índice está abaixo de 100, é um cenário de pessimismo", afirma Morgado. A perspectiva da segunda onda de covid-19 deixa os consumidores estão mais cautelosos, porque isso pode afetar sua situação financeira em um momento em que a renda média já caiu, diz Morgado. Muita gente perdeu o emprego ou teve a jornada reduzida. Os profissionais liberais ficaram sem clientes. "Se a Black Friday tiver um crescimento, não deve ser forte. A pandemia pode fazer as vendas pararem de crescer, porque é uma data muito voltada para eletroeletrônicos, que são compras que podem ser adiadas e que são normalmente parceladas, e qualquer coisa que depende de parcelamento é afetada em um cenário de incerteza." Silvio Laban, professor do Insper, diz que isso é agravado pela situação da pandemia no país ainda ser muito volátil. "Essa conversa seria muito diferente há 15 dias. O Brasil tinha uma perspectiva de queda de casos, mas agora estamos vivendo uma aceleração, com uma retomada da primeira onda ou uma segunda. Isso faz as pessoas ficarem mais contidas", afirma Laban. Mas a queda nas vendas nos meses anteriores também pode levar a promoções mais agressivas do que em anos passados, para tentar recuperar os faturamentos. "Tenho visto uma ou outra empresa se preparando para isso, com ofertas interessantes. Mas é difícil prever o efeito líquido destas forças diferentes", diz o especialista. Empresas esperam aumento das vendas online na Black Friday Comércio eletrônico em alta favorece a Black Friday O contraste pode ser visto nas próprias previsões de faturamento do setor. A Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo estima que a Black Friday terá um faturamento recorde de R$ 3,67 bilhões, com um crescimento de 6% em relação ao ano anterior. Mas enquanto as vendas online devem aumentar 61,4%, as lojas físicas terão um crescimento de apenas 1,1%. Por sua vez, a Associação Brasileira de Shopping Centers espera uma queda de 4% nas vendas da Black Friday de 2020 em comparação com a do ano anterior. Já a Ebit|Nielsen estima um aumento de 27% nas vendas online da Black Friday, para cerca de R$ 4 bilhões. Isso é mais do que o crescimento de 23,6% de 2019. A consultoria acredita que esse resultado vai ser puxado em parte pelo aumento da bancarização da população por causa do pagamento do auxílio emergencial e pela maior confiança nas promoções oferecidas na data. Essa previsão otimista reflete o crescimento do comércio eletrônico neste ano como um todo por causa da pandemia. Entre janeiro de 2019 e janeiro de 2020, a internet passou a responder de 4,8% para 5,9% do varejo, no acumulado dos 12 meses anteriores, segundo a Pesquisa Mensal do Comércio do IBGE. Nos primeiros nove meses deste ano, o índice deu um salto para 8,6%, de acordo com os dados mais recentes. "A pandemia mudou hábitos de consumo e trouxe novos consumidores para o meio digital", aponta Isabela Tavares, economista da consultoria Tendências. Isso favorece a Black Friday, quando as compras online já têm uma participação relevante no faturamento das empresas. "Muitas lojas perceberam isso e investiram em canais de venda online", diz Tavares. Crescimento do varejo está desacelerando Mesmo assim, o varejo brasileiro chega ao fim do ano em um momento de desaceleração. A Tendências espera que ainda ocorra um crescimento nas vendas no quarto trimestre deste ano, em comparação com o mesmo período de 2019. Mas estima um aumento de 2,8%, abaixo da alta de 6,3% do terceiro trimestre. O mesmo ocorre com as projeções mensais. Houve um aumento de 7,3% quando comparados os meses de setembro de 2019 e 2020. A projeção para outubro é de um crescimento mais tímido, de 4,8%, e menor ainda para novembro, de 2,6%. "A desaceleração acompanha a menor confiança do consumidor, a redução do auxílio emergencial, uma cautela do consumidor com a proximidade do fim dos programas de crédito e proteção ao emprego e maiores pressões inflacionárias, que diminuem a renda disponível das famílias para gasto com bens duráveis", diz Tavares. Shopping antecipa ofertas da Black Friday em Franca (SP) Jefferson Neves/EPTV Compras de Natal podem ser antecipadas Ainda assim, a economista Cristina Helena Pinto de Mello, pró-reitora de pesquisa da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), acredita que as tendências positivas devem superar as negativas nesta Black Friday. "Tem muitas pessoas esperando para fazer compras inteligentes neste final de ano, porque sentiu a necessidade de adaptar sua casa para o home office", diz Mello. Além disso, embora haja um grande número de pessoas sem renda e desempregadas, a economista destaca que uma parcela da população conseguiu manter sua renda e gastou menos com transporte, viagem e alimentação na rua e tem hoje uma reserva para comprar na Black Friday. "Essas pessoas podem entender a data como uma boa oportunidade, imaginando que o comércio queira de fato aproveitar para vender e faça promoções significativas", diz Mello. Embora a tendência atual seja de aumento de casos de Covid-19, a especialista acredita que isso pode contar a favor da data, porque tanto os consumidores quanto os comerciantes podem antecipar as compras e promoções de Natal, diante da incerteza de como estará a pandemia no final de dezembro. A isso se soma o que ela chama de "compra de compensação", em que o consumidor pode tentar compensar o fato de não poder levar uma vida normal e sair por aí comprando produtos para ter mais prazer em casa, como uma nova TV, por exemplo. "No começo, as pessoas estavam comprando de forma mais consciente, querendo ajudar o comércio local, mas, o longo tempo de pandemia está derretendo essas forças. As pessoas estão irritadas, exaustas, o que aumenta as chances de haver compras por impulso para ter alguma satisfação", afirma Mello. "Estou apostando mais no sucesso do que no fracasso da Black Friday deste ano." Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo
Índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,28%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 1,19% maior queda dentro de um dia desde 30 de outubro. Os mercados acionários da China fecharam em baixa nesta quarta-feira (25), registrando a maior perda em quase um mês, com as ações de veículos elétricos caindo com a notícia de investigação do governo sobre o setor. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em Xangai e Shenzhen, caiu 1,28%, enquanto o índice de Xangai teve perda de 1,19% maior queda dentro de um dia desde 30 de outubro. O subíndice do setor de veículos movidos a nova energia do CSI300 recuou 2,16%, o de consumo básico perdeu 2,52% e o de saúde teve queda de 2,16%. O subíndice do setor financeiro recuou 0,25%, enquanto o imobiliário caiu 0,19%. O órgão de planejamento estatal da China disse a governos locais para investigarem projetos de veículos movidos a nova energia ligados à Evergrande Group e à Shenzhen Baoneng, segundo documento visto pela Reuters. Vejas as cotações de fechamento das bolsas da Ásia: Em TÓQUIO, o índice Nikkei avançou 0,50%, a 26.296 pontos. Em HONG KONG, o índice HANG SENG subiu 0,31%, a 26.669 pontos. Em XANGAI, o índice SSEC perdeu 1,19%, a 3.362 pontos. O índice CSI300, que reúne as maiores companhias listadas em XANGAI e SHENZHEN, retrocedeu 1,28%, a 4.910 pontos. Em SEUL, o índice KOSPI teve desvalorização de 0,62%, a 2.601 pontos. Em TAIWAN, o índice TAIEX registrou baixa de 0,49%, a 13.738 pontos. Em CINGAPURA, o índice STRAITS TIMES desvalorizou-se 0,76%, a 2.869 pontos. Em SYDNEY o índice S&P/ASX 200 avançou 0,59%, a 6.683 pontos. Vídeos: veja últimas notícias de economia no Brasil e no mundo

Nos 9 primeiros meses do ano, lucro líquido contábil somou R$ 7,5 bilhões, queda de 53,6% na comparação com 2019. Provisões para perdas com empréstimos somaram R$ 3,6 bilhões no 3º trimestre. Pessoas na fila em Agência da Caixa Econômica Marcelo Camargo/Agência Brasil A Caixa Econômica Federal registrou um lucro líquido contábil de R$ 1,89 bilhão no terceiro trimestre, valor que representa uma queda de 76,4% frente ao mesmo período do ano passado (R$ 8,026 bilhões), segundo balanço divulgado nesta quarta-feira (25). Já na comparação com o resultado do 2º trimestre de 2020 (R$ 2,6 bilhões), a queda foi de 26,1%. Nos 9 primeiros meses do ano, o lucro somou R$ 7,5 bilhões, queda de 53,6%. Já o lucro líquido ajustado do banco, que exclui itens extraordinários, foi de R$ 2,6 bilhões no 3º trimestre, , com crescimento de 1,7% em relação ao segundo trimestre, mas queda de 67,1% em relação ao terceiro trimestre do ano passado. De janeiro a setembro, somou R$ 8,3 bilhões, com queda de 48,6% ante igual intervalo de 2019. A margem financeira alcançou R$ 9,9 bilhões no terceiro trimestre, aumento de 2,7% se comparado ao trimestre anterior, com crescimento de 1,3% nas receitas das operações de crédito e redução de 11,4% nas despesas de captações. O retorno sobre o patrimônio líquido, um indicador da lucratividade dos bancos, ficou em 12,7% no período entre julho e setembro, ante 12,8% no trimestre imediatamente anterior. A despesa com provisão de crédito para devedores duvidosos saltou 30,3% no 3º trimestre, em relação ao 2º trimestre, para R$ 3,6 bilhões, somando R$ 8,5 bilhões nos 9 primeiros meses do ano. A Caixa informou que atingiu o recorde de mais de 105 milhões de contas poupanças sociais digitais gratuitas abertas até o dia 16 de novembro no app Caixa Tem. Lucro dos grandes bancos no 3º trimestre cai 19% na comparação anual Carteira de crédito A carteira de crédito ampla da Caixa cresceu 10,7% na comparação com o 3º trimestre do ano passado e atingiu R$ 756,5 bilhões em setembro, impulsionada por aumentos de 9,3% em habitação, 6,1% em saneamento e infraestrutura; 5,2% em crédito comercial pessoa física; 32,9% no rural e 52,7% em crédito comercial pessoa jurídica, principalmente nas linhas para micro e pequenas empresas. A inadimplência acima de 90 dias do período foi de 1,87%, redução de 0,61 ponto percentual ante o segundo trimestre. Crédito imobiliário cresce 9,3% em 12 meses A Caixa informou que o saldo da carteira de crédito habitacional cresceu 9,3% em 12 meses e chegou a R$ 498,7 bilhões em setembro, dos quais R$ 310,7 bilhões foram concedidos com recursos FGTS e R$ 187,9 bilhões com recursos da caderneta de poupança. O banco segue líder absoluto do segmento no país, com 69,2% de participação de mercado, segundo destacou o balanço. No 3º trimestre, as receitas provenientes das operações de crédito habitacionais totalizaram R$ 8,3 bilhões, aumento de 3,9% em relação ao 2º trimestre. "Essas receitas representam 52,5% do total das receitas de crédito", destacou o banco. Atuação da Caixa na pandemia Com relação a atuação do banco na pandemia, a Caixa informou que 34 milhões de brasileiros foram bancarizados por meio dos pagamentos dos benefícios e que 120 milhões poderão ser atendidos, com pagamento total de mais de R$ 356 bilhões. O banco informou destacou os seguintes pagamentos já realizados até setembro: Auxílio Emergencial: R$ 261,2 bilhões já pagos a 67,8 milhões de pessoas. Saque Emergencial FGTS: R$ 28,5 bilhões já pagos a 45,2 milhões de pessoas. Benefício Emergencial BEm: R$ 14,5 bilhões já pagos a 4,3 milhões de pessoas. Antecipação do Abono Salarial do PIS: R$ 4,6 bilhões já pagos a 6 milhões de pessoas Vídeos: veja últimas notícias de economia

Volume de aplicações tem se concentrado em atividades do setor primário, como petróleo e gás. Confira cinco fatores cruciais para a indústria voltar a atrair capital estrangeiro em 2021. De 2011 a 2019, os investimentos externos diretos na indústria caíram 63%. Ricardo Wolffenbuttel/ Secom A entrada de investimento estrangeiro no Brasil levou um tombo no primeiro semestre deste ano - e a indústria está entre os setores mais prejudicados. Segundo relatório divulgado no final de outubro pela Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad), o fluxo de investimento estrangeiro caiu 48% de janeiro a junho, frente ao mesmo período do ano passado, para US$ 18 bilhões. E esse dinheiro tem se concentrado em atividades do setor primário, como petróleo e gás, em detrimento da manufatura, de acordo com a Sobeet (Sociedade Brasileira de Empresas Transnacionais e da Globalização Econômica). Investimento estrangeiro na indústria brasileira Economia G1 Dados do Banco Central apontam que a tendência de queda no investimento na indústria não é tão recente. De 2011 a 2019, os investimentos externos diretos no setor de agricultura, pecuária e mineração cresceram 27,4%. Mas, no mesmo período, os aportes para a indústria caíram 63%, enquanto para o segmento de serviços caíram 19,6%. (veja mais histórico no gráfico acima). O BC ainda não dispõe de dados setoriais deste ano, mas os ingressos mensais já apontam uma forte desaceleração, como mostrou a Unctad no acumulado do primeiro semestre. Em setembro, o volume total de investimento estrangeiro direto somou US$ 1,6 bilhão, ante US$ 6 bilhões registrados no mesmo mês de 2019. Além da pandemia, que paralisou as atividades no país, o baixo índice de privatizações — que costuma contar com a participação de dinheiro estrangeiro — também foi responsável pela queda no fluxo de investimento externo no Brasil este ano, destacou o órgão das Nações Unidas. Países que mais recebem investimento estrangeiro Economia G1 Como voltar a atrair investimento? Com 2020 quase no fim, o G1 ouviu especialistas para listar 5 fatores essenciais para a indústria voltar a atrair investimento estrangeiro em 2021. Veja abaixo: Recuperação da economia brasileira De acordo com o Banco Mundial, Brasil deve fechar este ano com um uma queda de 5,4% no Produto Interno Bruto (PIB). Em 2021, a expectativa é de crescimento de 3%. Para Luiz Afonso Lima, presidente da Sobeet, a recuperação do investimento externo será gradual no ano que vem e deve acompanhar o crescimento da economia. "Só devemos ter mesmo nível de investimento em 2022", analisou. Avanço de privatizações no Brasil Privatizações costumam puxar investimento estrangeiro. Por este motivo, Lima destaca a necessidade de avanço de privatizações estudadas pelo governo, como a da Eletrobras e dos Correios. "Em outras economias não há tanto potencial de crescimento como aqui. Temos carência de quase tudo e, por isso, há chance de crescimento contínuo por muito mais tempo", disse. Mudança política nos EUA Governos republicanos, como o de Donald Trump, são mais protecionistas. Os democratas, como Barack Obama e o presidente eleito, Joe Biden, costumam colaborar mais com países aliados. Na média, os republicanos investem 3,7%  do PIB no exterior. Os democratas, por sua vez, investem quase o dobro, aponta levantamento da Unctad. Equilíbrio cambial Com a forte perda do valor em relação ao dólar, o real tem este ano o pior desempenho entre as 30 moedas mais negociadas do mundo. Para indústrias que dependem de produtos importados, a desvalorização da moeda representa custos mais altos. "Quando se trata da produção industrial, o desafio é que as importações ficam mais caras. Por outro lado, o mercado doméstico é beneficiado pelas exportações", ponderou Paloma Anós Casero, diretora do Banco Mundial para o Brasil. Digitalização do setor Para atrair recursos externos, as indústrias do país precisam investir em tecnologia e se transformar, destacou a Sobeet. "Com a pandemia, a indústria perdeu espaço para setores tradicionais que se digitalizaram [alimentação e varejo] para atender a necessidade do consumidor que não podia sair de casa", explicou Lima, citando como exemplo a indústria automotiva. Assista as últimas notícias de economia

Entre os que recebem nesta quarta estão 1,6 milhão de trabalhadores do Bolsa Família, que recebem a terceira parcela de R$ 300. A Caixa Econômica Federal (CEF) paga nesta quarta-feira (25) mais uma parcela do Auxílio Emergencial a 5,4 milhões de trabalhadores. Aos trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, o pagamento já é referente à 3ª parcela de R$ 300 do benefício. Nesta quarta, recebem 1,6 milhão de trabalhadores cujo número do NIS encerra em 7. Entre os demais trabalhadores, estão 3,6 milhões que vão receber uma parcela do Auxílio Emergencial extensão, de R$ 300. Outros 200 mil ainda vão receber alguma das parcelas de R$ 600. Os pagamentos desta quarta são para nascidos em março. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Veja como serão os pagamentos de R$ 300 e tire dúvidas Saiba como liberar a conta bloqueada no aplicativo Caixa Tem Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Confira as datas para o pagamento da nova fase do Auxílio Emergencial de R$ 300,00 Para os trabalhadores fora do Bolsa Família, a ajuda paga nesta quarta será creditada em conta poupança social digital da Caixa, que poderá ser usada inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber o crédito nesta quarta serão liberados no dia 4 de janeiro (veja nos calendários mais abaixo). VEJA QUEM RECEBE NESTA QUARTA: 1,6 milhão de trabalhadores que fazem parte do Bolsa Família, cujo número do NIS encerra em 7, recebem a 3ª parcela de R$ 300 200 mil trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em março, recebem a próxima parcela de R$ 600: - aprovados que já receberam 4 parcelas recebem a quinta parcela; - aprovados que já receberam 3 parcelas recebem a quarta parcela; - aprovados que já receberam 2 parcelas recebem a terceira parcela; - aprovados que já receberam 1 parcela recebem a segunda parcela. 3,6 milhões de trabalhadores do Cadastro Único e inscritos via site e app, nascidos em março, recebem a próxima parcela de R$ 300: - trabalhadores que já receberam as 5 parcelas de R$ 600 recebem a primeira de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 1 parcela de R$ 300 recebem a segunda parcela de R$ 300 - trabalhadores que já receberam 2 parcelas de R$ 300 recebem a terceira parcela de R$ 300 Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial ou pelo site auxilio.caixa.gov.br. Calendários de pagamento Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial - Beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Clique aqui para ver o calendário completo dos pagamentos VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial l

Lei do Saneamento Básico prevê 99% da população atendida por água potável e 90% atendida por esgoto até 2033. 24 estados precisam aumentar investimentos em saneamento para atingir metas O Brasil precisa chegar a 2033 com 99% de sua população atendida com água tratada e com 90% coleta e tratamento de esgoto. Essas metas fazem parte da Lei do Saneamento Básico, sancionada em julho. Para serem atingidas, no entanto, 24 estados precisam ampliar seus investimentos em saneamento básico, segundo levantamento do Instituto Trata Brasil. No Plano de Saneamento Básico (Plansab), promulgado em 2013, metas similares previam investimentos de R$ 148 bilhões em abastecimento de água e R$ 224 bilhões em esgotamento sanitário ao longo de 15 anos, totalizando R$ 373 bilhões - cerca de R$ 24,9 bilhões por ano. Em 2018, no entanto, esse valor ficou em R$ 13,1 bilhões. De acordo com o estudo, que usou dados de investimento e atendimento de água e esgoto do Sistema Nacional de Informações sobre Saneamento (SNIS), a meta de investimento do Plansab e do diagnóstico realizado pelo consórcio formado pela Associação Brasileira das Concessionárias Privadas de Serviços Públicos de Água e Esgoto e a companhia holandesa Klynveld Peat Marwick Goerdeler (ABCON-KPMG) em 2019, mantido o atual patamar anual de investimento, apenas o Distrito Federal, São Paulo e Paraná atingirão as metas. As três unidades da federação já têm os serviços quase universalizados. A necessidade de ampliação de investimentos é maior no Amapá: no estado, o estudo estima que o investimento precisa ser ampliado em 18,43 vezes para atingir a meta de universalização até 2033, passando dos R$ 6 milhões anuais investidos em média entre 2014 e 2018 para R$ 141 milhões. Saneamento básico Economia G1 Outros 16 estados também têm média de investimentos muito abaixo da prevista para que a meta seja atingida: Acre, Ceará, Piauí, Maranhão, Rondônia, Pará, Amazonas, Goiás, Bahia, Tocantins, Rio Grande do Norte, Santa Catarina, Mato Grosso, Rio Grande do Sul, Paraíba e Alagoas. Em sete estados, o estudo aponta que a média histórica de investimentos é relevante, mas abaixo do previsto para a universalização: Pernambuco, Roraima, Minas Gerais, Espírito Santo, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro e Sergipe. Queda nos investimentos O estudo mostrou que os investimentos anuais necessários à universalização pelo Planslab nunca foram cumpridos. Em 2014, ano com maior investimento total em água e esgoto, foram investidos (em valores atualizados) R$ 14,2 bilhões - 57% do necessário. Já entre 2014 e 2018 houve redução de 12,3% nos investimentos totais em água e esgoto no Brasil. O nível de investimento em abastecimento de água no ano de 2018 foi de R$ 5,7 bilhões, 7,1% inferior ao investimento em 2014. No mesmo período, o investimento em abastecimento de esgoto regrediu 30,9%. Assista as últimas notícias de economia
Segundo Bento Albuquerque (Minas e Energia), MP será publicada 'a qualquer momento'. Expectativa era que Bolsonaro assinasse medida no sábado, em Macapá, o que não aconteceu. Isenção do pagamento de luz para moradores do AP sai nesta semana, diz ministro O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, afirmou nesta terça-feira (24) que a medida provisória (MP) que isentará os moradores do Amapá do pagamento da conta de luz será publicada "com certeza" nesta semana. Nesta terça, Albuquerque se reuniu com o diretor-geral da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), André Pepitone, e com o diretor-presidente da Eletronorte, Roberto Parucker, para tratar da situação no Amapá. O estado enfrenta uma crise no abastecimento de energia elétrica desde o início do mês, quando um incêndio atingiu a principal subestação do estado, causando apagão em 13 dos 16 municípios amapaenses. Os reflexos do incidente se estenderam por três semanas. Ao deixar a sede do ministério, na noite desta terça, o ministro de Minas e Energia foi questionado pelo G1 se a medida provisória será editada. "A qualquer momento", respondeu Albuquerque. Indagado, então, se ainda nesta semana, respondeu: "Com certeza." A assinatura da medida provisória era esperada para o último fim de semana, quando o presidente Jair Bolsonaro visitou o estado. Entretanto, a MP ainda não foi publicada. Medidas provisórias têm força de lei assim que publicadas no "Diário Oficial da União". Precisam, no entanto, de aprovação pelo Congresso Nacional para se tornar leis em definitivo. Aporte de R$ 80 milhões da União deve bancar isenção da tarifa dos moradores do Amapá O que a MP deve prever De acordo com a GloboNews, a MP vai prever um aporte de R$ 80 milhões do Tesouro Nacional na Conta de Desenvolvimento Energético (CDE). Esse montante deverá assegurar a isenção de conta de luz durante um mês para os moradores do Amapá. Além desse aporte da União, haverá outro custo, que, segundo a GloboNews, será pago por todos os consumidores de energia elétrica do país, o custo da contratação emergencial de usinas térmicas, deslocadas ao Amapá para auxiliar no fornecimento. Fornecimento de energia do Amapá é normalizado após três semanas Fornecimento restabelecido Na madrugada desta terça-feira, o fornecimento de energia no estado foi estabelecido. Segundo o ministro Bento Albuquerque, 100% da carga está sendo atendida. O Ministério de Minas e Energia, porém, diz que há registros de desligamentos isolados na capital Macapá. "O fornecimento está garantido. A partir de hoje, 3h30, 100% da carga, como já havia sendo atendido já no final de semana. Mas, hoje, nós podemos dizer que foi restabelecida as condições que estavam no dia 3 de novembro, além disso, temos a geração termoelétrica que foi contratada para servir de segurança para o fornecimento de energia ao estado, disse o ministro. Questionado se assegura que não haverá novos apagões nos próximos dias no Amapá, o ministro disse não ter condições para garantir isso. "Não depende de mim. Se dependesse de mim, não teria ocorrido, mas nós estamos trabalhando para que o estado do Amapá, como qualquer estado da federação, tenha segurança energética que o sistema integrado nacional foi feito para isso", declarou. Entenda o apagão no Amapá em 8 pontos Análise Ouça o episódio do podcast O Assunto sobre o apagão no Amapá: Initial plugin text

Recurso será destinado para um projeto de práticas sustentáveis nas cadeias da carne, soja e madeira dentro do bioma. Criação de gado em Alta Floresta, norte de Mato Grosso, dentro do bioma Amazônia Divulgação/Pecsa O governo federal informou nesta terça-feira (24) a conclusão de um acordo que prevê a doação de até 25,5 milhões de euros pelo banco estatal alemão Kreditanstalt für Wiederaufbau (KfW) para um projeto de expansão de práticas sustentáveis nas cadeias da carne, soja e madeira na Amazônia. Em nota conjunta, os ministérios das Relações Exteriores e Agricultura afirmaram que o montante será destinado ao programa "Inovação nas Cadeias Produtivas da Agropecuária para a Conservação Florestal na Amazônia Legal", lançado no final do ano passado, que engloba os nove Estados da Amazônia Legal. Gente do campo: pecuarista da Amazônia investe em capacitação e produtividade para garantir preservação da floresta Mais de 650 animais silvestres são resgatados neste ano no Amazonas O Ministério da Agricultura destacou ser o responsável pela execução do projeto, em parceria com o Instituto Interamericano de Cooperação para a Agricultura, enquanto o Itamaraty afirmou que coordena "profícua cooperação técnica e financeira entre Brasil e Alemanha, voltada ao desenvolvimento sustentável". O crescente desmatamento na Amazônia tem se mantido no foco das relações internacionais do Brasil. Em setembro, um grupo de oito países europeus --incluindo a Alemanha-- apelou para que o Brasil tomasse "ações reais" no combate ao desflorestamento. Os incêndios na Floresta Amazônica brasileira aumentaram em outubro e o número de queimadas subiu 25% nos primeiros 10 meses de 2020 em comparação com um ano atrás, afirmou o Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) no início do mês. Outubro registrou 17.326 focos de queimada na maior floresta tropical do mundo, mais que o dobro do número de incêndios detectados no mesmo mês do ano passado. A destruição da floresta aumentou desde que o presidente Jair Bolsonaro assumiu o cargo em 2019. Desmatamento na Amazônia em outubro foi o pior para o mês nos últimos dez anos O número de incêndios até agora neste ano é o mais alto em uma década. Apenas nos primeiros 10 meses do ano, 2020 ultrapassou o número total de incêndios em todo o ano de 2019, quando a destruição atraiu atenção do mundo todo e críticas sobre como o Brasil não estava fazendo o suficiente para proteger a floresta. Os incêndios no Pantanal também aumentaram em outubro na comparação com o ano anterior, de acordo com o Inpe, registrando o maior número de incêndios este ano desde que os registros começaram em 1998. O grupo de defesa ambiental WWF-Brasil culpou o governo por não conseguir impedir aqueles que destroem a floresta. VÍDEOS: tudo sobre o agronegócio

Preço do negócio será pago em dinheiro à vista, descontado endividamento líquido não informado pela empresa. Notredame Intermédica Divulgação A Notre Dame Intermédica anunciou nesta terça-feira (24) a compra de 100% do grupo Hospital do Coração de Londrina por R$ 170 milhões, informou a companhia de planos de saúde, em fato relevante ao mercado. O valor da aquisição equivale a R$ 700 mil por leito, informou a companhia. O preço do negócio será pago em dinheiro à vista, descontado endividamento líquido não informado pela Intermédica. O grupo do hospital de Londrina teve faturamento de R$ 135,2 milhões no ano passado, afirmou a Intermédica. "O plano de integração prevê sinergias operacionais e administrativas com as operações da Clinipam no Paraná, além de garantir à companhia uma plataforma de expansão comercial para seus produtos". "A companhia reforça sua intenção em manter a estratégia de crescimento no sul do país", afirmou a Intermédica. O grupo hospitalar adquirido, cuja transação ainda depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), tem dois hospitais gerais de alta complexidade, totalizando 248 leitos, sendo 83 de UTI. A empresa ainda possui dois centros clínicos com 32 consultórios. Todas as operações estão em Londrina.

Centro recebeu R$ 35 milhões de investimento, tem 2.900 metros quadrados e reúne laboratórios que incluem equipamentos como sequenciadores de DNA e cromatógrafos gasosos. Loja da Natura no shopping Morumbi, em São Paulo Taís Laporta/G1 A Natura&Co inaugurou nesta terça-feira (24) um centro de pesquisa e desenvolvimento de produtos na região metropolitana de São Paulo, de olho em acelerar o tempo de resposta da companhia às novas tendências do mercado, afirmaram executivas da quarta maior fabricante de cosméticos do mundo. O centro, inaugurado em Cajamar (SP), recebeu investimentos de R$ 35 milhões em sua infraestrutura física e deveria ter sido inaugurado em abril, não fosse a chegada da pandemia de Covid-19. O valor do investimento total não foi revelado. "Queremos reduzir o tempo de resposta das necessidades do mercado e achamos que poderemos reduzir em cerca de 30%", disse a vice-presidente de marca e inovação da Natura, Andrea Alvares, em videoconferência com jornalistas latino-americanos. Segundo ela, atualmente a Natura obtém 60% de seu faturamento com produtos lançados nos últimos 24 meses, algo que a empresa pretende manter nos próximos anos. "(Com o centro) estamos trabalhando no perfil das inovações e aumentando o percentual de disrupções e renovações de marcas", afirmou a executiva. O centro tem 2.900 metros quadrados e reúne laboratórios que incluem equipamentos sofisticados como sequenciadores de DNA, biorreatores, cromatógrafos gasosos e líquidos e impressoras 3D de pele, afirmaram as executivas, algo que segundo a companhia evita pesquisas com animais. Alvares afirmou que a Natura trabalha simultaneamente por ano no desenvolvimento de 1.200 produtos, lançando no mercado uma média de 250. Em 2020, a companhia, que também é dona das marcas Avon, Aesop e The Body Shop, lançou 330 produtos, disse ela. "Temos expectativa de sermos capazes de responder mais aceleradamente. Não necessariamente na produção de mais produtos... Não imaginamos um crescimento disso, até porque já é altíssimo", afirmou a executiva se referindo à pesquisa de 1.200 produtos simultâneos por ano. Alvares disse que a Natura tem dedicado anualmente 2,5% de sua receita total em pesquisa e desenvolvimento, algo que deve ser mantido. Questionada se a inauguração do centro poderia sinalizar um avanço da Natura sobre o mercado de dermocosméticos, em que grupos farmacêuticos nacionais como a Hypera têm atuado, a diretora global de pesquisa e desenvolvimento da companhia, Roseli Mello, afirmou que "podemos assegurar que nosso parque tecnológico e os cientistas que temos aqui estão totalmente capacitados para chegarmos em dermocosméticos". Sem mencionar se, de fato, a Natura tem intenção de ingressar no mercado de dermocosméticos, Mello afirmou que os equipamentos do centro de pesquisa da companhia "são exatamente os mesmos usados pelas indústrias farmacêuticas de ponta. É uma questão de escolha estratégica, mas que qualquer outra coisa."


Giannetti parte da fábula de Giges na qual um camponês encontra um anel que lhe dá o poder de ser invisível e discorre sobre a diferença entre ser e parecer. O economista e filósofo Eduardo Giannetti lançou nesta terça-feira (24) o seu livro "O Anel de Giges" pela Companhia das Letras. Em sua nova obra, Giannetti parte da fábula de Giges - do segundo livro da República de Platão - em que um camponês encontra um anel que lhe dá o poder de ser invisível e discorre sobre a diferença entre ser e parecer por meio de um exercício histórico e intelectual. Retrato do economista Eduardo Giannetti Evelson de Freitas/Estadão Conteúdo/Arquivo "O tema de fundo desse livro é a relação entre ética e felicidade; será que ética e felicidade convergem, ou seja, a pessoa ética é também aquela que alcança felicidade?", questionou Giannetti no evento online de lançamento do seu livro. "Ou será que, ao contrário, a ética é alguma coisa que tolhe, alguma coisa que inibe a satisfação dos nossos desejos, dos nosso caprichos e, portanto, de alguma maneira sacrifica o que seria nossa máxima felicidade?" Pela Companhia da Letras, Giannetti já publicou nove obras. "O mais importante nesse livro não é nem tanto esse exercício histórico, intelectual e teórico que eu ofereço. Mas é a possibilidade de trazer essa conjectura e esse desafio para o plano pessoal", disse Giannetti. "Convidar cada um a colocar o anel no próprio dedo, em primeira pessoa", afirmou. O Anel de Giges Divulgação Giannetti tem sido um dos economistas mais presentes no debate do país. Nas últimas campanhas eleitorais para presidente da República, por exemplo, foi um dos assessores econômicos de Marina Silva. O livro já está disponível nos formatos físico e e-book. Vídeos: Últimas notícias de economia

Indicador divulgado pela Fiesp chegou a 127 pontos entre julho e setembro, quando não havia no radar a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19 no país, o que atualmente já gera preocupação. Caso confirmada, confiança pode retroceder. Produção de soja em MT Divulgação O Índice de Confiança do Agronegócio (ICAgro) alcançou o recorde de 127 pontos no terceiro trimestre deste ano, alta de 15,3 pontos ante o trimestre imediatamente anterior, com melhora na percepção de recuperação econômica do país em meio à pandemia. O resultado do indicador foi divulgado nesta terça-feira (24) pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a CropLife Brasil. Ipea corta expectativa de crescimento do PIB agropecuário de 2020 e 2021 Comparado ao desempenho do mesmo período de 2019, o ICAgro registrou alta de 11,9 pontos. Segundo a metodologia do indicador, resultados acima de 100 pontos demonstram otimismo no setor e abaixo deste patamar, pessimismo. "Em setembro, quando foram realizadas as entrevistas para o índice, crescia a percepção de que problemas causados pela Covid-19 no país estavam sendo superados e a melhora da percepção sobre a economia brasileira reforçou a confiança no agronegócio", disse o levantamento. No entanto, a análise ressalta que é "fundamental" considerar a influência de instabilidades que podem mudar o cenário econômico. "As entrevistas foram concentradas em setembro, e não havia no radar a possibilidade de uma segunda onda da Covid-19 no país, o que atualmente desponta como uma preocupação. Caso confirmado, isso pode afetar de forma negativa os negócios e a confiança na economia", disse em nota o diretor do Departamento do Agronegócio da Fiesp, Roberto Betancourt. O segmento das indústrias do agronegócio manteve a trajetória de crescimento iniciada na análise anterior, com alta de 13,8 pontos, para 122,9. A confiança das empresas de insumos agrícolas aumentou pelo terceiro trimestre consecutivo, saindo do pessimismo observado no primeiro trimestre (86,2 pontos) para 122 pontos no atual levantamento. "As relações de troca por insumos estavam em bons patamares para os produtores rurais, estimulando a negociação antecipada de fertilizantes e de parte dos defensivos não só para a safra atual como também para a próxima temporada", afirmou o presidente executivo da CropLife Brasil, Christian Lohbauer.  Ele ressaltou, porém, que em alguns momentos do trimestre anterior a desvalorização do real chegou a dificultar o andamento da comercialização de insumos. "Caso o câmbio permaneça alto poderá dificultar os planos das empresas desse setor em 2021", alertou. Dentro da porteira, o índice do produtor agropecuário (que inclui o pecuarista e o agricultor) fechou o terceiro trimestre em 132,7 pontos, com alta de 17,5 pontos. A percepção a respeito das condições do próprio negócio melhorou devido a uma série de aspectos, como o aumento dos preços dos produtos agropecuários e a disponibilidade de crédito. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios

Governo entregou proposta ao Congresso em setembro, e partidos acionaram STF. Em manifestação, Rodrigo Maia informou que tramitação já está suspensa em razão da pandemia. O ministro Marco Aurélio Mello, do Supremo Tribunal Federal (STF), rejeitou nesta terça-feira (24) uma ação que pedia a suspensão da tramitação da proposta de reforma administrativa. A proposta foi entregue pelo governo ao Congresso Nacional em setembro. O texto propõe mudanças nas regras do funcionalismo público dos três poderes, nas esferas federal, estadual e municipal (veja os detalhes mais abaixo). O argumento do governo é que a reforma vai aperfeiçoar o funcionamento da máquina pública, por meio da contenção de gastos e do aumento da eficiência. Após a entrega da proposta, cinco deputados e dois senadores acionaram o STF alegando que o Poder Executivo não enviou ao Legislativo os estudos e a análise sobre o impacto orçamentário a ser produzido pela reforma, o que tornaria, no entendimento dos parlamentares, irregular a tramitação da matéria. O ministro Marco Aurélio Mello, do STF Nelson Jr./STF A decisão de Marco Aurélio Ao analisar a ação, o ministro do STF entendeu que não há irregularidades. "Inexiste transgressão a repercutir no processo legislativo de reforma da Constituição. [...] É incabível atuação prematura do Supremo", afirmou Marco Aurélio Mello na decisão. Tramitação Em manifestação enviada ao Supremo, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), informou que, enquanto a Casa não retomar as deliberações presenciais, em razão da pandemia, a reforma não deve tramitar. O deputado afirmou também que as comissões permanentes, entre as quais a Comissão de Constituição e Justiça, ainda não foram instaladas. "Enquanto a Câmara não retomar as deliberações presenciais, sequer é possível constituir a comissão especial [...]. Diante desse conjunto de circunstâncias, a Presidência da Câmara dos Deputados não chegou sequer a distribuir a matéria", disse. Rito de PEC Como se trata de uma proposta de emenda à Constituição (PEC), o texto: começará a ser analisado pela Comissão de Constituição e Justiça, responsável por discutir a constitucionalidade da proposta; depois, uma comissão especial, responsável pela análise do conteúdo do texto, votará a reforma; por fim, a proposta passará por duas votações no plenário da Câmara e se, a aprovada, será enviada ao Senado; o texto será aprovado se tiver os votos favoráveis de ao menos três quintos dos parlamentares (308 dos 513 deputados; 49 dos 81 senadores). Reforma Administrativa acaba com privilégios e fim da estabilidade O que diz a proposta? A reforma administrativa do governo Bolsonaro foi enviada ao Congresso no começo de setembro deste ano. A proposta prevê mudanças nas regras para o funcionalismo público, como: Fim do regime jurídico único da União e criação de vínculo de experiência, vínculo por prazo determinado, cargo com vínculo por prazo indeterminado, cargo típico de Estado e cargo de liderança e assessoramento (cargo de confiança); Exigência de dois anos em vínculo de experiência com "desempenho satisfatório" antes de o profissional ser investido de fato no cargo público e começar o estágio probatório de um ano para as carreiras típicas de Estado (que só existem na administração pública, como auditor da Receita Federal e diplomata); Exigência de classificação final dentro do quantitativo previsto no edital do concurso público, entre os mais bem avaliados ao final do período do vínculo de experiência; Mais limitações ao exercício de outras atividades para ocupantes de cargos típicos de Estado e menos limitações para os servidores em geral; Proibição de mais de trinta dias de férias por ano; Proibição de redução de jornada sem redução da remuneração; Vedação de promoções ou progressões exclusivamente por tempo de serviço; Banimento de parcelas indenizatórias sem a caracterização de despesas diretamente decorrente do desempenho da atividade; Vedação da incorporação de cargos em comissão ou funções de confiança à remuneração permanente; Vedação da aposentadoria compulsória como modalidade de punição.

O índice Dow Jones superou os 30 mil pontos pela primeira vez na história, fechando o dia com valorização de 1,54; o S&P 500 avançou 1,62% e terminou o pregão aos 3.635,41 pontos. Dow Jones superou os 30 mil pontos pela primeira vez na história Brendan McDermid/Reuters A sinalização de que a administração de Donald Trump vai dar início à transição de poder, o que deve abrir caminho para um processo ordenado de mudança de governos, somou-se ao clima já positivo nos mercados provocado pelo noticiário envolvendo o desenvolvimento de vacinas nos últimos dias. O resultado foi um pregão de demanda elevada por ativos de risco nesta terça-feira (24), o que impulsionou o Dow Jones, que superou os 30 mil pontos pela primeira vez na história, e o S&P 500 a novos recordes de fechamento. Na Bolsa de Valores de Nova York (Nyse), o Dow Jones fechou o dia em alta de 1,54%, aos 30.046,24 pontos, enquanto o S&P 500 avançou 1,62%, terminando o pregão aos 3.635,41 pontos. O índice eletrônico Nasdaq teve ganhos de 1,31% e marcou 12.036,79 pontos — cerca de 20 pontos abaixo de seu recorde histórico. Os agentes financeiros celebraram os sinais de que a prolongada incerteza eleitoral está chegando ao fim, diminuindo os riscos políticos que acompanharam os mercados nos últimos meses. A chefe da Administração de Serviços Gerais (GSA, na sigla em inglês) afirmou na segunda-feira (24) que sua agência forneceria a Joe Biden os recursos federais destinados a colaborar com uma transferência suave de poder. O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, também disse que instruiu assessores para ajudar na transição. "Isso é muito positivo: significa que finalmente podemos obter um processo de transição ordenado", disse Luc Filip, chefe de investimentos bancários privados do SYZ Private Banking, à Dow Jones Newswires. "Isso aliviaria algumas das incertezas que pesavam sobre o mercado nas últimas duas a três semanas", afirmou. Os agentes financeiros também seguem repercutindo o noticiário positivo relacionado ao desenvolvimento de vacinas contra a Covid-19, após a AstraZeneca e a Universidade de Oxford terem anunciado resultados eficazes de sua vacina na véspera. O otimismo é refletido na alta de setores mais sensíveis ao crescimento econômico e na valorização de segmentos da economia que foram duramente atingidos pela pandemia de Covid-19. “As expectativas da vacina, juntamente com a menor incerteza política, impulsionaram a estratégia de apostar em ações cíclicas”, disse Todd Jablonski, diretor de investimentos da Principal Global Asset Allocation, ao MarketWatch. Destaques O setor de energia avançou 5,16% hoje, liderando os ganhos dentro do S&P 500. Outros destaques positivos foram os setores financeiro, que subiu 3,53% e de materiais, que terminou o dia em alta de 2,50%. As ações de empresas de turismo e lazer e companhias aéreas também avançaram, em mais um sinal de que os investidores estão se antecipando a um mundo pós-pandemia. A American Airlines fechou o dia com ganhos de 9,29%, a United Airlines Holdings registrou alta de 9,85%, a Delta Airlines anotou ganhos de 6,37%, a Southwest Airlines valorizou 3,08% e a Alaska Air Group avançou 5,33%. A companhia de cruzeiros Royal Caribbean Cruises subiu 7,72%. Os mercados também reagiram positivamente às informações de que a ex-presidente do Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), Janet Yellen, foi escolhida por Joe Biden para comandar o Departamento do Tesouro dos Estados Unidos. Yellen é considerada uma economista e administradora experiente, que teve papel importante na recuperação da crise financeira de 2008. Ela seria a primeira mulher a servir como secretária do Tesouro dos EUA. Alguns analistas também veem a escolha de Yellen como um fator que aumenta a probabilidade de novas medidas fiscais para apoiar a recuperação econômica durante a pandemia da covid-19. "Ela mostrou claramente que está disposta a minimizar os riscos de queda para a economia", disse Eric Barthalon, chefe global de pesquisa de mercado de capitais da Allianz. "Esta é uma boa notícia do ponto de vista do mercado."

Para este ano, instituto reduziu previsão de alta de 1,9% para 1,5%. Já para o ano que vem, estimativa caiu de 2% para 1,2%. Menor produção de trigo e carne impactaram em corte de projeção. Queda na produção de carne bovina foi um dos fatores que impactou queda nas projeções do PIB agro Delfino Miranda/Divulgação O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) revisou para baixo as projeções de crescimento do PIB agropecuário de 2020 e 2021, segundo carta de conjuntura divulgada nessa terça feira (24). As novas estimativas apontam para altas do PIB agro de 1,5% e 1,2%, em 2020 e 2021, respectivamente. As projeções anteriores indicavam crescimentos maiores, de 1,9% e 2%, respectivamente. A revisão da estimativa de 2020 é explicada por quedas nas projeções de novembro em itens como lavoura e pecuária. "O valor adicionado (VA) da lavoura teve previsão revista de 3,9% para 3,8%, principalmente pela revisão da estimativa para a produção de trigo", informou o órgão em nota. "Para o VA da pecuária, a queda prevista de 1,5% foi elevada para 2%, em virtude de um recuo mais forte da produção de carne bovina no terceiro trimestre em relação ao que havíamos projetado", informou o Ipea. Para 2021, as novas projeções no PIB agropecuário foram justificadas por revisões em estimativas feitas por Conab, IBGE e FAO e outros órgãos. "Nossa estimativa para o VA da lavoura é de crescimento de 0,4%, sustentado por uma expectativa de novas safras recordes de soja (4,6%) e milho (2,6%) para 2021. No entanto, a queda em outras culturas deve compensar parte da contribuição positiva desses dois grãos", disse o instituto. VÍDEOS: tudo sobre agronegócios
Investidores também se mostraram otimistas com o início da transição nos Estados Unidos. Os preços do petróleo avançaram cerca de 4% nesta terça-feira (24), atingindo os maiores níveis desde março, após uma terceira vacina promissora contra o coronavírus gerar esperanças de recuperação na demanda por combustíveis e o presidente eleito dos Estados Unidos, Joe Biden, iniciar sua transição para a Casa Branca. O petróleo Brent fechou em alta de US$ 1,80, ou 3,9%, a US$ 47,86 por barril, enquanto o petróleo dos EUA teve ganho de US$ 1,85, ou 4,3%, para US$ 44,91 o barril. Ambos os valores de referência registraram o mais alto nível de fechamento desde 5 de março. Trump finalmente autoriza que Biden inicie a transição entre governos Na segunda-feira, a AstraZeneca disse que sua vacina contra a Covid-19 foi 70% efetiva em testes e pode ter eficácia de até 90%, dando à luta contra a pandemia mais uma potencial solução, após resultados positivos da Pfizer-BioNTech e Moderna. "O complexo petróleo está operando com base na vacina", disse John Kilduff, sócio da Again Capital em Nova York. "Até que possamos ver o outro lado da pandemia, o mercado seguirá atolado na demanda fraca." Além disso, as escolhas iniciais de Joe Biden para assessorá-lo na Presidência dos EUA, após o governo de Donald Trump liberar os recursos de transição, ajudaram a impulsionar os futuros do petróleo e os mercados de ações. Vídeos: Últimas notícias de economia
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