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O Globo Rural deste domingo reapresenta reportagem especial sobre receitas tradicionais da Serra da Mantiqueira e também de uma fazenda que está aumentando a produtividade de grãos com cultivo orgânico. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (23/01/2022) O Globo Rural deste domingo reapresenta reportagem especial sobre receitas tradicionais da Serra da Mantiqueira e também de uma fazenda que está aumentando a produtividade de grãos com cultivo orgânico. Tem ainda os impactos da seca no Sul do país, das cheias na Bahia e a redução da produção de hortaliças em SP por causa de aumento dos custos de insumos. Começamos a partir das 8h. Não perca! VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

Estiagem no Sul do país gerou perdas em lavouras de soja e milho, elevando preços dos grãos, que são ração para aves. Com isso, valor do frango pode subir mais. Feijão, arroz e pecuária de leite e de corte também sofrem com clima adverso. Plantação de milho seca em propriedade no interior do Rio Grande do Sul. Reprodução/RBS TV A seca no Sul do país e o excesso de chuvas em partes do Sudeste, Nordeste e Centro-Oeste geraram perdas na produção agropecuária, estão aumentando os custos no campo e devem pressionar a inflação dos alimentos ao consumidor neste ano. Os problemas climáticos se estendem desde o fim do ano passado, como resultado do fenômeno La Niña que, em resumo, provoca chuvas fortes no Norte e Nordeste do Brasil e estiagem no Sul. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Por causa desses choques, municípios do Rio Grande do Sul, Paraná, Santa Catarina, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Espírito Santo, Bahia, Goiás e Tocantins, por exemplo, chegaram a declarar situação de emergência. Alguns dos principais impactos, por enquanto, estão nos seguintes grupos de alimentos: Milho e soja: a falta de chuva prejudicou o desenvolvimento das plantas, gerando perdas em lavouras do Sul e de parte do Centro-Oeste. Essa situação vem pressionado os preços dos grãos, que já tiveram altas no ano passado por causa da seca. Frango: o milho e o farelo de soja compõem a ração das aves e, com alta no valor dos grãos, os custos do setor estão aumentando. O preço do frango já subiu em 2021 por causa desse motivo e, segundo produtores, os custos atuais podem ser repassados ao consumidor nos próximos meses. Feijão: a seca provocou queda na produção de lavouras do Paraná, principal produtor do grão no país. Com isso, houve aumento do valor da saca no atacado, que também pode se refletir no varejo. As chuvas também geraram perdas no interior de Minas Gerais e Bahia, segundo a associação do setor. Arroz: apesar de impactos pontuais no Rio Grande do Sul, onde há a maior produção de arroz no, ainda não há estimativas oficiais de quebra de safra por causa da seca e nem de aumento de preços. A qualidade do cereal, porém, pode cair. Leite: a falta de chuvas está prejudicando a qualidade das pastagens e aumentou os gastos com a ração das vacas. Por outro lado, produtores estão com dificuldades de repassar custos para o consumidor, pois queda no poder de compra do brasileiro reduziu a demanda por lácteos. Carne bovina: a seca está atrasando a engorda a pasto no Sul e sustentando as cotações do boi em patamares elevados no campo. Por outro lado, especialistas dizem que é provável que esses custos não cheguem ao consumidor, pois o varejo não consegue mais absorver altas no preço desta proteína, que disparou em 2020 e seguiu em alta em 2021. Perdas em milho e soja 40% das lavouras do Paraná foram prejudicadas pela falta de água. Marucha Szydlovski As lavouras de soja e milho do Sul e de parte do Centro-Oeste são, até o momento, as que mais tiveram perdas por causa da seca. A falta de chuvas desde o final do ano passado prejudicou o desenvolvimento das plantas e, consequentemente, reduziu a produção de muitas fazendas. Ministra da Agricultura visitou região de SC afetada pela estiagem Governo também foi até regiões do RS impactadas pela seca No Sul, tem propriedade que já está indo para o segundo ou terceiro ano consecutivo de queda na colheita por causa de estiagem, conta o analista de grãos Lucilio Alves, do Centro de Estudos em Economia Aplicada (Cepea-Esalq/USP). O cenário mais crítico é o do milho. A produção já foi menor em 2021 em função da seca e os produtores esperavam que a safra de verão – colhida no primeiro trimestre do ano – pudesse ocorrer dentro da normalidade. Com o clima adverso, porém, os agricultores vão colher 14,5% menos que o previsto em dezembro pela Companhia Nacional de Abastecimento (Conab). A safra é estimada em 28,7 milhões de toneladas e representa praticamente uma estabilidade (+0,3%) em relação à colheita de verão da temporada anterior. "O cenário é complicado porque a safra de verão é tradicionalmente menor e essa quebra acentuou a dificuldade de abastecimento, que já era esperada para o primeiro semestre. Tanto é que o preço da saca de milho já superou R$ 100 em algumas praças. No Sul, já não se encontra saca por menos deste valor", diz o analista da consultoria Safras & Mercado Fernando Henrique Iglesias. O setor, porém, espera recompor perdas com a entrada da segunda safra de milho, a partir de maio, que é bem maior e representa cerca de 75% da produção nacional do grão. Somando as três safras de milho do ano, o Brasil deve colher 112,9 milhões de toneladas, 29,7% mais que no ciclo passado. Globo Rural: Seca prejudicou diferentes atividades rurais no Rio Grande do Sul Seca prejudica diferentes atividades rurais no Rio Grande do Sul Cenário para soja Já o cenário para soja é mais favorável. Mesmo com problemas na produção do Sul, a estimativa de colheita de 140,5 milhões é recorde. "Não vai faltar soja para exportação, não vai faltar soja para atender mercado doméstico", diz Iglesias. Por outro lado, ele destaca que o excesso de chuvas em partes do Nordeste e Sudeste estão dificuldades logísticas. "As chuvas deixaram estradas do Tocantins e de Minas Gerais destruídas. Então, há uma dificuldade de escoar a produção de soja neste momento, tanto que está atrasando a entrega deste produto no mercado interno", diz Iglesias. Impactos na produção de frango Alta de custos com milho, que é ração para aves, deve continuar pressionando o preço do frango. Claudio Schwarz/Unplash O aumento do preço da saca de milho em função da seca afeta diretamente os gastos com a criação de aves e porcos. O grão, junto com o farelo de soja, compõem a ração desses animais e representam 70% dos custos do setor. Em 2021, a alta do preço do milho, associada ao aumento da demanda, fez o preço do frango em pedaços, por exemplo, disparar 29,8% ao consumidor. E, neste ano, deve seguir em tendência de alta impulsionada por iguais motivos, diz a Associação Brasileira de Proteína Animal (ABPA). Veja como ficou a inflação do prato feito em 2021 Contudo, a entidade ressalta que o valor do milho no mercado atual não tem impacto imediato ao consumidor. "O ciclo de produção de aves até a gôndola tem um delay [atraso] de operação que varia de três meses a seis meses, em média – no entanto, depende de cada empresa e de seus respectivos níveis de estoque de insumos", disse a associação, em nota ao g1. "As atuais cotações da saca de 60 kg do cereal deverão influenciar o preço dos produtos ao longo do ano, a partir do segundo trimestre. [...] O aumento dos preços [ao consumidor] é um quadro provável neste contexto", acrescentou. A entidade explica ainda que o setor não está com dificuldade de encontrar milho para compra, mas, sim, de "gerenciar os altos custos impostos pelo mercado". "Não há falta de insumos e as empresas estão mais preparadas em 2022, em relação ao último ano", reforçam. De onde vem: história do pastel com caldo de cana, batata...série do G1 traz curiosidades de alimentos Excesso de oferta Por outro lado, Iglesias comenta que o que está acontecendo hoje no mercado é, na verdade, um excedente de oferta de frango, que tem gerado redução no preço pago ao produtor e no atacado. Movimento que, entretanto, ainda não se refletiu no varejo, diz. Com custos em alta e preços em queda, Iglesias diz que muitos produtores de frango estão "operando no vermelho". "Para a suinocultura (criação de porcos), o quadro é ainda mais grave porque as exportações não estão indo tão bem neste momento. A avicultura ainda conta com um bom fluxo exportação", afirma. Pecuária de corte Seca está reduzindo a qualidade das pastagens no Sul do país e gerando atraso na engorda a pasto. Divulgação A seca também está reduzindo a qualidade das pastagens no Sul do país e gerando atraso na engorda a pasto, diz diretora da consultoria Agrifatto, Lygia Pimentel. Isso tem sustentado as cotações do boi em patamares elevados no campo. Contudo, ela avalia que esse aumento não deve ser repassado ao consumidor. "O varejo já mostrou que não suporta mais altas", diz. Depois de disparar 18% em 2020, a carne bovina subiu mais 8,4% em 2021 nos supermercados, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). "O que vai acontecer é que a margem das operações frigoríficas vai piorar. E depois a margem do pecuarista", diz Lygia. Curiosidade: Líquido vermelho da carne não é sangue; saiba mais Paraná teve perdas em plantações de feijão Falta de chuvas no Paraná prejudicou as lavouras na fase de florescimento, estágio em que mais necessitam de água. Globo Repórter/ Reprodução A seca também castigou as lavouras de feijão do Paraná, principal estado produtor, pressionando preços no atacado, que podem ser repassados ao consumidor, diz Marcelo Lüders, presidente do Instituto Brasileiro do Feijão e Pulses (Ibrafe). A saca de 60 quilos de feijão está sendo comercializada, em média, por R$ 320 no campo, valor 19,2% maior que o praticado no país em janeiro de 2021, diz Lüders. Em relatório, a Conab explicou que a falta de chuvas no Paraná prejudicou as lavouras na fase de florescimento, estágio em que mais necessitam de água. Lüders acrescenta que houve ainda prejuízos na fase de enchimento dos grãos. Diante das perdas, a Conab reduziu, neste mês, em 42 mil toneladas (para 588,3 mil) a estimativa de colheita de feijão do Paraná, em relação à previsão feita em dezembro. Lüders diz ainda que as chuvas geraram perdas em plantações do interior de Minas Gerais e Bahia, mas que essas ainda precisam ser contabilizadas. No total, o Brasil deve colher 3,08 milhões de toneladas de feijão nesta safra, volume 7,2% maior do que no ciclo passado. Lavouras perdidas, rebanhos sem pastos: veja impactos das enchentes no sul da Bahia Arroz Já na produção de arroz, apesar de perdas pontuais na região central do Rio Grande do Sul, não há, por enquanto, expectativa de redução de oferta e os preços continuam estáveis no mercado, explica a diretora executiva da Associação Brasileira da Indústria do Arroz (Abiarroz), Andressa Silva. O estado é o maior produtor do cereal no país. Expectativa ainda é de preços estáveis para o arroz. Divulgação / Arroz Meu Biju "Houve chuvas em outubro que encheram de forma suficiente as barragens, os rios. Então os produtores que não dependem exclusivamente de chuva estavam com boa capacidade", diz. "Já neste mês, mais próximo da colheita, alguns produtores que dependem mais de chuva estão com mais dificuldades e tendo que escolher áreas para irrigar e abandonando outras. Mas não é nada expressivo a ponto de reduzir a estimativa de safra", diz Andressa. Por outro lado, ela destaca que pode haver impacto na qualidade do cereal. "A falta de água pode influenciar na quantidade de arroz inteiros, que é um balizador de qualidade", diz. A Conab estima que a produção de arroz alcance 11,4 milhões de toneladas nesta safra, uma queda de 3,2% em relação à temporada anterior. Leite Criadores estão precisando vender 42,5 litros de leite para comprar uma saca de milho. Eiliv-Sonas Aceron/Unplash A seca também está prejudicando a pecuária leiteira no Sul do país. O principal impacto é na alimentação das vacas, seja pela falta de chuvas que reduziu a qualidade das pastagens, ou pela queda na produção de grãos, que aumentou os custos dos produtores com ração. A diminuição da qualidade da alimentação influencia diretamente na produtividade das vacas e, portanto, é esperada, para os próximos meses, uma queda no volume de leite nos próximos meses, explica Juliana Santos, analista de leite do Cepea. "Como a produção leiteira tem um ciclo longo, os impactos nas gôndolas [dos mercados] não serão sentidos de forma imediata. [...] Vale ressaltar que o produtor está com dificuldade de repassar custos aos derivados do leite desde o ano passado, já que a perda do poder de compra do brasileiro freou a demanda por lácteos", diz Juliana. Ele comenta que, hoje, os criadores estão precisando vender 42,5 litros de leite para comprar uma saca de milho. Em janeiro do ano passado, essa relação era de 34 litros por saca. Além dos gastos com alimentação, os custos com fertilizantes, suplementos minerais, combustível e energia também estão reduzindo a rentabilidade do setor.

De acordo com professor da USP, seria necessário chuvas acima da média para garantir abastecimento na estiagem, de março a outubro. Sabesp afirma que não há risco de desabastecimento. Vista da Represa do Cantareira, localizada na cidade de Piracaia, no interior de São Paulo, na tarde do domingo, 13 de junho de 2021. O Sistema Cantareira está em nível de alerta, com baixo volume de água. Com o fim do período das chuvas, a recomendação dos especialistas é para a população economizar água LUCIANO CLAUDINO/CÓDIGO19/ESTADÃO CONTEÚDO Os reservatórios que abastecem a região metropolitana de São Paulo aumentaram o volume de água armazenada com as chuvas de verão das últimas semanas, mas a recuperação pode não ser suficiente para garantir o abastecimento de água nos meses de estiagem e, de acordo com especialistas, ainda pode faltar água nas casas neste ano. A Sabesp nega que haja risco de desabastecimento (leia nota abaixo). A situação mais preocupante é a do Sistema Cantareira, que abastece 6,9 milhões de pessoas. Nesta sexta-feira (21), o Cantareira opera com 30,2% de seu volume. No mesmo dia do ano passado, esse número era 42,1%. Em 2020, 45,2%. Desta forma, o cenário atual se aproxima mais dos 24,2% que o Cantareira tinha em 21 de abril de 2014, ano em que faltou casas da região metropolitana tiveram de lidar com o desabastecimento. A análise é do professor do programa de pós-graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade de São Paulo (USP), Pedro Luiz Côrtes. “Hoje ‘celebramos’ o fato de o Cantareira estar com pouco mais de 30% de seu volume, mas estamos bem abaixo do que seria esperado para esta época do ano. Isso mostra a gravidade da situação hídrica, especialmente diante de um cenário que aponta para um volume de chuvas abaixo da média em todo o verão", afirma. De acordo com a Agência Nacional de Águas (ANA), para o volume do Cantareira ser considerado normal, precisa ter pelo menos 60% de seu armazenamento. A situação é semelhante no reservatório Alto Tietê, que abastece 4,7 milhões de pessoas na região metropolitana. Nesta sexta-feira (21), o Alto Tietê opera com 48,9%. No mesmo dia do ano passado, ele operava com 57,3%, em 2020, com 84,3% e em 2014, 45,7%. Ou seja, o volume atual também se aproxima mais daquele verificado em 2014, ano da crise hídrica. O Guarapiranga, que abastece 4,8 milhões de pessoas, foi o manancial que mais se beneficiou das chuvas das últimas semanas e apresentou recuperação mais vigorosa. Nesta sexta, ele opera com 73,7%. No mesmo dia de 2021, eram 68,7%. Em 21 de abril de 2020, eram 77,7% e em 2014, 66,2%. Os dados são da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) que, em nota, afirma que não há risco de desabastecimento neste momento na região metropolitana de São Paulo, mas reforça a necessidade de uso consciente da água. De acordo com a companhia, as projeções são de aumento no nível dos reservatórios em janeiro e fevereiro, meses com maiores médias históricas de chuvas. Leia a nota completa abaixo. Previsão de menos chuvas Apesar de o Cantareira ter apresentado ligeira recuperação em janeiro por causa das chuvas, a situação não deve se repetir nos meses seguintes, de acordo com prognósticos climáticos analisados por Côrtes. “Embora a primeira quinzena de janeiro tenha apresentado um volume considerável de chuvas sobre o Sistema Cantareira, deveremos fechar este mês com chuvas em torno da média. A tendência de redução no volume de chuvas se mantém para os meses de fevereiro e março, reafirmando o prognóstico de que o total de chuvas no Sistema Cantareira, durante todo o verão, deverá ficar abaixo da média.” Segundo o pesquisador, o Cantareira precisa de chuvas além da média para recuperar o volume de água suficiente para garantir o abastecimento da população. “Precisaríamos de chuvas bem acima da média para que o sistema se recuperasse plenamente e garantisse tranquilidade durante o período de estiagem [final de março até final de outubro]”, afirma Côrtes. De acordo com a última projeção do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden), se as chuvas se mantivessem dentro da média, chegaríamos a abril com 48% no Cantareira. Porém, o prognóstico é o de que as chuvas fiquem 25% abaixo da média, e o mais provável é que cheguemos a abril com 34% de armazenamento no reservatório (veja no gráfico). Projeção do Cemaden aponta a possibilidade de o Sistema Cantareira chegar a abril com 34% de sua capacidade caso as chuvas sejam 25% abaixo da média Reprodução/Cemaden O problema de chegar a abril com 34% é que o consumo de água durante o período de estiagem fica entre 20% e 30%, de acordo com Côrtes. “Considerando as simulações do Cemaden e os prognósticos climáticos, existe a possibilidade de fecharmos o mês de abril – já no período de estiagem – com um volume pouco superior a 30%, no máximo. Em se configurando essa situação, isso seria muito ruim. Normalmente, durante o período de estiagem, consumimos entre 20% e 30% do volume do Cantareira. Nesse caso, estaríamos operando com um baixíssimo nível de segurança hídrica.” O que diz a Sabesp "A Sabesp informa que não há risco de desabastecimento neste momento na Região Metropolitana de São Paulo, mas reforça a necessidade de uso consciente da água. As projeções são de aumento no nível dos reservatórios em janeiro e fevereiro, meses com maiores médias históricas de chuvas. O Cantareira é um dos sistemas produtores, dentro do Sistema Integrado composto por 7 mananciais. Desde a crise hídrica, os investimentos da Companhia tornaram mais robusto e flexível o Sistema Integrado (sendo possível abastecer áreas diferentes com mais de um sistema), entre eles o novo sistema São Lourenço, com investimentos de R$ 2,21 bilhões, e a interligação da bacia do Paraíba do Sul com o Cantareira, no valor de R$ 555 milhões. A interligação do rio Itapanhaú, obra de R$ 111,58 milhões em andamento, inicia operação no primeiro semestre. Um conjunto de medidas vem sendo adotado para a segurança hídrica: integração do sistema (com transferências de água entre regiões), ampliação da infraestrutura e gestão da pressão noturna para redução de perdas na rede. Não há racionamento na Grande São Paulo nem em nenhum dos 375 municípios operados pela Sabesp no Estado. Conforme já informado anteriormente a este portal, a gestão da pressão noturna é realizada pela Sabesp desde a década de 90, uma prática mundial recomendada pela Comissão Europeia. As informações sobre a gestão da pressão noturna estão públicas e disponíveis no site da Sabesp . INFORMAÇÕES COMPLEMENTARES Ao longo dos anos, a Sabesp vem atuando em três frentes, visando à segurança hídrica: - Ampliação da infraestrutura, com destaque para a interligação Jaguari-Atibainha (que traz água da bacia do Rio Paraíba do Sul para o Cantareira) e o novo sistema produtor São Lourenço, ambos entregues em 2018. Estão ainda em andamento obras como a interligação do rio Itapanhaú, que inicia operação no primeiro semestre de 2022. - Redução de perdas na distribuição, que se refletiu na queda do índice de perdas totais em sua área atendida de 41% em 2004 para 27% em 2020, abaixo da média nacional: 39,2% (SNIS; 2019). - Consumo consciente, por meio de campanhas permanentes." Déficit de chuvas no Cantareira nos últimos 12 meses é de 31%, número é igual ao de 2013, ano pré-crise hídrica VÍDEOS: saiba tudo sobre São Paulo e região metropolitana

Programa permite aos jovens morar nos Estados Unidos por até 36 meses para trabalhar em sua especialidade. Mulher entra em loja ao lado de uma placa anunciando vagas de emprego na Times Square em Nova York, EUA Eduardo Munoz/Reuters Os Estados Unidos adicionaram 22 especialidades ao programa de treinamento profissional para estudantes estrangeiros de ciências, tecnologia, engenharia e matemática, "a fim de apoiar o crescimento da economia e a inovação", anunciou nesta sexta-feira (21) o Departamento de Segurança Interna (DHS). Chamado Treinamento Prático Opcional (OPT) Stem, o programa permite aos estudantes com bacharelado, mestrado ou doutorado em determinados campos de estudo morar nos Estados Unidos por até 36 meses para trabalhar em sua especialidade. "A inovação Stem nos permite resolver os desafios complexos que enfrentamos hoje e fazer a diferença na forma como garantimos a segurança e protegemos o nosso país", disse o secretário de Segurança Interna, Alejandro Mayorkas. Entre os 22 novos campos de estudo estão a bioenergia, silvicultura, produção e gestão de recursos florestais, design de tecnologia centrada no homem, computação em nuvem, antrozoologia, ciência do clima, ciência de sistemas terrestres, economia e ciência da computação, geociências ambientais, geobiologia, geografia e estudos ambientais, economia matemática e matemática e ciências atmosféricas. Essas decisões "sobre imigração que estão muito atrasadas terão um impacto econômico positivo e ajudarão os Estados Unidos a competir de forma mais efetiva no século XXI, incentivarão o espírito empresarial e a inovação, e também beneficiarão o país durante a atual escassez de mão de obra, sem precedentes", reagiu Jeremy Robbins, diretor do Conselho Americano de Imigração. Os Estados Unidos enfrentam há meses uma escassez de mão de obra, especialmente para empregos de baixa remuneração, em um contexto de pandemia que aumentou as aposentadorias e causou um fenômeno conhecido como "A Grande Demissão", quando funcionários mudam de emprego em busca de melhores condições.

O custo de vida está subindo em todo o mundo, mas situação é pior nas nações mais pobres. Inflação deve perder força, mas PIB tende a ficar estagnado, preveem economistas para o próximo ano PAULO PINTO/FOTOS PÚBLICAS O custo de itens básicos, como alimentos e combustíveis, está em alta em todo o mundo. Quebra de safras, a pandemia e uma escassez de gás natural estão entre os motivos por trás da carestia, mas alguns países e regiões estão sofrendo mais do que outras. Confira como a alta de preços está afetando a África Subsaariana, a Turquia, o Sri Lanka e também o Brasil. África Subsaariana A África Subsaariana é a região do continente africano ao sul do deserto do Saara. A área compreende 46 países, muito deles, os mais pobres do mundo. Na região, é comum o uso do GLP (gás liquefeito de petróleo, mais conhecido como gás de botijão) como principal combustível para cozinhar. No entanto, os preços do GLP estão em forte alta. Em algumas regiões da Nigéria, o preço do gás de cozinha nas distribuidoras mais do que dobrou no último ano, segundo o órgão estatístico oficial do país. Com isso, muitas pessoas estão recorrendo à lenha, ao carvão ou a combustíveis mais baratos e poluentes como o querosene. Isso não só é danoso ao meio ambiente, como é prejudicial à saúde de quem cozinha. A alta nos preços do petróleo também aumentou o custo dos fertilizantes e o valor de transporte dos alimentos do campo às lojas e mercados. A seca afetou colheitas em diversos países africanos, segundo o Observatório da Terra da Nasa (Agência Aeroespacial dos Estados Unidos). Isso também contribuiu para a inflação. Em Angola, o preço dos alimentos subiu 36,4% no último ano, segundo o Instituto Nacional de Estatística do país. As Nações Unidas estimam que há 282 milhões de pessoas desnutridas na África atualmente. No Malaui - país que fica no sudeste da África, próximo a Moçambique -, a alta do custo de vida levou recentemente a grandes protestos contrários ao governo. No Brasil, a inflação está em alta de mais de 10% ao ano e os combustíveis subiram 50%, Getty Images Turquia Em dezembro, milhares de pessoas protestaram em Istambul e na cidade de Diyarbakir, no sudeste do país, contra o aumento do custo de vida. A inflação subiu 36% no ano passado, de acordo com o Instituto de Estatística da Turquia (TSI). Os preços dos alimentos subiram 44% ao longo do ano e 14% apenas no mês de dezembro. Em Istambul, milhares de pessoas fazem fila para comprar pão em padarias estatais, onde os preços são subsidiados, porque não conseguem comprar pão nas padarias privadas. Os preços do pão subiram em parte por causa do aumento de preço dos combustíveis e dos fertilizantes, mas também porque o governo turco aumentou o preço mínimo do trigo e da cevada para melhorar a renda dos agricultores. E não é só a comida que está ficando mais cara. De acordo com o TSI, as tarifas de ônibus, trens e balsas aumentaram mais de 50% em 2021. As contas de luz e gás subiram 50% e 25%, respectivamente. Os governos geralmente tentam controlar a alta de preços aumentando a taxa de juros. Isso dificulta o empréstimo de dinheiro e reduz a circulação de divisas. No entanto, o presidente da Turquia, Recep Erdogan, se recusou a fazer isso, dizendo que as altas taxas de juros são "um mal que torna os ricos mais ricos e os pobres mais pobres". No ano passado, o presidente ordenou que o banco central da Turquia reduzisse as taxas de juros. Isso fez com que a lira turca de desvalorizasse 45% em relação ao dólar e elevou o preço dos produtos importados. O economista Ozlem Derici Sengul, sócio-fundador da Spinn Consulting em Istambul, alerta que a inflação na Turquia chegará a 50% até a primavera - que no país vai de março a junho. A resposta do governo à inflação foi aumentar o salário mínimo em 50%. O banco de investimentos Goldman Sachs prevê que subirá para entre 40% e 50%. Tarifa da luz sobe acima da inflação e deixa conta nas alturas Brasil No Brasil, a inflação está em alta de mais de 10% ao ano e os combustíveis subiram 50%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Os preços dos alimentos subiram 14% no ano passado, com uma seca severa causando aumento de preços de alimentos básicos, como arroz e feijão, bem como da ração animal. O Brasil tem o maior rebanho bovino do mundo, mesmo assim, os preços da carne aumentaram tanto no ano passado que 67% da população declara ter reduzido o consumo do produto, segundo pesquisa do instituto Datafolha. O custo da energia elétrica também aumentou devido à seca. As usinas hidrelétricas, que geram a maior parte da energia do país, tiveram que parar de produzir por falta de água, sendo substituídas por termelétricas. Isso fez com que as tarifas de eletricidade doméstica aumentassem fortemente no ano passado, segundo o IBGE. O padrão de vida no Brasil está em seu pior momento desde 2012. A Fundação Getulio Vargas estima que 27,7 milhões de pessoas, da população total de 213 milhões, vivem abaixo da linha de pobreza de R$ 261 por mês. Sri Lanka Os alimentos no Sri Lanka subiram mais de 20% em relação a um ano atrás, de acordo com o índice oficial de inflação do país, porque o Estado insular tem enfrentado dificuldades para financiar a importação de itens essenciais. A pandemia de covid-19 fez com que, durante dois anos, o Sri Lanka não conseguisse gerar as receitas que normalmente consegue com o turismo. Como resultado, suas reservas em moeda estrangeira caíram muito. O governo teve que restringir as importações de alimentos porque os bancos comerciais estão ficando sem moeda estrangeira para pagar por eles. Isso produziu escassez nos mercados e aumentos acentuados de preços para muitos produtos básicos, como arroz, farinha de trigo e leite em pó. O gás de cozinha teve uma alta de preço de 85% no ano, segundo o índice oficial de inflação. Para acalmar o crescente descontentamento da população, o governo lançou um pacote de ajuda de US$ 1 bilhão (cerca de R$ 5,45 bilhões) - incluindo reajuste salarial e de aposentadorias para funcionários do governo. Também retirou impostos sobre alguns alimentos e remédios e anunciou uma política de transferência de renda para seus cidadãos mais pobres.
Prazo acabaria em 31 de janeiro; Simples é o regime de tributação para micro e pequenas empresas. Prorrogação acontece após Bolsonaro ter vetado renegociação de dívidas. O Comitê Gestor do Simples Nacional decidiu nesta sexta-feira (21) prorrogar por mais dois meses o prazo para as empresas regularizarem os débitos pendentes. Com a decisão, o prazo passa de 31 de janeiro para 31 de março. Uma resolução com a nova data será publicada no "Diário Oficial da União". Em nota, o comitê disse que a medida visa "propiciar aos contribuintes do regime o fôlego necessário para que se reestruturem, regularizem suas pendências e retomem o desenvolvimento econômico afetado devido à pandemia da Covid-19". O Simples Nacional é o regime simplificado de tributação destinado a microempresas e empresas de pequeno porte. No caso das microempresas, o limite de faturamento anual é de até R$ 360 mil. Para as empresas de pequeno porte, o valor é de até R$ 4,8 milhões. Já o prazo de adesão ao Simples Nacional permanece até 31 de janeiro de 2022. Segundo o comitê, esse prazo não pode ser alterado por portaria porque está previsto em lei. Após vetar projeto, governo prevê renegociação de dívidas para MEI e Simples Nacional Veto ao Refis A decisão de prorrogar o prazo para regularização de débitos do Simples Nacional acontece após o presidente Jair Bolsonaro ter vetado integralmente o projeto que previa a criação de um programa de renegociação de dívidas para pequenos negócios (Refis). Segundo o relator do texto na Câmara, deputado Marco Bertaiolli (PSD-SP), 16 milhões de pequenas empresas poderiam renegociar uma dívida de R$ 50 bilhões. O veto causou reação no Congresso e entre os pequenos empresários. Na semana passada, o governo lançou dois programas de renegociação de dívidas de microempreendedores individuais (MEIs) e de pequenas empresas optantes do Simples Nacional, mas os programas abrangem somente as dívidas inscritas na Dívida Ativa da União. Com isso, parlamentares da Frente Parlamentar do Empreendedorismo (FPE) e o Sebrae Nacional pediram ao governo a prorrogação do prazo para regularização de débitos do Simples Nacional. Segundo o deputado Marco Bertaiolli, que também é presidente da Frente Parlamentar do Empreendedorismo, o objetivo agora é derrubar o veto do presidente ao projeto do Refis para os pequenos negócios. Assim, caso o veto seja derrubado, os pequenos empresários podem aderir ao programa de refinanciamento, parcelando suas dívidas com descontos de até 90% nas multas e nos juros e de até 100% no caso dos encargos legais. E, quando a Receita Federal foi analisar se a empresa optante do Simples Nacional tem débitos pendentes, a empresa estará regularizada e não será excluída do regime. "350 mil empresas estavam sendo excluídas por terem débitos. Agora, as empresas, mesmo tendo dívidas, podem fazer o pedido de reinserção no Simples Nacional até 31 de janeiro, porque a Receita vai analisar somente em 31 de março [a regularidade da empresa], o que nos dá o tempo necessário para analisar o veto ao Refis e derrubá-lo", explicou Bertaiolli .
É o segundo vazamento comunicado pelo Banco Central. De acordo com o BC, não foram expostos dados sensíveis, como senhas, ou informações sob sigilo bancário. O Banco Central informou nesta sexta-feira (21) que houve vazamento de dados de "natureza cadastral" relacionados com o PIX de clientes da instituição financeira Acesso Soluções de Pagamento. De acordo com o BC, esse vazamento ocorreu devido a "falhas pontuais em sistemas" da empresa. O BC informou que o total de chaves potencialmente expostas é de 160.147, o que corresponde a 159.603 pessoas físicas. Isso ocorre porque uma pessoa pode ter mais do que uma chave PIX registrada. Esse é o segundo incidente de vazamento de informações relacionadas com o PIX revelado pelo BC. Em setembro do ano passado, a instituição informou o vazamento de chaves do PIX que estavam sob a guarda e a responsabilidade do Banco do Estado de Sergipe (Banese). "Não foram expostos dados sensíveis, tais como senhas, informações de movimentações ou saldos financeiros em contas transacionais, ou quaisquer outras informações sob sigilo bancário. As informações obtidas são de natureza cadastral, que não permitem movimentação de recursos, nem acesso às contas ou a outras informações financeiras", acrescentou. Pequenos negócios apostam no pix para vender mais Segundo o Banco Central, as pessoas que tiveram seus dados cadastrais vazados serão notificadas "exclusivamente por meio do aplicativo ou pelo internet banking de sua instituição de relacionamento". "Nem o BC nem as instituições participantes usarão quaisquer outros meios de comunicação aos usuários afetados, tais como aplicativos de mensagem, chamadas telefônicas, SMS ou e-mail", informou. Além disso, o BC informou que foram adotadas "ações necessárias para a apuração detalhada do caso e aplicará as medidas sancionadoras previstas na regulação vigente". A instituição esclareceu que, entre as penalidades aplicáveis, estão multas ou "inabilitação para atuar como administrador e para exercer cargo em órgão previsto em estatuto. " Ainda de acordo com o BC, as informações expostas podem ser utilizadas para aplicação de golpes de engenharia social, como, por exemplo, o golpista tentar persuadir a vítima de que é um funcionário do banco para tentar obter as credenciais de senha do usuário. Assim, acrescentou que os titulares das contas com informações vazadas devem se manter alertas e: sempre suspeitar de mensagens SMS ou em aplicativos enviadas por números desconhecidos e nunca clicar em links enviados por tais números; ter atenção redobrada ao receber ligações de pessoas se passando por Bancos e jamais fornecer informações pessoais, códigos recebidos via SMS ou senhas bancárias, nem tampouco autorizar acesso remoto ao aplicativo ou internet banking; ter cuidado com e-mails e páginas falsas que tentem se passar por qualquer instituição financeira; nunca utilizar senhas fáceis de serem descobertas. VÍDEOS: notícias de economia

Evento costuma ser realizado em janeiro, mas foi adiado por conta da nova onda de Covid. O Fórum Econômico Mundial vai realizar sua reunião anual de 2022 no resort suíço de Davos entre 22 e 26 de maio, informou o grupo nesta sexta-feira (21). O Fórum, com sede em Genebra, havia adiado o evento anual em dezembro, um mês antes de ele acontecer, citando as dificuldades de realizar uma conferência presencial em meio à disseminação da variante Ômicron do coronavírus. Imagem da sede do Fórum em evento realizado em 2020 Denis Balibouse/Reuters Neste mês de janeiro, a organização realiza organizar sessões virtuais com o título "o estado do mundo", que buscam permitir "formular soluções para os problemas mais urgentes no mundo". O evento anual, que reúne representantes dos negócios, da política e da diplomacia de todo o mundo, acabou cancelado em 2021, também por conta da pandemia, após dois adiamentos e uma tentativa de transferir o encontro para Cingapura.
Ministro da Economia, que participou de painel virtual durante o Fórum Econômico Mundial, também apontou que inflação será 'problema real' para países ocidentais. O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou nesta sexta-feira (21) que o governo está pronto para agir caso a economia brasileira venha a sofrer impactos de uma nova onda de Covid-19 e pode retomar programas voltados à proteção do emprego e até mesmo transferência de renda à população mais vulnerável. Guedes, que falou durante participação virtual em um painel do Fórum Econômico Mundial (WEF, na sigla em inglês), também avaliou que a inflação será um problema para os países ocidentais. "Claro que a ômicron ainda está por aí, infectando as pessoas, parece que é um pouco menos severa, mas estamos prontos com o protocolo se a crise de saúde se agravar. Estamos prontos para lançar [as medidas] novamente. Todos os programas foram muito bem-sucedidos, de preservação de emprego, de crédito, as transferências diretas", declarou. Mais de 17 milhões de famílias começam a receber o Auxílio Brasil em janeiro Junto com o ministro, no painel, estavam Kristalina Georvieva, diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), e Christine Lagarde, presidente do Banco Central Europeu, entre outros. Segundo Guedes, o Brasil está levando adiante um programa de vacinação em massa da população, de modo que estaria pronto para aplicar, se necessário, uma "terceira, quarta, quinta dose". "Nós já temos acordos com os ingleses (Astrazeneca) e com os americanos, da Pfizer, para produzir localmente. Então vamos produzir localmente e exportar para nossos vizinhos", acrescentou. Inflação Sobre a inflação, que tem avançado no mundo todo com a ruptura de cadeias de produção (falta de insumos) e crises climáticas, que tiveram impacto sobre o preço dos alimentos e da energia elétrica, Guedes avaliou que ela não será "transitória em absoluto". No último ano, a inflação atingiu o patamar de 10,06% no Brasil, a maior em cinco anos. Para 2022, a previsão do mercado financeiro é de que o IPCA, o índice oficial, é de 5,09%. "Eu acho que os choques adversos de oferta vão desaparecer gradualmente, mas não há arbitragem mais a ser explorada pelo lado ocidental. Eu acho que os Bancos Centrais estão dormindo na pista. Eles deveriam estar conscientes, e eu acho que a inflação será um problema, um problema real, muito cedo para o mundo ocidental. No Brasil, porque tivemos experiências prévias muito trágicas com a inflação, nos movemos rápido", afirmou o ministro. Segundo ele, ao contrário dos países desenvolvidos, o Brasil já começou a atacar a alta da inflação por meio do aumento da taxa básica de juros, que avançou de 2% para 9,25% ao ano no decorrer de 2021. O ministro acrescentou que o país tem "espaço fiscal e monetário" para reagir se vier uma terceira ou quarta onda, ou seja, possibilidade de aumentar gastos e baixar juros caso seja necessário. VÍDEOS: notícias de economia

Restituição será paga a quem caiu na malha fina e regularizou situação. Depósito será em 31 de janeiro; 240,7 mil contribuintes receberão valores. Imposto de Renda: Receita abre na segunda-feira (24) consultas a lote residual de restituições Marcello Casal Jr/Agência Brasil A Receita Federal informou que abrirá às 9h da próxima segunda-feira (24) as consultas a um lote residual de restituições do Imposto de Renda de Pessoa Física 2021, referente ao ano-base 2020, e também relativo a anos anteriores. Os lotes residuais são os de contribuintes que caíram na malha fina do IR, mas depois regularizaram as pendências. As consultas podem ser feitas: na página da Receita na internet; pelo aplicativo para tablets e smartphones. Ao todo, 240.744 contribuintes receberão a restituição em 31 de janeiro, de acordo com a Receita. O montante a ser pago soma R$ 281,9 milhões. Desse total, R$ 96,66 milhões referem-se a contribuintes com prioridade no recebimento dos valores (idosos, pessoas com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave e aqueles cuja maior fonte de renda seja o magistério). Malha fina Em setembro, a Receita Federal informou que quase 870 mil contribuintes caíram na malha fina do Imposto de Renda 2021. A Receita informou os principais motivos de retenção na malha: 41,4%: omissão de rendimentos sujeitos ao ajuste anual (de titulares e dependentes declarados); 30,9%: deduções da base de cálculo (principal motivo de dedução - despesas médicas); 20,0%: divergências no valor de IRRF entre o que consta em Dirf e o que foi declarado pela pessoa física; 7,7%: deduções do imposto devido, recebimento de rendimentos acumulados, e divergência de informação sobre pagamento de carnê-leão e/ou imposto complementar. Como sair Para saber se está na malha fina, o contribuinte pode acessar o "extrato" do Imposto de Renda no site da Receita Federal no chamado e-CAC (Centro Virtual de Atendimento). Para acessar o extrato do IR é necessário utilizar o código de acesso gerado na própria página da Receita Federal, ou certificado digital emitido por autoridade habilitada. Veja o passo a passo do extrato do IR Após verificar quais inconsistências foram encontradas pela Receita Federal na declaração do Imposto de Renda, o contribuinte pode enviar uma declaração retificadora. Quando a situação for resolvida, o contribuinte sai da malha fina e, caso tenha direito, a restituição será incluída nos lotes residuais do Imposto de Renda.
Animal tem 'policefalia' (quando nasce com mais de uma cabeça, crânios fundidos, dois pares de olhos, duas bocas e duas orelhas). Bezerro nasce com duas cabeças na Índia Uma bezerra com duas cabeças, uma condição extremamente rara, nasceu na casa de um fazendeiro no distrito de Gomati, no nordeste da Índia, no sábado (15). O animal tem condição chamada "policefalia" — quando tem mais de uma cabeça, crânios fundidos, dois pares de olhos, duas bocas e duas orelhas (veja no vídeo acima). "É o mais raro dos casos raros", disse o vice-diretor do Departamento de Desenvolvimento de Recursos Animais em Tripura, Dr. Pritam Sarkar, à agência de notícias Reuters. "Nesses casos, a taxa de sobrevivência é muito baixa, é de cerca de 38%. Torna-se muito difícil salvar o bezerro", afirmou Sarkar. Apesar de raro, o fenômeno é registrado com alguma frequência no Brasil (que tem um dos maiores rebanhos bovinos do mundo). Veja exemplos abaixo: 17/02/2021: Bezerro nasce com 2 cabeças em Santa Cruz (RN); veterinário explica caso 02/09/2020: Bezerra nasce com 2 cabeças em Lima Duarte (MG); especialista explica malformação 01/09/2019: Bezerro nasce com 2 cabeças em Sento Sé (BA); especialistas estudam caso raro 08/07/2018: Bezerro nasce com 2 cabeças em fazenda de Caiapônia (GO); veja vídeo Bezerro nasce com 2 cabeças em Içara, no sul de SC; veja vídeo VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Nesta sexta-feira (21), o principal índice da bolsa recuou 0,15%, aos 108.942 pontos. No acumulado da semana, alta foi de 1,88% O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta sexta-feira (21), após três altas seguidas, impactado por tombo nas bolsas dos Estados Unidos e por receio com o quadro fiscal interno, mas acumulou alta na semana. O Ibovespa recuou 0,15%, aos 108.942 pontos. Veja mais cotações. Na quinta-feira, a bolsa subiu 1,01%, a 109.102 pontos, no maior patamar de fechamento desde 20 de outubro do ano passado (110.786 pontos). Com o resultado desta sexta, avançou 1,88% na semana e tem alta de 3,93% no ano. e Prazo para Bolsonaro sancionar o orçamento de 2022 termina na sexta-feira (21) Cenário Durante quase toda a sessão, o índice alternou perdas e ganhos, destacou a agência Reuters. "Foi um dia de volatilidade e sem viés definido", resumiu Pedro Galdi, analista da Mirae Asset Corretora, citando "fraqueza dos pares no exterior e vencimento de opções". Em Wall Street, os principais índices tiveram forte queda, mantendo a política monetária dos EUA no radar, com reunião do banco central na semana que vem e expectativa de aumento na taxa de juros nos próximos meses. O S&P 500 caiu 1,9%, fechando sua quarta sessão e terceira semana consecutiva no negativo, numa semana brutal na qual o S&P 500 e o Nasdaq tiveram a maior queda percentual desde o início da pandemia, em março de 2020. Para Camila Abdelmalack, economista-chefe na Veedha Investimentos, é natural que o Ibovespa sofra alguma pressão após descolar das bolsas norte-americanas por alguns dias, ainda mais diante de incertezas fiscais domésticas. O mercado local aguardava a sanção do Orçamento de 2022 pelo presidente Jair Bolsonaro, cujo prazo se esgota nesta sexta-feira, de olho na potencial inclusão de reajustes salariais a categorias do funcionalismo. O presidente deu sinais contrastantes sobre o assunto nas últimas semanas e manteve a pauta em aberto. O Congresso Nacional reservou no Orçamento de 2022 aprovado um aumento para três categorias da segurança pública federal, mas o texto precisa da sanção de Bolsonaro para ser efetivado. Outras categorias do funcionalismo, como servidores do Banco Central, se mobilizaram nesta semana em pressão para serem incluídas nos potenciais reajustes.

Nesta sexta-feira (21), a moeda norte-americana avançou 0,72%, a R$ 5,4542. Ganho percentual no fechamento é o mais intenso desde 3 de janeiro (+1,63%). Cédulas de dólar Divulgação O dólar fechou em alta de 0,72%, cotada a R$ 5,4542, nesta sexta-feira (21), ao fim de um pregão de vaivém em meio a clima negativo nas praças financeiras globais, com investidores voltando a olhar para o Brasil em busca de pechinchas. Ganho percentual no fechamento é o mais intenso desde 3 de janeiro (+1,63%). Na semana, a moeda registrou queda de 1,06% — a segunda consecutiva de perdas. No acumulado do mês e do ano, o recuo é de 2,16%. Veja mais cotações. l Cenário No cenário interno, termina nesta sexta o prazo para o presidente Jair Bolsonaro sancionar o Orçamento de 2022. Há dúvidas, entre outros assuntos, sobre os reajustes a servidores, depois que o presidente prometeu aumentos apenas para policiais. No ano passado, a confiança dos investidores na saúde das contas públicas foi chacoalhada pela promulgação da PEC dos Precatórios, que alterou a regra do teto de gastos para permitir mais despesas do governo. No exterior, a expectativa de que os juros dos Estados Unidos começariam a subir na próxima reunião do Federal Reserve perderam força, uma vez que o crescimento da variante ômicron do coronavírus trouxe preocupações de desaceleração da economia. Prévia do PIB tem resultado positivo, mas demanda cautela

Recorde nas vendas da Porsche, fila para compra de helicópteros. Com viagens internacionais restritas, o chamado andar de cima faz 'poupança forçada' e gasta em luxos no mercado nacional. Recorde nas vendas da Porsche, fila para compra de helicópteros. Com viagens internacionais restritas, o andar de cima faz 'poupança forçada' e gasta em luxos no mercado nacional Getty Images via BBC Eles representam cerca de 2% da população brasileira, mas seus gastos são equivalentes a quase 20% do consumo nacional. Em meio à pandemia, enquanto a maior parte do país sofria com perda de renda, em meio ao avanço do desemprego e da inflação, os brasileiros mais ricos se viram impedidos de gastar em viagens internacionais e em compras nas principais capitais do consumo do mundo. LEIA TAMBÉM: 10 homens mais ricos do mundo dobraram patrimônio na pandemia, diz Oxfam Quem são os bilionários que ficaram mais ricos em 2021 4 dados que mostram por que Brasil é um dos países mais desiguais do mundo Com uma "poupança forçada" pela mudança de hábitos, eles gastaram em luxos no mercado nacional e investiram volume recorde de dinheiro no exterior. Assim, enquanto parte da população fazia fila para receber ossos no açougue, em meio aos preços recordes da carne e ao avanço da fome, outra parcela — bem menor — aguardava na fila para comprar um helicóptero. Segundo um fabricante ouvido pela BBC News Brasil, a espera por uma aeronave nova chegou a 20 meses, dependendo do modelo, em meio a um salto de demanda. A fabricante de carros de luxo Porsche bateu recordes de vendas no país em 2020 e 2021, enquanto o setor imobiliário de luxo e super luxo — de apartamentos acima de R$ 1 milhão e R$ 2 milhões, respectivamente — registrou um crescimento de mais de 80% nos lançamentos e de 47% nas vendas. Confira esses e outros dados que mostram como o "andar de cima" está passando muito bem pela pandemia. 2% da população, 20% do consumo Segundo a empresa de pesquisa de mercado Euromonitor, a chamada "classe A" brasileira representava 2% da população em 2021. São pessoas com renda familiar anual acima de US$ 45 mil (R$ 248 mil ao ano ou cerca de R$ 21 mil por mês, ao câmbio atual), cujos gastos equivaleram no ano passado a 19,4% do consumo nacional. Embora a classe A tenha diminuído após dois anos de pandemia (ela representava 2,7% da população em 2019, segundo a Euromonitor), o consumo dessa parcela de maior renda foi bem menos afetado pela crise sanitária do que o restante da população. "Os consumidores ricos acumularam reservas involuntárias importantes por conta das opções de lazer reduzidas e das limitações sociais impostas pela pandemia", observa Guilherme Machado, gerente de pesquisa da Euromonitor International. "A maioria dos brasileiros desses grupos de maior renda está acostumada a viajar para o exterior e comprar itens de luxo nos principais centros globais de consumo, como Nova York, Paris e Londres. Mas, com o fechamento de fronteiras, esses consumidores têm buscado o prazer no mercado de luxo local, resultando em níveis de faturamento sem precedentes para algumas marcas de luxo", destaca o pesquisador. Porsche bate recorde de vendas no Brasil em 2020 e 2021 Uma dessas marcas foi a Porsche. Enquanto a venda de automóveis de passageiros em geral no Brasil despencou 28% em 2020 e caiu mais 3,6% em 2021, em meio a paradas de produção provocadas por uma escassez global de semicondutores, a marca de luxo bateu recordes de vendas no país nos dois anos da pandemia. Os compradores têm enfrentado filas de espera superiores aos 3 a 6 meses normalmente necessários para a customização dos carros que são sinônimo de ostentação. "Em 2021, nós vendemos 3.079 veículos aqui no Brasil, um crescimento de 24% em relação a 2020, quando havíamos vendido 2.487 unidades", conta Leandro Rodrigues, gerente comunicação e relações públicas da Porsche no Brasil. "2020 era o nosso recorde anterior, batemos recordes em 2020 e 2021", destaca, lembrando que a empresa passou a operar diretamente no Brasil em 2015 e tem crescido a uma média de 27% ao ano desde então. A trajetória de alta não foi abalada pela pandemia. "Quando você tem clientes que tinham uma parcela grande de consumo no exterior e de repente esse consumo não acontece, naturalmente eles têm recursos disponíveis para a compra de produtos aqui no Brasil", avalia Rodrigues. O executivo destaca ainda as restrições de opções de lazer mesmo dentro do país como outro fator que explica o impulso nas vendas. "Naturalmente, alguns clientes buscaram outras maneiras de se manterem entretidos e realizarem seus sonhos e suas vontades. Isso são fatores que ajudam a explicar essa demanda", conclui o executivo. Os consumidores não se abalaram nem com o efeito do câmbio sobre o preço dos carros. Com fábrica na Alemanha, a operação da Porsche no Brasil foi impactada pela valorização de 40% do euro em relação ao real desde o período anterior à pandemia. "Parte dessa alta precisou ser repassada aos preços", diz o porta-voz. O Porsche 911, modelo mais vendido pela montadora, tem valores que variam de R$ 800 mil a mais de R$ 1 milhão. Espera para compra de helicópteros chega a 20 meses Em meio a um salto de demanda, o mercado brasileiro de helicópteros e jatos executivos viu a fila de espera pelos produtos chegar a até 20 meses durante a pandemia. "O mercado vinha represado há um tempo devido aos problemas econômicos brasileiros. Com o advento da covid e do lockdown, houve uma demanda maior, principalmente em helicópteros na área VIP e o que chamamos de 'para público', como polícia e bombeiros", diz Rubens Cortellazzo, gerente de vendas da fabricante italiana Leonardo Helicópteros. "Área VIP são operadores civis, como empresas de grande porte, empresários e táxi aéreo", explica o executivo, sobre o sentido no mercado de helicópteros da sigla que em inglês quer dizer "very important person" (pessoa muito importante, em português). Segundo Cortellazzo, as vendas para o segmento privado foram impulsionadas pelo medo de contágio e pela redução na oferta de voos comerciais durante a pandemia. Conforme o executivo, o mercado brasileiro civil de helicópteros monoturbina e biturbina de médio porte cresceu 26% em número de entregas em 2021, em relação a 2020. "Muitos clientes ficaram com recursos represados. Com a restrição de viagens internacionais e o medo da pandemia, houve mais apetite para investir em equipamentos para utilizar no mercado local", conta o gerente. "A espera para compra, que antes era de 12 meses, chegou a 15 ou 16 meses, dependendo do modelo. Tem modelo em que estamos falando já em 20 meses de espera." Cortellazzo diz que os compradores usam os helicópteros principalmente para trabalho. "A gente brinca que o helicóptero é uma 'máquina do tempo'. Você economiza muito tempo no deslocamento de uma reunião para outra, de São Paulo para o interior, de uma capital a outra. Então o helicóptero é uma ferramenta muito interessante para esses empresários." A aeronave de entrada da Leonardo (isto é, seu modelo mais básico), chamada AW119 Koala, tem preço médio de 4,3 milhões de euros (cerca de R$ 27 milhões). Para o mercado VIP, que vai até aeronaves de médio porte, o valor pode chegar a 15 milhões de euros (cerca de R$ 94 milhões). Mercado imobiliário de luxo cresce 81% em lançamentos As vendas de apartamentos de luxo e super luxo bateram recorde nos primeiros nove meses de 2021. São empreendimentos com três ou quatro suítes, metragens amplas acima dos 100 m², janelas e pés direitos generosos e grande número de vagas na garagem. Em janeiro e setembro do ano passado, os lançamentos neste mercado chegaram a 7,6 mil unidades, alta de 81% em relação a igual período de 2020. No mercado imobiliário brasileiro em geral, os lançamentos cresceram 30% na mesma base de comparação. Em vendas, o avanço do mercado de luxo e super luxo foi de 47% nos nove primeiros meses de 2021, com mais de 10 mil unidades comercializadas, superando R$ 15,4 bilhões em valor geral de vendas, segundo dados da Brain Inteligência Estratégica, consultoria especializada no mercado imobiliário. Para Marcos Kahtalian, sócio fundador da Brain, um dos fatores que impulsionou as vendas no mercado imobiliário de alto padrão no período recente foi a taxa de juros em nível baixo — a Selic (a taxa básica, determinada pelo Banco Central) começou 2021 em 2%, menor percentual da história. "Isso injetou uma grande liquidez no mercado e atraiu recursos ao setor imobiliário, já que outros investimentos estavam com retornos muito baixos", diz Kahtalian. "Outro fator, foi comportamental: em função da pandemia, houve uma busca intensa — para aquelas pessoas que tinham renda, evidentemente — por moradias maiores, mais amplas, mais confortáveis, tanto nas capitais, quanto fora delas. Houve um movimento em busca de espaço e qualidade", observa o consultor. São Paulo e Rio de Janeiro são os dois principais mercados para os empreendimentos de luxo, com destaque para bairros como Jardins, Vila Nova Conceição e Moema na capital paulista e Zona Sul e Barra da Tijuca na metrópole fluminense. Nas cidades do interior, se destaca a busca por empreendimentos horizontais, como condomínios de lotes ou condomínios fechados de casas de alto padrão. Em 2022, a alta de juros pode desacelerar um pouco esse mercado, acredita Kahtalian. "Para o mercado de luxo, a alta de juros faz menos diferença do que para a classe média, mas faz alguma diferença", diz o consultor. "Faz menos diferença porque normalmente o comprador não financia o imóvel, ou financia pouco. Mas faz alguma diferença porque há uma atratividade para o capital ser investido de outra forma", afirma, citando como exemplo os investimentos de renda fixa, como títulos públicos, que têm baixo risco e se tornam mais interessantes com a Selic próxima dos 10%. Também esse ano, devido à forte alta recente dos preços no mercado imobiliário, a definição de luxo e super luxo deve ser revista, subindo para empreendimentos a partir de R$ 1,5 milhão e R$ 3 milhões, respectivamente. "O mercado de luxo e super luxo é pouco representativo em unidades — cerca de 7% do total nos últimos nove meses. Mas é mais ou menos 33% do valor lançado e 40% do valor total vendido. Ou seja, é um mercado de menos volume, mas de muito valor", diz o sócio da Brain. Investimento financeiro brasileiro no exterior é recorde Por fim, um último dado que mostra como o chamado andar de cima passou com tranquilidade pela pandemia vem do mercado financeiro. Segundo dados do Banco Central, o investimento financeiro brasileiro no exterior superou os US$ 18 bilhões (R$ 100 bilhões) entre janeiro e novembro do ano passado, alta de 76% em relação a igual período de 2020 e recorde da série histórica iniciada em 1995. Conforme Claudia Yoshinaga, coordenadora do Centro de Estudos em Finanças da FGV (Fundação Getulio Vargas), isso se deve à maior facilidade atual para investir em produtos internacionais e à forte alta recente do dólar em relação ao real, que leva investidores a buscarem a segurança de ter parte do seu dinheiro fora dos riscos da economia brasileira. "Esse tipo de investimento se popularizou de alguma maneira, saiu daquele cliente 'private' com milhões de reais. Mas ainda não é um produto que qualquer brasileiro tem, estamos falando das camadas mais ricas, de um segmento de varejo de alta renda", diz a professora. "É um público que tem o dólar como uma moeda importante no seu dia a dia, em viagens de férias ou hábitos de consumo atrelados ao dólar, como itens de luxo e vinhos. Então, para essas pessoas, ter uma parte do seu investimento em moeda forte ajuda, como uma forma de diversificar e de se proteger de altas de preços", observa a especialista em finanças. "São pessoas que em sua maioria não perderam renda na pandemia e reduziram suas despesas, porque gastam muito com restaurantes, entretenimento e viagens de férias no exterior. Com o distanciamento, essas pessoas conseguiram guardar mais dinheiro." Para Yoshinaga, apesar de a alta do dólar deixar os investimentos no exterior mais caros e a alta de juros no Brasil tornar os investimentos locais mais atrativos, a volatilidade do ano eleitoral deve continuar estimulando brasileiros a buscar investimentos no exterior, como uma forma de diminuir sua dependência do que acontece na economia nacional.
A iniciativa do governo de levar ao Congresso uma proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduza o preço final dos combustíveis nasceu não só da constante reclamação do presidente Jair Bolsonaro de que gasolina e diesel já estão altos, mas também do alerta de especialistas de que os preços possam subir consideravelmente mais, por conta da valorização do petróleo, em um ano eleitoral. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Nas últimas semanas, chegaram ao Planalto mais de dez projeções de instituições financeiras dando conta de uma alta expressiva no barril do petróleo, que poderia chegar a US$ 100 neste ano e ultrapassar esse valor em 2023. O impacto se daria por fatores internacionais e se somaria a uma maior valorização do dólar frente ao real, provável em ano de eleição no Brasil. Alta nos preços dos combustíveis despenca venda da gasolina e impacta rotina dos brasileiros Ministros e assessores de Bolsonaro acreditam que um litro da gasolina a R$ 8 seria um grave problema no caminho da reeleição, sem falar do impacto do diesel na inflação em geral e no mau humor dos caminhoneiros, categoria que já parou no passado e assombra governos. A saída estudada dentro do governo abriu novas divergências entre as alas política, comandada pelo Centrão, e a ala econômica, por conta de uma potencial perda de arrecadação. Por meio da PEC, a ser proposta por parlamentares aliados do governo, o governo ganharia o direito de reduzir temporariamente impostos federais tanto do diesel quanto da gasolina. O texto iria definir um valor do preço do barril do petróleo que, se atingido, dispararia um gatilho para a redução tributária. LEIA TAMBÉM: INFLAÇÃO EM ALTA: saiba o que vai pesar no seu bolso em 2022 ESCALADA DE PREÇOS: combustível é o 'vilão' da inflação em 2021 Discordâncias O ponto de discordância está na criação de um fundo de estabilização dos preços dos combustíveis - bancado por receitas de royalties. A área econômica vê com reservas a criação de um novo subsídio, o que é vetado por outras leis aprovadas recentemente no Congresso. Há ainda um detalhe que pode desagradar investidores, o de incluir não só diesel, mas também gasolina, A medida também ampliaria os recursos drenados. Questionados sobre o impacto pequeno para o consumidor da redução dos impostos federais - menos de R$ 1 no preço final - ministros afirmam que pode haver uma pressão que leve governadores a reduzir, ou manter congelado, o ICMS sobre combustíveis. Questionados sobre a viabilidade de aprovação de uma matéria complexa em ano eleitoral, ministros do Planalto acreditam que haveria amplo apoio por se tratar de redução de preço de combustíveis. VÍDEOS: veja mais notícias de política
Secretários de Fazenda se reuniram nesta quinta-feira para voltar a discutir o tema; decisão final será tomada na semana que vem, em encontro do Conselho Nacional de Política Fazendária *por Bianca Lima, da GloboNews Em meio a pressões políticas e novas sinalizações do Senado, os governos estaduais podem recuar da decisão de descongelar o ICMS sobre combustíveis a partir de fevereiro. O imposto estadual está com a base de cálculo congelada desde novembro, por iniciativa dos próprios governadores, mas a medida perde a validade no dia 31 de janeiro. Estados avaliam recuar sobre descongelamento do ICMS Na semana passada, o governador do Piauí, Wellington Dias (PT), que coordena o fórum dos governadores, divulgou nota afirmando que maioria dos estados havia votado pelo descongelamento devido ao "fechamento do governo para o diálogo e sucessivos aumentos do combustível sem preocupação do impacto econômico e social no aumento dos preços". No documento, também foi mencionada a demora do Congresso em analisar uma reforma tributária ampla que, segundo o governador, poderia reduzir os impostos "para além dos preços dos combustíveis". Os estados perdem R$ 1,2 bilhão em arrecadação a cada mês de congelamento, segundo Dias. Nesta quinta-feira (20), o governador afirmou ao blog que a iniciativa do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), de pautar um projeto que cria um fundo de estabilização do preço dos combustíveis pode ajudar a reverter a decisão da semana passada. O texto deve ser analisado logo na volta do recesso, no início de fevereiro. O fundo funcionaria como um colchão amortecedor, evitando que as oscilações do barril do petróleo fossem inteiramente repassadas ao consumidor final. "Isso abriu um debate no grupo, mas há muita gente descrente", ponderou Dias. A nova ideia em discussão, entre secretários e governadores, seria prorrogar o congelamento por um prazo menor, suficiente para o Congresso votar uma solução estrutural. O Comitê Nacional dos Secretários Estaduais de Fazenda (Comsefaz) voltou a se reunir nesta quinta-feira e ficou com o placar dividido. A expectativa é de que o martelo seja batido na próxima semana, no dia 27, quando haverá uma reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz), que reúne os secretários estaduais e membros do ministério da Economia. Pressão política Nos bastidores, secretários de Fazenda afirmaram ao blog que as duras críticas feitas pelo presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), e as frequentes acusações do presidente Jair Bolsonaro vêm pesando para um possível recuo sobre o descongelamento. "Deixou de ser uma questão técnica e passou a ser uma questão política", afirmou um dos secretários presentes na reunião desta quinta. O temor é de que haja um novo aumento expressivo do preço dos combustíveis nas próximas semanas, em meio à disparada do barril do petróleo no mercado internacional, e que os governadores acabem sendo responsabilizados por isso. "Trata-se de um jogo político muito baixo", afirmou outro secretário. O preço do barril do petróleo Brent atingiu na última terça-feira o maior patamar em mais de sete anos em meio a tensões geopolíticas, problemas na oferta e demanda crescente. VÍDEOS: veja mais notícias de política

Oportunidades foram disponibilizadas em 17 cidades e, do total, há 12 postos de trabalho para pessoas com deficiência. Carteira de Trabalho (CTPS) Digital Minne Santos As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta sexta-feira (21), 325 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 17 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e 12 delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram As oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Arcoverde, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Igarassu, Ipojuca, Paudalho, Paulista, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. Petrolina é a cidade que contabiliza o maior número de vagas, com 82 delas. Em segunda colocação, está o Recife com 79. Logo após, vem Garanhuns, com 52. A área de mais destaque é a de vendedor, com 56 vagas. O ofício de pedreiro também está entre os de maior destaque com 39 oportunidades, distribuídas por Caruaru, Garanhuns, Petrolina e Serra Talhada. O salário médio dessa categoria é R$ 1.796,63. O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. LEIA TAMBÉM: PE abre seleção para 240 médicos e outros profissionais Jaboatão faz seleção simplificada com 424 vagas Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias

São 2.691 oportunidades em 66 cidades da área de cobertura da EPTV Ribeirão, afiliada da TV Globo. Taxas custam R$ 57,50 e R$ 60,50. Termina nesta sexta-feira (21) o prazo para inscrições dos concursos do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) para trabalhar no Censo 2022. Na região de Ribeirão Preto são 2.691 vagas temporárias. As vagas são para recenseador, agente censitário municipal e agente censitário de administração e informática, em 66 cidades da área de cobertura da EPTV Ribeirão, afiliada da TV Globo. (Veja a relação completa abaixo). Maior cidade da região, Ribeirão Preto é a que concentra a maior quantidade de postos de trabalho. São 71 vagas para agentes censitários, 5 vagas para agente censitário de administração e informática e 659 para recenseadores. A Fundação Getulio Vargas (FGV) é a empresa organizadora dos processos seletivos. As inscrições para todos os cargos são feitas no site https://conhecimento.fgv.br/concursos/ibgepss21. IBGE abre concurso para Censo 2022 Reprodução / FAEPE Cargos Agente censitário de administração e informática - ACAI Taxa de inscrição: R$ 60,50 Remuneração: R$ 1,7 mil Previsão de duração do contrato: 5 meses Requisito: nível médio de escolaridade Veja o edital Agente censitário Taxa de inscrição: R$ 60,50 Requisitos: Ensino Médio completo Funções: gerenciar posto de coleta e estar à frente de ações administrativas e técnico-operacionais Contrato: 5 meses, podendo ser prorrogado Jornada: 40 horas semanais, sendo oito diárias Benefícios: salário de R$ 2,1 mil, auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escola, férias e 13º salário proporcionais Veja aqui os editais Recenseador Taxa de inscrição: R$ 57,50 Requisitos: Ensino Fundamental completo Funções: coletar dados por meio de entrevistas com moradores Contrato: 3 meses, podendo ser prorrogado Jornada: 25 horas semanais, incluindo feriado e final de semana Benefícios: salário variável (simulação pode ser feita no site), férias e 13º salário proporcionais Veja o edital Vagas por município na região Altinópolis: 3 vagas para agentes censitários; 14 para recenseadores Aramina: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Barretos: 13 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 112 para recenseadores Barrinha: 3 vagas para agentes censitários; 28 para recenseadores Batatais: 7 vagas para agentes censitários; 56 para recenseadores Bebedouro: 9 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 68 para recenseadores Brodowski: 4 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 22 para recenseadores Buritizal: 1 vaga para agente censitário; 5 para recenseadores Cajuru: 5 vagas para agentes censitários; 23 para recenseadores Cândido Rodrigues: 1 vaga para agente censitário; 3 para recenseadores Cássia dos Coqueiros: 3 vagas para recenseadores Colina: 3 vagas para agentes censitários; 16 para recenseadores Colômbia: 1 vaga para agente censitário; 5 para recenseadores Cravinhos: 4 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 29 para recenseadores Cristais Paulista: 3 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 8 para recenseadores Dobrada: 1 vaga para agente censitário; 8 para recenseadores Dumont: 1 vaga para agente censitário; 9 para recenseadores Fernando Prestes: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Franca: 31 vagas para agentes censitários, 2 vagas para agente censitário de administração e informática e 311 para recenseadores Guaíra: 5 vagas para agentes censitários; 37 para recenseadores Guará: 3 vagas para agentes censitários; 19 para recenseadores Guariba: 5 vagas para agentes censitários; 34 para recenseadores Guatapará: 1 vaga para agente censitário; 7 para recenseadores Igarapava: 3 vagas para agentes censitários; 28 para recenseadores Ipuã: 3 vagas para agentes censitários; 15 para recenseadores Itirapuã: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Ituverava: 5 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 38 para recenseadores Jaborandi: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Jaboticabal: 7 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 70 para recenseadores Jardinópolis: 5 vagas para agentes censitários; 37 para recenseadores Jeriquara: 3 vagas para recenseadores Luís Antônio: 2 vagas para agentes censitários; 12 para recenseadores Miguelópolis: 3 vagas para agentes censitários; 20 para recenseadores Monte Alto: 6 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 46 para recenseadores Monte Azul Paulista: 3 vagas para agentes censitários; 18 para recenseadores Morro Agudo: 5 vagas para agentes censitários; 29 para recenseadores Nuporanga: 1 vagas para agente censitário; 7 para recenseadores Orlândia: 4 vagas para agentes censitários; 38 para recenseadores Patrocínio Paulista: 2 vagas para agentes censitários; 13 para recenseadores Pedregulho: 4 vagas para agentes censitários; 15 para recenseadores Pirangi: 4 vagas para agentes censitários; 10 para recenseadores Pitangueiras: 5 vagas para agentes censitários; 34 para recenseadores Pontal: 5 vagas para agentes censitários; 41 para recenseadores Pradópolis: 3 vagas para agentes censitários; 18 para recenseadores Restinga: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Ribeirão Corrente: 1 vaga para agente censitário; 5 para recenseadores Ribeirão Preto: 71 vagas para agentes censitários, 5 vagas para agente censitário de administração e informática e 659 para recenseadores Rifaina: 5 vagas para recenseadores Sales Oliveira: 2 vagas para agentes censitários; 11 para recenseadores Santa Cruz da Esperança: 2 vagas para recenseadores Santa Ernestina: 1 vaga para agente censitário; 5 para recenseadores Santa Rosa de Viterbo: 3 vagas para agentes censitários; 24 para recenseadores Santo Antônio da Alegria: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores São Joaquim da Barra: 7 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 45 para recenseadores São José da Bela Vista: 1 vaga para agente censitário; 8 para recenseadores São Simão: 3 vagas para agentes censitários; 14 para recenseadores Serra Azul: 2 vagas para agentes censitários; 10 para recenseadores Serrana: 5 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 37 para recenseadores Sertãozinho: 11 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 107 para recenseadores Taiaçu: 1 vaga para agente censitário; 6 para recenseadores Taiúva: 2 vaga para agente censitário; 5 para recenseadores Taquaral: 3 vagas para recenseadores Taquaritinga: 7 vagas para agentes censitários, 1 vaga para agente censitário de administração e informática e 52 para recenseadores Terra Roxa: 1 vaga para agente censitário; 8 para recenseadores Viradouro: 3 vagas para agente censitário; 17 para recenseadores Vista Alegre do Alto: 1 vaga para agente censitário; 8 para recenseadores Veja mais notícias da região no g1 Ribeirão Preto e Franca VÍDEOS: Tudo sobre a região fe é a empresa organizadora dos processos seletivos. As inscrições para todos os cargos são e ser realizadas a partir de 16h desta quarta-feira até as 16h de 29 de dezembro no endereço

Inscrições devem ser feitas até as 16h horas. Mais de um milhão de pessoas já haviam se inscrito até as 9h13 desta sexta-feira. Processo seletivo do IBGE oferece mais de 200 mil vagas para o Censo 2022 Divulgação IBGE/Prefeitura de Aliança (PE) Termina nesta sexta-feira (21), às 16h, o prazo para os interessados se inscreverem nos concursos para vagas no Censo 2022. São ao todo 206.891 vagas temporárias. Segundo o IBGE, até as 9h13 desta sexta havia pouco mais de 1 milhão de candidatos inscritos – 485.532 para agentes censitários e 555.443 para recenseador. As vagas são divididas da seguinte forma: 183.021 vagas para a função de Recenseador: remuneração de acordo com a produção; taxa de inscrição de R$ 57,50; 18.420 vagas para a função de Agente Censitário Supervisor: salário de R$ 1.700; taxa de inscrição de R$ 60,50; 5.450 vagas para a função de Agente Censitário Municipal: salário de R$ 2.100; taxa de inscrição de R$ 60,50. Para recenseadores são 476.366 inscritos, e para agentes censitários municipal e supervisor são 423.668 candidatos, totalizando 900.034 concorrentes. Clique nos cargos para ver os editais: Agente censitário municipal e supervisor Recenseador O recenseador não tem uma remuneração fixa, pois ela vai variar de acordo com a produção, dependendo do número de entrevistas com os moradores. Já o salário de agente censitário varia de R$ 1.700 a R$ 2.100. De acordo com o coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, é comum haver municípios com grande número de inscritos e outros com menor concorrência, mas o IBGE espera que todas as localidades tenham recenseadores aprovados suficientes para trabalhar no Censo 2022. O candidato deve escolher a localidade no momento da inscrição. Mas, segundo Malheiros, poderá haver remanejamento de aprovados de um município para outro em caso de haver dificuldade de preenchimento de vagas. E, no caso de haver localidades sem aprovados suficientes, o IBGE poderá abrir processos seletivos regionalizados para atender a esses casos específicos. As vagas são para quase todos os municípios do país - veja aqui como estão distribuídas as vagas. As inscrições para todos os cargos podem ser feitas no endereço eletrônico https://conhecimento.fgv.br/concursos/ibgepss21. As inscrições nos processos seletivos de 2020 e 2021 não são válidas para o novo do Censo 2022. Os interessados deverão fazer nova inscrição e pagar a taxa para participar desse novo processo seletivo - leia abaixo sobre a devolução das taxas das seleções canceladas. As taxas de inscrição desses processos seletivos são maiores que as da seleção anterior que foi cancelada, cujos valores eram de R$ 25,77 para recenseador e de R$ 39,49 para agente censitário. De acordo com o coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, o Cebraspe, que era a empresa organizadora do concurso anterior, estabeleceu o valor em 2019, o que explica a defasagem nos preços. O candidato poderá obter informações referentes aos novos concursos por meio do telefone 0800-2834628 ou do e-mail [email protected] LEIA TAMBÉM: COMO SE PREPARAR: veja dicas de estudo para as provas de recenseador SEM TAXA: saiba como pedir isenção da taxa de inscrição MAPA DAS VAGAS: veja a distribuição por regiões TOTAL DE VAGAS: veja detalhes de cinco editais já para 208,9 mil vagas OPORTUNIDADES: veja a lista completa de concursos pelo país Recenseador Para a função de recenseador, é exigido ensino fundamental completo. Veja aqui o edital do concurso para recenseador O recenseador é o responsável por fazer o trabalho da coleta de dados por meio de entrevistas com os moradores. A previsão de duração do contrato é de até 3 meses, podendo ser prorrogado, com base nas necessidades de conclusão das atividades do Censo Demográfico e na disponibilidade de recursos orçamentários. A remuneração é calculada por produção, com base: no número de unidades visitadas na taxa de remuneração dos setores censitários no número de questionários respondidos no número de pessoas recenseadas A remuneração do recenseador é variável e não há um piso nem um teto de quanto ele poderá receber - quanto mais entrevistas realiza, quanto mais coletas ele faz, mais ele recebe. O candidato poderá simular valores de remuneração por meio de link disponível no endereço https://censo2022.ibge.gov.br/trabalhe-no-censo/estimativa-de-remuneracao.html. Para estimar a remuneração, basta informar o município e a quantidade de horas que pretende dedicar ao trabalho. O coordenador de Recursos Humanos do IBGE, Bruno Malheiros, explica que a taxa de remuneração varia por diversos fatores, entre eles, o acesso ao setor censitário, que é o local onde estão localizados os domicílios visitados. “Por exemplo, um recenseador que atua numa área urbana tem mais facilidade de locomoção do que um recenseador que for visitar domicílios em uma comunidade ribeirinha isolada”, explica Bruno Malheiros. O recenseador não tem horário fixo. Espera-se que dedique ao menos 25 horas por semana, inclusive nos feriados e finais de semana. “Quanto mais domicílios visitar e pessoas entrevistar, maior a remuneração. O recenseador pode trabalhar em qualquer horário, especialmente naqueles em que pode encontrar os moradores em casa, incluindo finais de semana e feriados”, acrescenta Malheiros. Em média, há 300 domicílios por setor censitário. O tempo de coleta de um setor varia segundo suas características e o tempo diário que o recenseador dedica ao trabalho. É possível que um recenseador consiga completar mais de um setor ao longo do período da coleta. O recenseador também terá direito a 13º salário e às férias proporcionais aos dias trabalhados e à produção. Os candidatos devem escolher, no ato da inscrição, a área em que desejam trabalhar. Essas áreas podem corresponder a um ou mais bairros, ou a comunidades. Por exemplo, para a cidade do Rio de Janeiro há 6.480 vagas em 70 áreas de trabalho, inclusive em comunidades como Complexo da Maré (120 vagas), Vigário Geral (113), Rocinha (65), Complexo do Alemão (60), Cidade de Deus (35), morro do Borel (8) e Vidigal (6). O objetivo é que os moradores dessas áreas se inscrevam no processo seletivo para poder atuar nas imediações de suas residências. Assim, o IBGE contará com recenseadores ambientados à sua região de trabalho. Os recenseadores aprovados no processo seletivo terão treinamento com duração total de 5 dias e carga horária de 8 horas diárias, composto por duas etapas: autoinstrução (leitura prévia do Manual do Recenseador) e curso presencial. Ao final da etapa presencial, o candidato realizará o teste final do treinamento e precisa ter 50% de acertos e, pelo menos, 80% de frequência. Será oferecida uma ajuda de custo para os candidatos que tiverem pelo menos 80% de frequência no treinamento presencial. Caso haja necessidade de reposição de pessoal, depois de esgotada a reserva de candidatos treinados, poderão ser convocados novos candidatos, obedecendo-se à classificação nas provas objetivas, sem exceder o número de vagas previsto. Agente censitário Para as funções de agente censitário, é exigido ensino médio completo. Veja aqui os editais do concurso para agente censitário O agente censitário municipal gerencia o posto de coleta e, durante todo o trabalho do Censo Demográfico, estará à frente de dois tipos de ações: Administrativas – controle e gestão dos recursos humanos e materiais do posto de coleta; Técnico-operacionais – gestor de uma equipe de Agentes Censitários Supervisores e recenseadores em que acompanhará e orientará a coleta de dados. O agente censitário supervisor exerce as tarefas de supervisão da operação censitária, com foco nas questões técnicas e de informática e administrativas. Está subordinado ao agente censitário municipal. Sua principal função é acompanhar, avaliar e, sobretudo, orientar os recenseadores durante a execução dos trabalhos de campo. A duração dos contratos é de 5 meses, podendo ser prorrogado, com base nas necessidades de conclusão das atividades do Censo Demográfico e na disponibilidade de recursos orçamentários. As vagas para as funções de agente censitário municipal e agente censitário supervisor terão inscrição única. Ao candidato que obtiver melhor classificação no concurso será oferecida a vaga de agente censitário municipal. Aos demais candidatos classificados serão asseguradas as vagas de agente censitário supervisor, obedecida a ordem de classificação. A jornada de trabalho é de 40 horas semanais, sendo 8 horas diárias. Além do salário, os agentes censitários terão direito a auxílio-alimentação, auxílio-transporte, auxílio pré-escola, férias e 13º salário proporcionais. Distribuição das vagas As vagas são distribuídas em 4.409 municípios do país para agente censitário e em 5.297 cidades para recenseador. Distribuição das vagas para recenseador Reprodução Distribuição de vagas para agente censitário Reprodução Provas As provas objetivas serão aplicadas presencialmente em 10 de abril de 2022 para agente censitário municipal, agente censitário supervisor e recenseador, seguindo os protocolos sanitários de prevenção da Covid-19. Como as provas serão realizadas em turnos diferentes – de manhã para recenseador e de tarde para agente censitário –, os candidatos podem se inscrever para ambos os cargos. As provas serão realizadas em todos os municípios onde houver vagas. O candidato pode realizar a prova em município diferente do que ele escolher para trabalhar. Provas para agente censitário municipal e agente censitário supervisor: prova objetiva de múltipla escolha, com 3h30 de duração, das 14h30 às 18h 10 questões de Língua Portuguesa 10 questões de Raciocínio Lógico Quantitativo 5 questões de Ética no Serviço Público 15 questões de Noções de Administração/Situações Gerenciais 20 questões de Conhecimentos Técnicos Provas para recenseador: prova objetiva de múltipla escolha, com 3 horas de duração, das 9h às 12h 10 questões de Língua Portuguesa 10 questões de Matemática 5 questões sobre Ética no Serviço Público 25 questões de Conhecimentos Técnicos O IBGE disponibilizou uma apostila de conhecimentos técnicos para que o candidato obtenha os conhecimentos necessários para responder às questões sobre a operação censitária. A apostila e o Código de Ética do IBGE estão disponíveis nos links dos editais no site da FGV. Os gabaritos preliminares serão divulgados no dia seguinte à aplicação das provas. Os gabaritos definitivos estarão disponíveis em 2 de maio de 2022. O resultado final dos aprovados será divulgado em 6 de maio de 2022. A previsão de contratação dos agentes censitários é a partir de 31 de maio de 2022. Já a convocação para o treinamento e contratação dos recenseadores estão previstas para o mês de junho de 2022. Para os dias de aplicação das provas, foram estabelecidos os seguintes protocolos sanitários: Uso obrigatório de máscaras Uso de outros EPIs necessários pelos aplicadores das provas Distanciamento seguro entre candidatos e aplicadores de prova Disponibilização de álcool em gel em todos os locais de prova Higienização de locais de prova e equipamentos Redução máxima do contato entre as pessoas Medidas para evitar aglomerações Respeito às legislações locais. O candidato que descumprir as medidas de proteção será eliminado do processo seletivo. Devolução de taxas de inscrição O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) começou em 3 de dezembro a devolução da taxa de inscrição aos mais de 580 mil candidatos do processo seletivo simplificado referente ao Censo 2021, cancelado em outubro e que oferecia mais de 204 mil vagas para agente censitário e recenseador. O pedido de reembolso deve ser feito pelo candidato no portal do IBGE, e o valor será restituído em até 40 dias após a solicitação. A orientação vale também para ressarcimento aos inscritos no processo seletivo do Censo 2020 - veja aqui o passo a passo. O depósito só será realizado em conta corrente em nome e CPF do candidato. Não será feito depósito em conta poupança, conta salário, conta conjunta ou contas de terceiros. O CPF também deve estar em situação regular junto à Receita Federal. No dia 18 de outubro, o IBGE cancelou o processo seletivo e o contrato com o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe), que era a banca organizadora. O processo seletivo já havia sido suspenso em abril deste ano. À época, a decisão foi tomada por conta da aprovação, pelo Congresso, do Orçamento para este ano, que reduziu a apenas R$ 71 milhões o valor destinado para a realização da pesquisa, o que inviabilizou a realização do Censo. Para 2022, o governo vai reservar cerca de R$ 2,3 bilhões para a realização da pesquisa depois de uma batalha judicial. Em maio deste ano, o Supremo Tribunal Federal (STF) determinou que a administração Jair Bolsonaro está obrigada a tomar as medidas necessárias para realizar o Censo no ano que vem. Por lei, a pesquisa deve ser realizada a cada dez anos. A última ocorreu em 2010. Como é o Censo No ano que vem, cerca de 213 milhões de habitantes, em mais de 70 milhões de domicílios, serão visitados pelos recenseadores nos 5.570 municípios do país. A pesquisa revelará, entre outras informações, as características dos domicílios, identificação étnico-racial, nupcialidade, núcleo familiar, fecundidade, religião ou culto, deficiência, migração interna ou internacional, educação, deslocamento para estudo, trabalho e rendimento, deslocamento para trabalho, mortalidade e autismo. Realizado a cada 10 anos, o Censo Demográfico é a principal fonte de referência para o conhecimento das condições de vida da população em todos os municípios do país. O morador terá a opção de responder ao recenseador presencialmente, por telefone ou ainda preencher o questionário pela internet. De qualquer forma, o recenseador terá que ir ao domicílio, seja para realizar a entrevista no local, obter o telefone do morador ou fornecer o link e a chave de acesso ao questionário para que o próprio morador preencha o questionário pela internet. O IBGE informa que está desenvolvendo protocolos que garantam a segurança do recenseador e do morador durante a coleta das informações. Além dos procedimentos de segurança, como uso de máscara, álcool e distanciamento mínimo, o morador terá a alternativa de responder por telefone ou pela internet.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Divulgação Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta sexta-feira (21) em Petrolina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Ela é confundida com a maculata nativa do RJ, mas a planta ornamental foi criada em viveiros e sua produção atual vem da Holanda. Visual exuberante a tornou febre nas redes. Begonia maculata 'Wighti', a planta queridinha do Instagram e de origem misteriosa Rafael Miotto/g1 As folhas são de um verde escuro e profundo. Em contraste, bolinhas brancas se espalham como máculas (manchas) por sua superfície e parecem feitas à mão. Não bastasse também seu formato recortado e assimétrico, que lembra o de “asas de anjo”, um vermelho pulsante surge na parte de trás da folha. Essa combinação acabou tornando a Begonia maculata cv. “Wightii” (nome científico) uma das plantas mais queridinhas do Instagram. Dona de uma beleza enigmática, outro mistério que ronda as suas folhagens é o de sua própria origem. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram “Essa planta não é da natureza, não é a planta que dizem ser nativa do Brasil, da região Sudeste, e que está em vias de extinção. Na realidade, essa planta é um cultivar”, explica Samuel Gonçalves, doutor em botânica pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). QUIZ: É bom pai ou mãe de planta? Plantas em casa: veja os erros que prejudicam as suas SOS plantas: como saber se morreram ou se estão doentes Os cultivares como a "Wightii" são vegetais que passaram por transformação durante o cultivo feito por humanos. Novas características surgiram nesta begônia criada em viveiro, e a variedade passou a ser replicada intencionalmente por seu valor comercial. Begonia maculata 'Wightii' tem suas famosas pintas brancas Rafael Miotto/g1 Samuel Gonçalves explica que os cultivares podem surgir de maneira natural ou de forma induzida por humanos. "São selecionadas as melhores plantas para que características sejam mantidas. Isso é o melhoramento genético", explica. “A Begonia maculata de fato, ocorre apenas no Rio de janeiro; é uma planta com populações pequenas”, explica Eliane de Lima Jacques, doutora em botânica pela Universidade de São Paulo (USP). Em contraste com o verde da frente, as folhas da Begonia maculata 'wightii' tem uma coloração rubra na parte de traz Rafael Miotto/g1 Mas qual o mistério? O primeiro registro histórico sobre a “Wightii” é de 1933, quando o botânico Karl Albert Fotsch a descreveu no livro “Die Begonien” ("As Begônias", em tradução livre para português). A planta nativa do Brasil tem registro anterior, de 1819, descrita pelo italiano Giuseppe Raddi. "A Begonia maculata 'Wightii' tem que ter vindo da Begonia maculata 'Tipo', a original do sudeste brasileiro. Só não dá pra se afirmar como esse cultivar foi produzido ou como ele surgiu", afirma o botânico Samuel Gonçalves. Begonia maculata nativa do Rio de Janeiro não tem pintas tão grandes e nem folhas tão recortadas J.Wesenberg / Eliane Jacques No entanto, essa origem não é um consenso entre os estudiosos. Como falta material histórico sobre a criação da "Wightii", a ligação com a Begonia maculata (nome científico) endêmica do Rio de Janeiro acabou se perdendo, afirma Eliane, que é especialista em taxinomia (ciência que classifica organismos vivos) de Begoniaceae, a família de plantas da qual as begônias fazem parte. "Nós não temos os materiais que atestam esse nome, ficamos acreditando nesta similaridade [entre a Maculata nativa e a 'Wightii'] porque o autor [Fotsch] descreve, mas nenhum material foi encontrado em um herbário com esse nome de 'Wigthii'", aponta Eliane. A hipótese defendida pela botânica é que a "Wightii" surgiu por meio de variedade de begônia levada para a Europa por naturalistas no século 19. "São plantas que chegavam ao Jardim Botânico de São Petersburgo [Rússia] e eram disseminadas", diz Eliane. Esse processo pode ter sido o responsável pelo surgimento da "Wightii". "Dentro da própria estufa, muitas deles podiam se hibridizar", diz a botânica. Existem mais de 2.060 espécies de begônia espalhadas pelo mundo. Elas vivem, sobretudo, em zonas tropicais da América, África e Ásia. Begonia maculata 'Wigthii' é altamente instagramável Rafael Miotto/g1 Mil plantas no apê: como é a vida dos donos de 'urban jungle' Mudas da 'Wightii' vêm da Holanda A grande onda da “Wightii” começou em 2020 no Brasil. Com o crescimento da procura por plantas ornamentais para dentro de casa durante a pandemia, a planta cheia de pintinhas virou febre. No início, a Flora Fujimaki vendia cerca de 100 unidades da planta por semana para lojas – eles não comercializam diretamente ao consumidor. Mas a procura era tanta que a "Wightii" chegou a atingir valores de R$ 400 em alguns revendedores. Criação da Begonia maculata 'Wightii' no Brasil a partir de mudas vindas da Holanda Flora Fujimaki “Hoje nós conseguimos uma produção que consegue atingir bem o mercado, e o preço baixou”, afirma Rita Takahashi, analista comercial da Flora Fujimaki, uma das pioneiras da venda da "Wightii" no Brasil. “O encarecimento não foi positivo, porque parecia um produto inacessível. Hoje é possível achar por a partir de R$ 49,90 em alguns pontos”, diz. A Flora Fujimaki vende até 4 mil dessas begônias em uma semana. As mudas vêm da Holanda ao Brasil via um importador. “Elas chegam bem pequinininhas e podem levar de 15 a 20 semanas para chegar ao porte de venda, dependendo do tamanho do pote [vaso]", conta Rita. O g1 entrou em contato com a Terra Viva, responsável pela importação da "Wightii", para obter mais informações sobre a origem da planta na Holanda, mas a empresa não respondeu as perguntas enviadas até a última atualização dessa reportagem. Como cuidar da Begonia maculata “Wightii” A planta é considerada fácil de cuidar. Veja algumas dicas do botânico Samuel Gonçalves a seguir: Rega: são plantas que gostam de umidade, mas o substrato não pode ser muito encharcado, permitindo que a superfície seque entre as regas. Substrato: deve ser fértil, fibroso e rico em matéria orgânica. É preciso de adubação frequente para que a planta se desenvolva. O indicado é o NPK líquido 10 10 10 uma vez ao mês. Luz: precisa de muita claridade, de luz indireta, para seu desenvolvimento. Pode também ser adaptada ao sol pleno, para isso, deve-se ir aumentando gradativamente a sua exposição ao sol. Poda: fazer apenas a limpeza, retirando folhas velhas e as flores (sim, ela esporadicamente também dá flores) que secarem. Begonia maculata 'Wightii' é de fácil cuidado Rafael Miotto/g1 Dá para fazer muda? Sim, e não é difícil. "Bastar cortar a pontinha de um caule que tenha duas ou três folhas e colocar o caule na água, após o enraizamento, basta plantá-la em substrato adequado [fibroso e rico em matéria orgânica]”, diz o botânico Samuel Gonçalves. Também é possível tentar fazer uma muda a partir das folhas. “Mas o enraizamento é um pouco mais demorado”, explica. A vela folhagem da Begonia maculata 'wightii' Rafael Miotto/g1 Veja dicas para sua planta sobreviver em casa: Plantas em casa: veja 6 dicas para que fiquem saudáveis 'Urban jungle': conheça o estilo de vida De mil plantas em casa até ‘floresta na comunidade’: como é viver em uma urban jungle
Quem exerce atividade remunerada deve contribuir para a Previdência; no grupo entram por exemplo trabalhadores CLT e autônomos. As contribuições dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) foram reajustadas na última quinta-feira (20). As alíquotas permanecem as mesmas, mas mudam as faixas sobre as quais elas incidem. LEIA TAMBÉM: Valores das contribuições ao INSS mudam a partir de fevereiro; entenda Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Governo reajusta contribuição previdenciária de servidores federais A contribuição é obrigatória para todos que exercem atividade remunerada, seja com ou sem vínculo empregatício. São considerados contribuintes obrigatórios do INSS: Empregado com carteira assinada Empregado doméstico Contribuinte individual (autônomos) Trabalhador avulso Segurado especial Veja mais abaixo: São considerados como contribuintes obrigatórios os empregados que trabalham com carteira assinada, incluindo os que têm contrato de trabalho temporário e os trabalhadores intermitentes. Além disso, estão incluídos na obrigatoriedade nesse grupo os diretores-empregados; os que desempenham mandato eletivo; os que prestam serviços a órgãos públicos em cargos de livre nomeação e exoneração, tais como ministros, secretários e cargos em comissão em geral; os que trabalham em empresas nacionais instaladas no exterior, multinacionais que funcionam no Brasil, organismos internacionais e missões diplomáticas instaladas no país, além dos servidores públicos que não estejam amparados por regime próprio de Previdência Social. O empregado doméstico, que trabalha por mais de dois dias na semana no âmbito residencial, de forma contínua e subordinada, também é considerado contribuinte obrigatório, tendo como exemplo governantas, auxiliares de limpeza, jardineiros, motoristas e caseiros. O contribuinte individual, que trabalha por conta própria ou que presta serviço de natureza eventual a empresas, sem vínculo empregatício, sem habitualidade e permanência, também é considerado segurado obrigatório da Previdência Social. Nessa categoria entram também os microempreendedores individuais (MEIs). São também segurados obrigatórios da Previdência os trabalhadores avulsos, que prestam serviços a várias empresas, mas que são contratados por sindicatos e órgãos gestores de mão de obra, como os trabalhadores de portos (estivador, carregador, amarrador de embarcações) e também aqueles que trabalham na indústria de extração de sal ou ensacamento de cacau. Já os segurados especiais, que são as pessoas que exercem o trabalho na zona rural, além de seringueiros, extrativistas vegetais, carvoeiros e pescadores artesanais, também são considerados contribuintes obrigatórios. Como são feitas as contribuições As contribuições obrigatórias à Previdência são feitas da seguinte forma: Empregado: pela própria empresa Empregado doméstico: pelo empregador Contribuinte individual: pelo próprio profissional Trabalhador avulso: pelo sindicato da categoria ou órgão gestor de mão de obra Segurado especial: pelo próprio trabalhador rural Contribuição facultativa É possível ainda contribuir de forma facultativa para o INSS. Nesse caso, os segurados que não têm uma atividade remunerada devem pagar a Guia da Previdência Social (GPS). A alíquota de contribuição, que determina quanto o contribuinte deve pagar para ter direito a benefícios previdenciários como aposentadoria, auxílio-doença e pensão por morte, varia de 5% a 20%. Veja abaixo quem pode contribuir de forma facultativa para a Previdência: quem se dedica exclusivamente ao trabalho doméstico no âmbito de sua residência; síndico de condomínio, quando não remunerado; estudante; brasileiro que acompanha cônjuge que presta serviço no exterior; quem deixou de ser segurado obrigatório da Previdência Social; membro de Conselho Tutelar, desde que não esteja vinculado a qualquer regime de Previdência Social; estagiário que preste serviços a empresa nos termos da Lei nº 11.788, de 2008; bolsista que se dedique em tempo integral a pesquisa, curso de especialização, pós-graduação, mestrado ou doutorado, no Brasil ou no exterior, desde que não esteja vinculado a qualquer regime de Previdência Social; presidiário que não exerça atividade remunerada nem esteja vinculado a qualquer regime de Previdência Social; brasileiro residente ou domiciliado no exterior; segurado recolhido à prisão sob regime fechado ou semi-aberto, que, nesta condição, preste serviço, dentro ou fora da unidade penal, a uma ou mais empresas, com ou sem intermediação da organização carcerária ou entidade afim, ou que exerce atividade artesanal por conta própria; atleta beneficiário da Bolsa-Atleta não filiado a regime próprio de Previdência Social.

Faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos foram atualizadas para 2022; novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro. Benefícios do INSS sobem 10,16% O valor das contribuições dos trabalhadores ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) vai mudar a partir de fevereiro. Com o reajuste do teto dos benefícios, de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22, foram atualizadas também as faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos. Com o reajuste de 10,16% pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), quem ganha menos vai contribuir menos para o INSS, e quem ganha mais, vai contribuir mais. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Esses novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro deste ano ainda seguem a tabela anterior. LEIA TAMBÉM: Salário mínimo em 2022: veja o valor nacional e nos estados INSS: veja calendário de pagamento de benefícios em 2022 Prova de vida: INSS estende prazo para segurados Quanto você vai pagar Com a reforma da Previdência de 2019, as alíquotas de contribuição passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa. Assim, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo: Novos valores de contribuição ao INSS Juan Silva/G1 Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,82 de contribuição. Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima: Paga 7,5% sobre R$ 1.212: R$ 90,90 de contribuição Mais 9% sobre R$ 1.215,35, que é a diferença de R$ 2.427,35 de R$ 1.212: R$ 109,38 Mais 12% sobre R$ 1.213,68, que é a diferença de R$ 3.641,03 de R$ 2.427,35: R$ 145,64 Mais 14% sobre R$ 858,97, que é a diferença de R$ 4.500,00 de R$ 3.641,03: R$ 120,26 Total de contribuição: R$ 466,18 Simulações de contribuições A pedido do g1, Emerson Lemes, diretor do Instituto Brasileiro de Direito Previdenciário (IBDP), calculou como fica a contribuição para pessoas com diversos salários. Quem ganha até 1 salário mínimo pagará R$ 1,68 a menos por mês em relação ao ano passado. Já todos que recebem acima de R$ 7.087,22 pagarão a contribuição máxima de R$ 828,39 - R$ 76,40 a mais em relação ao ano passado (R$ 751,99). Isso ocorre porque a contribuição é limitada ao teto da Previdência Social. Veja na tabela abaixo: Valores de contribuição ao INSS Economia g1 Benefícios do INSS têm reajuste de 10,16% e teto sobe para R$ 7.087 Mudança com reajuste de salários De acordo com os cálculos de Lemes, somente os salários a partir de R$ 6.541,55 terão aumento no valor da contribuição em relação a 2021. Isso ocorre, segundo ele, porque, com a tabela progressiva, momentaneamente os trabalhadores que não tiveram reajuste de salário terão a redução de contribuição. A exceção fica por conta dos trabalhadores que, em janeiro de 2022, tiverem reajustes de salários. “A tabela foi reajustada, mas os salários das pessoas ainda não foi, então elas pagarão menos até que seus empregadores lhes deem reajuste”, explica. Se houver reajustes dos salários durante o ano, haverá mudança nas contribuições por conta do reenquadramento nas faixas de contribuição. “Se o trabalhador recebe R$ 2 mil e, em abril, tiver seu salário reajustado para R$ 2.200, até março ele vai pagar R$ 161,82, e a partir de abril pagará R$ 179,82”, exemplifica. "Em resumo, quem ainda não teve reajuste de salário e recebe entre o mínimo e o teto terá redução de contribuição. No caso de salário de R$ 1,3 mil, por exemplo, vai pagar R$ 1,68 a menos do que pagava no ano passado até ter o reajuste. No caso de salário de R$ 6 mil, vai pagar R$ 15,11 a menos", explica.
O governo federal prepara uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) com o objetivo de reduzir tributos federais de diesel e gasolina. O motivo é a preocupação com a alta do preço dos combustíveis em ano eleitoral. O texto deve ser enviado ao Congresso no início de fevereiro, quando os parlamentares voltam do recesso. Fontes que participam da elaboração do plano informaram ao blog que está em estudo um dispositivo que autoriza o governo a reduzir ou até zerar impostos federais sobre diesel e gasolina temporariamente quando o valor dos combustíveis atingir um certo limite. Alta dos combustíveis faz disparar inflação de itens relacionados a transporte A regra ignoraria a perda de receita, mesmo com vedação da Lei de Responsabilidade Fiscal. A legislação determina que a redução de impostos precisa ter compensação que substitua a perda de receita. Em 2021, o governo arrecadou cerca de R$ 60 bilhões em impostos federais. A PEC também pode incluir a criação de um fundo de estabilização para os combustíveis custeado por arrecadação de royalties. Este seria utilizado quando o valor do diesel e da gasolina praticados pela Petrobras ultrapassassem um patamar pré-estabelecido. Fontes do governo avaliam que, apesar de ser ano eleitoral, há clima para aprovar no Congresso a medida porque trata de algo sensível para a população: peso crescente do preço dos combustíveis no bolso. A decisão foi tomada a partir da avaliação que neste ano o preço internacional do petróleo pode ter altas consideráveis, atingindo US$ 100 o barril. Como em ano eleitoral a cotação do dólar tende a oscilar muito, há receio no governo que o impacto eleitoral custe votos ao presidente Jair Bolsonaro, que tenta a reeleição. A escolha por uma emenda constitucional também tem origem no ano eleitoral, para tentar evitar questionamentos no Tribunal Superior Eleitoral. VÍDEOS: notícias sobre política

Processo de desestatização ainda precisa do aval do Tribunal de Contas da União. A Eletrobras convocou nesta quinta-feira (20) a assembleia geral extraordinária de acionistas que irá deliberar sobre a privatização da companhia. Sede da Eletrobras no Rio Reuters A reunião foi marcada para 22 de fevereiro, às 14h, e será realizada de forma totalmente digital, segundo documentos enviados pela companhia à Comissão de Valores Mobiliários. Os acionistas vão deliberar sobre as condições da desestatização, que segue em andamento apesar de ainda não ter recebido aprovação do Tribunal de Contas da União. Planalto articula para ter aval do TCU à venda da Eletrobras até março Privatização e compra de ações da Eletrobras com o FGTS: o que se sabe até agora Parte dos temas relativos à privatização será votada em bloco. Entram nesse esquema, por exemplo, a reestruturação da companhia para segregação dos ativos de Itaipu Binacional e Eletronuclear - que devem permanecer sob controle estatal - e a obrigação de realização de aportes em revitalização de bacias hidrográficas. Em comunicado, a Eletrobras ressaltou que algumas condições para a privatização ainda poderão ser alteradas, a depender do resultado do processo no âmbito do TCU. A corte ainda precisa dar seu aval a importantes procedimentos para a privatização, entre eles o valor que será pago pela Eletrobras à União para renovar as concessões hidrelétricas sob novo regime. Em paralelo, o TCU também analisará a modelagem da privatização, que prevê uma oferta de ações na bolsa brasileira e norte-americana. Neste mês, a companhia divulgou que planeja protocolar pedidos de registro da oferta pública global de distribuição de ações ordinárias e de American Depositary Receipts (ADR) no segundo trimestre. Vídeos: Últimas notícias de economia

Interrupções na cadeia de abastecimento, inflação e políticas monetárias mais apertadas estariam prejudicando a retomada da economia global. A diretora-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), Kristalina Georgieva, em imagem de arquivo Olivier Douliery/AFP O Fundo Monetário Internacional (FMI) espera aumentar sua previsão para o custo da pandemia de Covid-19 à economia global, atualmente em US$ 12,5 trilhões até 2024, disse a diretora-gerente do Fundo, Kristalina Georgieva, nesta quinta-feira (20). Georgieva afirmou, em um evento organizado pelo Financial Times, que interrupções na cadeia de abastecimento, inflação e políticas monetárias mais apertadas estavam "jogando água fria na recuperação em todos os lugares". Ela disse que enormes divergências entre as taxas de vacinação contra a Covid-19 e a crescente desigualdade geral entre ricos e pobres causada pela pandemia, bem como as perdas de aprendizado e aumento dos impactos de gênero, causarão mais protestos, tensões e insegurança.

Alta faz parte de um acordo comercial entre os dois países que prevê aumento das compras dos chineses dos EUA. China comprou 32,3 milhões de toneladas de soja dos EUA em 2021, um aumento de 25% em relação aos 25,89 milhões de toneladas em 2020. Divulgação/Ascom Seagri As importações chinesas de soja dos Estados Unidos aumentaram em 2021 em relação ao ano anterior, em meio ao avanço de compras agrícolas de Pequim sob um acordo comercial com Washington, enquanto os embarques brasileiros anuais caíram, mostraram dados alfandegários da China nesta quinta-feira (20). O maior importador de soja do mundo obteve 32,3 milhões de toneladas de soja dos EUA em 2021, um aumento de 25% em relação aos 25,89 milhões de toneladas em 2020. Já as importações anuais de soja do Brasil chegaram a 58,15 milhões de toneladas, queda de 9,5% em relação aos 64,28 milhões em 2020, mostraram os dados. Sob um pacto comercial com os EUA, a China concordou em aumentar em US$ 19,5 bilhões suas importações de todos os produtos agrícolas dos Estados Unidos em 2021, em relação a uma linha de base de US$ 24 bilhões de importações em 2017. Enquanto a China aumentou a compra de produtos agrícolas dos EUA, incluindo soja, para cumprir o acordo comercial inicial assinado em janeiro de 2020, o país asiático também postergou a aquisição da oleaginosa brasileira nos primeiros meses do ano devido ao clima adverso no Brasil -- que atrasou a colheita da safra -- ajudando a ampliar a janela de exportação dos EUA. Os processadores chineses buscaram mais soja no mercado internacional no início de 2021 para transformar em farelo de soja e alimentar o rebanho de suínos do país, que estava se recuperando rapidamente dos estragos de um surto generalizado de peste suína africana. A China comprou 21,57 milhões de toneladas de soja dos EUA no primeiro semestre de 2021, um aumento de 133% em relação às 9,24 milhões de toneladas no ano anterior. Em contrapartida, os embarques de grão brasileiro nos primeiros seis meses de 2021 chegaram a 26,13 milhões de toneladas, 20% abaixo dos 32,55 milhões de toneladas em 2020 As margens de esmagamento na China caíram para seus níveis recordes de baixa em junho, no entanto, à medida que as margens dos suínos caíram, o que reduziu o apetite por soja de todas as origens. As importações totais de soja da China em 2021 foram de 96,52 milhões de toneladas, uma queda de 3,8% em relação a 2020, uma vez que a queda das margens pesou sobre a demanda. Para dezembro, as importações de soja da China dos Estados Unidos foram de 6,09 milhões de toneladas, quase o dobro em relação ao mês anterior, mostraram dados alfandegários, já que mais cargas chegaram após atrasos anteriores causados pelo furacão Ida. Os números aumentaram 4% em relação aos 5,84 milhões de toneladas que a China comprou dos EUA um ano antes, segundo os dados. Os embarques brasileiros em dezembro foram de 2,12 milhões de toneladas, 80% acima do volume de 1,18 milhão de toneladas do ano anterior, mas 43% abaixo dos 3,75 milhões de toneladas em novembro, mostraram os dados.

Valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. Recolhimentos efetuados em janeiro – relativos aos salários de dezembro passado – ainda seguem a tabela anterior. Com o reajuste do teto dos benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), de R$ 6.433,57 para R$ 7.087,22, as faixas de contribuição dos empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos foram atualizadas. Veja abaixo: 7,5% para quem ganha até um salário mínimo (R$ 1.212) 9% para quem ganha entre R$ 1.212,01 e R$ 2.427,35 12% para quem ganha entre R$ 2.427,36 e R$ 3.641,03 14% para quem ganha entre R$ 3.641,04 e R$ 7.087,22 Esses novos valores deverão ser recolhidos apenas em fevereiro, pois são relativos aos salários de janeiro. Os recolhimentos relativos aos salários de dezembro de 2021 e efetuados em janeiro deste ano ainda seguem a tabela anterior. LEIA TAMBÉM: Salário mínimo em 2022: veja o valor nacional e nos estados INSS: veja calendário de pagamento de benefícios em 2022 Prova de vida: INSS estende prazo para segurados Vale lembrar que, com a reforma da Previdência de 2019, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor. Ou seja, se o trabalhador ganha mais de um salário mínimo, ele paga 7,5% de alíquota de contribuição sobre R$ 1.212 e outros percentuais no que exceder esse valor, de acordo com a tabela abaixo: Novos valores de contribuição ao INSS Juan Silva/G1 Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,80 de contribuição. Quem ganha R$ 2.000 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre R$ 788 (R$ 70,92), totalizando R$ 161,82. Já quem ganha R$ 4.500 terá a seguinte contribuição, seguindo as faixas de valores da tabela acima: Paga 7,5% sobre R$ 1.212: R$ 90,90 de contribuição Mais 9% sobre R$ 1.215,35, que é a diferença de R$ 2.427,35 de R$ 1.212: R$ 109,38 Mais 12% sobre R$ 1.213,68, que é a diferença de R$ 3.641,03 de R$ 2.427,35: R$ 145,64 Mais 14% sobre R$ 858,97, que é a diferença de R$ 4.500,00 de R$ 3.641,03: R$ 120,26 Total de contribuição: R$ 466,18 Benefícios têm reajuste de 10,16% Benefícios do INSS têm reajuste de 10,16% e teto sobe para R$ 7.087 Aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 10,16% na remuneração. Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22. Já para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. Veja abaixo como ficam os valores reajustados de acordo com o novo salário mínimo e INPC – valores referentes a mais de um salário mínimo englobam quem já estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro de 2021. Reajuste dos benefícios do INSS Economia g1
Nesta quinta-feira (20), o principal índice da bolsa avançou 1,01%, aos 109.102 pontos. O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em alta em nesta quinta-feira (20), escapando da influência negativa de Nova York. O Ibovespa subiu 1,01%, a 109.102 pontos. Veja mais cotações. É o maior patamar de fechamento desde 20 de outubro do ano passado (110.786 pontos). Na quarta-feira, a bolsa avançou 1,26%, a 108.013 pontos. Com o resultado desta quinta, passou a acumular alta de 2,03% na semana e 4,08% no ano. e Prazo para Bolsonaro sancionar o orçamento de 2022 termina na sexta-feira (21) Cenário André Querne, sócio da Rio Gestão, disse que as ações de crescimento lideraram o desempenho do índice, enquanto as exportadoras de commodities e os grandes bancos, que estavam sustentando o Ibovespa, fecharam de lado ou em queda. Esse apetite por risco, segundo ele, vem após pressão sobre as ações ligadas ao consumo interno nos últimos meses, o que as deixaram mais atrativas para investidores. Além disso, ele citou a pausa na alta dos rendimentos dos títulos do governo norte-americano e algum alívio na cena fiscal doméstica, após a pressão de servidores por reajustes salariais ser menor do que o esperado. "O mercado tinha um expectativa de uma paralisação de servidores mais forte na terça-feira...Como não foi muito forte, deu uma reduzida no risco", disse ele, ponderando que investidores segue com a pauta no radar. Na véspera, o presidente Jair Bolsonaro deixou em aberto um reajuste só para categorias de segurança pública. Em Wall Street, os principais índices passaram viraram para baixo no final da sessão, depois de subirem no intradiário com investidores buscando por papéis baratos. O Nasdaq caiu 1,3%. Os rendimentos dos Treasuries se acomodaram ​​após atingirem máximas em dois anos mais cedo na semana. Na Europa, o índice STOXX 600 teve alta de 0,5%, enquanto na China, ações subiram após o corte de taxas de juros no país para impulsionar a economia.

Entre as oportunidades, quatro para topógrafo, quatro para laboratorista e três para engenheiro civil. Cadastro pode ser realizado pela internet. O Sistema Nacional de Emprego (Sine) de Porto Velho está ofertando mais de 50 vagas de trabalho nesta quinta-feira (20). Entre as oportunidades, quatro para topógrafo, quatro para laboratorista e três para engenheiro civil. engenheiro Pexels Como se candidatar? Para se candidatar a uma das vagas, o morador precisa realizar um cadastro online e apresentar documentos como carteira de trabalho, registro geral, comprovante de residência e currículo atualizado. Clique aqui e faça o cadastro. Os atendimentos presenciais serão realizados das 07h30 às 13h30 para os que não possuem acesso à internet. O Sine Municipal atende em dois pontos em Porto Velho, sendo: Sede central localizada na Rua Brasília, 2512, São Cristóvão Praça CEU, situada na Rua Antônio Fraga Moreira, 8250, bairro JK I Os canais para agendamento ou tirar dúvidas são: o telefone fixo (69) 3901-3213, 3901-3181, o celular (69) 9 8473-7437 (WhatsApp) e o e-mail [email protected] Confira as vagas disponíveis: Eletrotécnico Consultor de Vendas Cozinheiro Chefe Empregada Doméstica Operador de Jato Cuidador de Idoso Serviços Gerais Soldador Diarista Entregador Mecânico de Automóvel Carpinteiro Representante Comercial Pintor Automotivo Cartazista Operador de Caixa Marceneiro Serralheiro Vidraceiro Pedreiro Passadeira de Roupa a Vapor Lavadeira Polidor de Veículos Auxiliar de Manutenção Eletricista Operador de Motoniveladora Operador de Pá Carregadeira Operador de Retroescavadeira Operador de Escavadeira Operador de Rolo Compactador Apontador Topógrafo Laboratorista Engenheiro Civil Mecânico de Refrigeração Pirotécnico Serviços Gerais Atendente Cozinheiro Vendedor Técnico Técnico em Ar-Condicionado Veicular Vendedor Externo Empregada Doméstica Chapeiro de Lanches Técnico em Segurança do Trabalho Pedreiro Eletricista Predial Caseiro Funileiro Veja outras notícias de Rondônia
IFI, ligada ao Senado, calcula que mudança nos precatórios, aprovada no fim do ano pelo Congresso Nacional, resultou em um espaço adicional de R$ 113,1 bilhões. Instituição prevê maior rombo nas contas públicas. A aprovação da PEC dos precatórios pelo Congresso Nacional no fim do ano passado abriu um espaço adicional de R$ 113,1 bilhões para novas despesas no orçamento deste ano, segundo informou a Instituição Fiscal Independente (IFI) no Relatório de Acompanhamento Fiscal (RAF) de janeiro. O órgão é vinculado ao Senado Federal. Os precatórios são dívidas da União reconhecidas pela justiça em decisões das quais não cabem mais recursos. Ao defender a mudança nas regras no ano passado, o governo informou que o objetivo seria espaço fiscal no Orçamento de 2022 para bancar o Auxílio Brasil, programa sucessor do Bolsa Família. Porém, parte dos valores também foi destinado às emendas secretas, ao fundo eleitoral e ao reajuste de servidores (veja mais abaixo). Com as novas regras para os precatórios, o Auxílio Brasil recebeu mais R$ 54,6 bilhões, elevando a dotação total do programa, em 2022, para R$ 89,1 bilhões, contra R$ 34,7 bilhões previstos anteriormente (valores do antigo Bolsa Família, que foi extinto no fim de 2021). Além disso, outros R$ 27,5 bilhões foram destinados ao reajuste de benefícios previdenciários, por conta da alta maior da inflação. No ano passado, segundo a IFI, foram gastos R$ 17,2 bilhões com o Bolsa Família, R$ 62,6 bilhões com o Auxílio Emergencial e R$ 9,2 bilhões com o Auxílio Brasil (a preços de dezembro de 2021). "Ao todo, esses gastos somaram R$ 90 bilhões [em 2021], valor quase idêntico aos R$ 89,1 bilhões previstos com o Auxílio Brasil em 2022", informou. AGU argumenta no Supremo que é constitucional aumento no valor do fundo eleitoral Emendas de relator Porém, de acordo com os cálculos da IFI, o espaço adicional para gastos aberto com a PEC dos Precatórios também foi utilizado para inflar em R$ 16,5 bilhões o valor das as chamadas emendas de relator em 2022, conhecidas como "orçamento secreto". A transparência desses recursos é questionada em ações no Supremo Tribunal Federal (STF) e no Tribunal de Contas da União (TCU). O pagamento das emendas, no último ano, não exigiu identificação de quais parlamentares que solicitaram a verba e também não foi feita uma distribuição igualitária entre deputados e senadores — favorecendo os aliados do governo Bolsonaro. "É o terceiro ano consecutivo em que o Congresso inclui a identificação das emendas de Relator no Orçamento. A modalidade parece se consolidar, a despeito das controvérsias em torno da transparência dada ao uso desses recursos. O valor de 2022 é menor do que o previsto em 2020 (R$ 30,1 bilhões) e em 2021 (26 bilhões), mas ainda representa montante expressivo, muito próximo do total destinado às emendas impositivas no Orçamento de 2022 (R$ 16,8 bilhões)", informou a IFI, no relatório. Fundo eleitoral Além disso, as mudanças nas regras de pagamento das sentenças judiciais (precatórios) também possibilitou ao Congresso Nacional elevar, em R$ 2,8 bilhões, o valor destinado ao fundo eleitoral, para a campanha de 2022, de acordo com números da IFI. O valor aprovado para o fundo eleitoral, que irá custear as campanhas dos candidatos às eleições de 2022, foi fechado em R$ 4,93 bilhões. O montante de recursos para essa finalidade gerou embate até a véspera da votação. Na proposta de Orçamento do governo, enviada em agosto deste ano, o valor estava estimado em R$ 2,1 bilhões. De acordo com a IFI, esse valor poderá subir ainda mais, uma vez que a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) de 2022, que serve de referência para o orçamento deste ano, contempla R$ 5,7 bilhões para o fundo eleitoral. "Na Proposta Orçamentária enviada pelo Executivo, em agosto, o valor previsto era de apenas R$ 2,1 bilhões. No Congresso, por meio de emenda do Relator Geral, no valor de R$ 2,8 bilhões, os recursos chegaram a R$ 4,9 bilhões, ainda inferiores ao montante definido seguindo a regra da LDO. Essa será mais uma fonte de pressão sobre o Orçamento durante a execução", acrescentou a IFI. Reajuste a policiais Os números da IFI mostram que a aprovação da PEC dos Precatórios também possibilitou a autorização, no orçamento deste ano, de R$ 1,8 bilhão para reajuste da Polícia Federal (PF), da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Departamento Penitenciário Nacional (Depen). O reajuste somente para essas carreiras está gerando protestos na administração pública. Nesta terça-feira (18), servidores federais fizeram uma manifestação em Brasília para pedir a reestruturação de carreira e reajuste salarial. Estavam presentes, entre outros, servidores do Banco Central e de agências reguladoras. A manifestação faz parte de um pacote de reivindicações que reúne funcionários públicos federais, convocado pelo Fórum Nacional Permanente de Carreiras Típicas de Estado (Fonacate). Também na terça, o vice-presidente Hamilton Mourão disse que o espaço orçamentário para conceder aumento a diferentes categorias de servidores é "muito pequeno" e que o presidente Jair Bolsonaro ainda não bateu o martelo sobre o reajuste a agentes de saúde e segurança. Rombo maior nas contas públicas Com as mudanças nos precatórios, liberando um espaço adicional para despesas, a Instituição Fiscal Independente também calcula que o rombo (déficit primário) nas contas do governo federal ficará em R$ 106,2 bilhões neste ano, acima dos R$ 79,4 bilhões que estão estimados no orçamento de 2022. "A IFI prevê um deficit ainda maior, da ordem de R$ 106,2 bilhões (1,1% do PIB), em cenário que combina queda da arrecadação, em proporção do PIB, e despesas primárias relativamente estáveis, com gastos do Auxílio Brasil substituindo em boa medida a redução nas despesas extraordinárias para enfrentamento da covid-19", informou, no documento. VÍDEOS: veja mais notícias de política

Portaria publicada no Diário Oficial atualizou as bases de contribuição sobre as quais são aplicadas as alíquotas em 10,16%. Os servidores públicos federais, incluindo ativos, aposentados e pensionistas, também tiveram as contribuições previdenciárias reajustadas pelo governo federal nesta quinta-feira (20). Benefícios do INSS acima do mínimo têm reajuste de 10,16%; teto sobe para R$ 7.087 Portaria publicada no Diário Oficial atualizou as bases de contribuição sobre as quais são aplicadas as alíquotas em 10,16% – o mesmo aplicado aos trabalhadores do setor privado, que contribuem ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Veja abaixo quais eram as faixas em 2021 – e quais passam a valer com incidência a partir de 1º de janeiro de 2022. Previdência dos servidores Economia g1
Nesta quinta-feira (20), moeda norte-americana recuou 0,92%, a R$ 5,4150. O dólar fechou em queda de 0,92%, cotado a R$ 5,4150, nesta quinta-feira (20), menor valor para um fechamento desde 11 de novembro do ano passado (R$ 5,403), em meio a um novo rali de moedas de risco patrocinado por otimismo sobre a China e acomodação nas taxas de juros nos EUA. No mercado local, o mercado aproveitou para seguir desmontando posições contra a divisa brasileira, atento ao cenário político. Com o resultado, a moeda norte-americana passou a acumular queda de 2,87% na parcial do mês e do ano. Veja mais cotações. Na mínima da sessão, a moeda norte-americana chegou a R$ 5,3780. l Cenário Investidores continuaram atentos a preocupações domésticas, com destaque para reivindicações de servidores públicos, que participaram de manifestações em Brasília na terça-feira para exigir reajustes salariais. No ano passado, a confiança dos investidores na saúde das contas públicas foi chacoalhada pela promulgação da PEC dos Precatórios, que alterou a regra do teto de gastos para permitir mais despesas do governo. No exterior, a expectativa de que os juros dos Estados Unidos começariam a subir na próxima reunião do Federal Reserve perderam força, uma vez que o crescimento da variante ômicron do coronavírus trouxe preocupações de desaceleração da economia. Prévia do PIB tem resultado positivo, mas demanda cautela
A energia foi responsável por 2,46 pontos percentuais do aumento anual e os serviços mais caros contribuíram com 1,02 ponto. A alta dos preços ao consumidor na zona do euro saltou a uma máxima recorde em dezembro, confirmou nesta quinta-feira (20) a agência de estatísticas da União Europeia, devido ao aumento da energia e a gargalos na cadeia de oferta conforme a economia se recupera dos lockdowns da pandemia. A agência de estatísticas da UE, Eurostat, informou que os preços ao consumidor nos 19 países que usam o euro subiram 0,4% em dezembro sobre o mês anterior e saltaram 5% na base anual, o mesmo que a preliminar publicada em 7 de janeiro. A energia foi responsável por 2,46 pontos percentuais do aumento anual e os serviços mais caros contribuíram com 1,02 ponto. Os bens industriais excluindo energia responderam por 0,78 ponto, e alimentos, álcool e tabaco contribuíram com mais 0,71 ponto. Sem os voláteis preços de energia e alimentos, ou o que o Banco Central chama de núcleo da inflação, os preços subiram 0,4% no mês e 2,7% no ano. O BCE quer manter a inflação ao consumidor em 2% no médio prazo, mas tem subestimado as pressões de preços e foi criticado por isso por algumas de suas próprias autoridades.

Para um grupo com mais de cem pessoas entre as mais ricas do mundo, os sistemas tributários não são justos. Entre os signatários está Abigail Disney, herdeira do grupo Disney Getty Images Um grupo com mais de cem pessoas que estão entre as mais ricas do mundo cobrou governos a ampliar os impostos cobrados sobre eles próprios. O grupo, batizado de Milionários Patriotas, disse que os mais ricos não estavam sendo obrigados a colaborar com a sua parcela na recuperação econômica global da pandemia do coronavírus. "Enquanto milionários, sabemos que o sistema atual de impostos não é justo", eles afirmaram em uma carta aberta. Os signatários incluem a herdeira da Disney Abigail Disney e Nick Hanauer, empresário americano e um dos primeiros investidores da gigante de vendas Amazon. Não há brasileiros na lista. Veja todos os nomes aqui. "A maioria de nós pode dizer que, enquanto o mundo passou por uma quantidade imensa de sofrimento nos últimos dois anos, nós vimos nossa riqueza aumentar durante a pandemia - mesmo assim, poucos de nós podem dizer honestamente que pagamos nossa parcela em impostos", dizem os signatários em uma carta ao Fórum Econômico Mundial. No fórum, que está sendo realizado vitualmente por causa da Covid, a ONG Oxfam disse que a pandemia fez com que os mais ricos ficassem ainda mais ricos, enquanto ampliou o número de pobres. O relatório da ONG diz que a redução da renda dos mais pobres tem contribuído com 21 mil mortes todos os dias, mas acrescentou que as dez pessoas mais ricas do mundo dobraram suas fortunas desde março de 2020. Uma pesquisa do banco Credit Suisse revelou que, em 2020, 5,2 milhões de pessoas se tornaram milionárias, elevando o número total de milionários no mundo para 56,1 milhões. O braço britânico da Milionários Patriotas disse que uma análise da Fight Inequality Alliance, da Oxfam e do Institute for Policy Studies revelou que um imposto anual de 2% sobre pessoas com mais de US$ 5 milhões (R$ 27,3 milhões), 3% para pessoas com mais de US$ 50 milhões (R$ 273 milhões), e 5% para bilionários geraria US$ 2,52 trilhões (R$ 13,78 trilhões) por ano. O grupo afirma que taxar os 119 mil britânicos mais ricos com esses valores geraria 43,71 bilhões de libras esterlinas (R$ 325,75 bilhões) adicionais ao ano. Eles disseram que o valor poderia ser usado para evitar o plano de aumentar impostos para financiar serviços sociais na Inglaterra, pagar os salários de 50 mil enfermeiros e ampliar o crédito disponível no país. O grupo afirmou que, globalmente, US$ 2,52 trilhões poderiam tirar 2,3 bilhões de pessoas da pobreza e produzir vacinas para todo o mundo. Gemma McGough, empresária britânica e fundadora do Milionários Patriotas no Reino Unido, disse: "Para o bem estar de todos - tanto ricos quanto pobres - é hora de corrigirmos os erros de um mundo desigual. É hora de taxarmos os ricos." Na carta aberta, os signatários disseram que líderes empresariais e políticos "não encontrariam a resposta num fórum privado" e eram eles próprios são "parte do problema".

Oportunidades foram disponibilizadas em 22 cidades e, do total, há 14 postos de trabalho para pessoas com deficiência. Pessoa segura carteira de trabalho enquanto busca emprego em foto de arquivo VINICIUS NUNES/AGÊNCIA F8/ESTADÃO CONTEÚDO As unidades da Agência do Trabalho oferecem, nesta quinta-feira (20), 319 vagas de emprego, por meio da Secretaria do Trabalho, Emprego e Qualificação de Pernambuco. Há oportunidades em 22 municípios do Grande Recife, da Zona da Mata, Agreste e Sertão do estado, e 14 delas são para pessoas com deficiência. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram São oferecidas 42 vagas de emprego para a área de vendas por intermédio das unidades da Agência do Trabalho nesta quinta-feira (20). Para vendedores pracistas há 26 oportunidades, em Caruaru, Garanhuns, Petrolina e Recife. Para vendedores porta a porta, tem 15 opções, em Petrolina e na capital pernambucana. Já para vendedor interno, há um posto, em Petrolina. As 319 oportunidades foram disponibilizadas para as cidades de Araripina, Arcoverde, Bezerros, Cabo de Santo Agostinho, Camaragibe, Caruaru, Garanhuns, Goiana, Igarassu, Ipojuca, Nazaré da Mata, Palmares, Paudalho, Paulista, Pesqueira, Petrolina, Recife, Salgueiro, Santa Cruz do Capibaribe, São Lourenço da Mata, Serra Talhada e Vitória de Santo Antão. O agendamento pelo site da Seteq deve ser feito para quem quiser ser atendido nas unidades da Agência do Trabalho localizadas no Recife, em Salgueiro e em Vitória de Santo Antão. Nas outras unidades, o atendimento é realizado sem necessidade de agendamento, das 8h às 14h, com fichas sendo distribuídas até as 13h. LEIA TAMBÉM: PE abre seleção para 240 médicos e outros profissionais Jaboatão faz seleção simplificada com 424 vagas Saiba como oferecer vagas de emprego através das agências Vagas de emprego Vagas para pessoas com deficiência Carteira digital Atualmente, o trabalhador pode usar a versão digital da carteira de trabalho (veja vídeo abaixo). Veja como ter acesso à carteira de trabalho digital Vídeos de PE mais vistos nos últimos 7 dias
Quem fechou um negócio pode cancelar seu cadastro como microempreendedor individual a qualquer momento, de forma virtual. Quem é Microempreendedor Individual (MEI) e fechou um negócio pode cancelar seu cadastro a qualquer momento, de forma rápida e virtual. O Governo Federal chama esse procedimento de "baixa do CNPJ". Tudo é feito gratuitamente no Portal do Empreendedor. O cancelamento do CNPJ de um MEI é permanente e não pode ser revertido, mas não impede que no futuro o empreendedor abra outro CNPJ, como MEI ou em outra categoria. Passo a passo Acessar o Portal do Empreendedor; Escolher a opção "Já sou MEI"; Clicar em "Baixa da empresa" e, em seguida, em "Solicitar baixa"; Informar CPF e senha de acesso vinculados ao MEI; Informar o código de acesso do Simples Nacional; Conferir os dados da empresa, marcar a opção "Declaração de baixa" e clicar em “Continuar”; Emitir e guardar o Certificado da Condição do Microempreendedor Individual (CCMEI) de baixa do CNPJ. Ele fica disponível logo após a confirmação do cancelamento do MEI. O que fazer após o cancelamento? Depois de cancelar o CNPJ, é preciso seguir mais alguns passos: Acessar o PGMEI (Programa Gerador do DAS para o MEI) pelo site da Receita Federal e pagar os boletos do DAS que ainda estejam em aberto, desde o mês de abertura até o mês de baixa do CNPJ; Acessar a DASN (Declaração Anual do Simples Nacional) na área específica do site da Receita Federal e enviar a Declaração Anual do Simples Nacional de Baixa (Situação Especial); Lembrar de encerrar a conta bancária em nome da empresa, caso haja uma.

Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. Carteira de Trabalho Divulgação/prefeitura de Rio das Ostras Foram divulgadas as vagas de emprego disponíveis nesta quinta-feira (20) em Petrolina, Araripina e Salgueiro, no Sertão de Pernambuco. As oportunidades são disponibilizadas pela Agência do Trabalho de Pernambuco e atualizadas no g1 Petrolina. Os interessados nas oportunidades podem entrar em contato com a Seteq através da internet. O atendimento na Agência do Trabalho, em Salgueiro, ocorre apenas com agendamento prévio, feito tanto pelo site da secretaria, quanto pelo Portal Cidadão. Petrolina Contato: (87) 3866 - 6540 Vagas disponíveis Araripina Contato: (87) 3873 - 8381 Vagas disponíveis Salgueiro Contato: (87) 3871-8467 Vagas disponíveis Vídeos: mais assistidos do Sertão de PE

Índice vale apenas para quem recebia o pagamento em janeiro de 2021; para quem teve o benefício concedido ao longo do ano passado, percentual cai, dependendo do mês de início de recebimento. Agência da Previdência Social; INSS Divulgação O governo publicou no "Diário Oficial da União" desta quinta-feira (20) a portaria interministerial que reajusta os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Aposentados e pensionistas do INSS que recebem benefícios acima do salário mínimo terão reajuste de 10,16% na remuneração. Com o reajuste, o teto dos benefícios do INSS passa de R$ 6.433,57 a R$ 7.087,22. Compartilhe esta notícia no WhatsApp Compartilhe esta notícia no Telegram Pela legislação federal, o índice de reajuste do benefício de aposentados e pensionistas que recebem valor superior ao do salário mínimo é definido pela variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior. Já para quem ganha o benefício no valor do salário mínimo, o piso nacional passou para R$ 1.212 desde 1º de janeiro. Por lei, aposentadorias, auxílio-doença, auxílio-reclusão e pensão por morte pagas pelo INSS não podem ser inferiores a 1 salário mínimo. VEJA TAMBÉM PAGAMENTOS: Valores das contribuições ao INSS mudam a partir de fevereiro; entenda VALE-GÁS: Governo começou a pagar R$ 52 para 5,4 milhões de famílias; veja calendário COVID: Planos de saúde ficam obrigados a cobrir testes rápidos, diz resolução da ANS SEU BOLSO: Entenda o que muda na economia e pode te afetar em 2022 Valores dos benefícios Veja abaixo como ficam os valores reajustados de acordo com o novo salário mínimo e INPC – valores referentes a mais de um salário mínimo englobam quem já estava recebendo os pagamentos em 1º de janeiro de 2021 (veja mais abaixo). Reajuste dos benefícios do INSS Economia g1 Reajuste para quem começou a receber em 2021 Os segurados que começaram a receber a partir de fevereiro de 2021 terão percentual menor de reajuste porque não receberam 12 meses cheios de pagamentos. Assim, o percentual de reajuste fica menor quanto mais recente for a data de início do benefício. Veja abaixo: Beneficiários que começaram a receber em 2021 Economia g1 Aposentados do INSS terão reajuste de 10,16% Comparativo dos reajustes Com o reajuste de 10,16% para beneficiários do INSS que recebem valores acima de um salário mínimo, o aumento será pouco menor que o do salário mínimo, que teve alta de 10,18%, ou de R$ 112 em relação ao valor vigente (R$ 1.100) no ano passado, mas incorporou quase R$ 2 como compensação pelo reajuste do salário mínimo abaixo da inflação em 2021. Em 2021, o reajuste foi de 5,45% para beneficiários do INSS que recebem acima de 1 salário mínimo. Já para quem ganhava 1 salário mínimo, o percentual foi de 5,26%. Veja abaixo o histórico de reajustes: Índices de reajuste de benefícios do INSS ano a ano Economia g1 De acordo com o INSS, dos 36 milhões de benefícios pagos, 23 milhões recebem o valor do salário mínimo, ou seja, 36% do total ganha acima do piso nacional. LEIA TAMBÉM: Salário mínimo em 2022: veja o valor nacional e nos estados INSS: veja calendário de pagamento de benefícios em 2022 Prova de vida: INSS estende prazo para segurados Alíquotas de contribuição ao INSS O reajuste também se reflete na cobrança da contribuição dos trabalhadores para o INSS. Para empregados com carteira assinada, domésticos e trabalhadores avulsos, a tabela de recolhimento passa a ser: 7,5% para até um salário mínimo (R$ 1.212) 9% para quem ganha entre R$ 1.212,01 e R$ 2.427,35 12% para quem ganha entre R$ 2.427,36 e R$ 3.641,03 14% para quem ganha entre R$ 3.641,04 e R$ 7.087,22 Os recolhimentos efetuados em janeiro – relativos aos salários de dezembro passado – ainda seguem a tabela anterior. Novos valores de contribuição ao INSS Juan Silva/G1 Vale lembrar que, com a reforma da Previdência de 2019, essas taxas passaram a ser progressivas, ou seja, cobradas apenas sobre a parcela do salário que se enquadrar em cada faixa, o que faz com que o percentual de fato descontado do total dos ganhos (a alíquota efetiva) seja menor. Por exemplo: um trabalhador que ganha R$ 1.500 pagará 7,5% sobre R$ 1.212 (R$ 90,90), mais 9% sobre os R$ 288 que excedem esse valor (R$ 25,90), totalizando R$ 116,80 de contribuição. Calendário de pagamentos INSS divulga calendário de pagamento de 2022 para beneficiários Quem ganha o benefício no valor de um salário mínimo recebe primeiro. O calendário referente a janeiro começa no dia 25. Já para quem recebe acima do piso nacional, os pagamentos serão a partir de 1º de fevereiro. Os pagamentos são realizados levando em conta o número final do benefício, sem considerar o último dígito que aparece depois do traço. Veja calendário abaixo: calendário de pagamento de benefícios em 2022 Divulgação

Agência já havia dado aval para a Azul e para a Gol. As três empresas juntas detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil. Avião da Latam TV Globo / Reprodução A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) também autorizou a Latam a voar com menos comissários de bordo. Serão três, em vez de quatro profissionais. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (19) no Diário Oficial da União. Azul e Gol já haviam obtido aval semelhante da agência, respectivamente nos dias 12 e 17 de janeiro. As três permissões são temporárias, válidas até março, e serão monitoradas pela Anac. Juntas, Azul Latam e Gol detêm 98,2% do mercado doméstico de aviação no Brasil, segundo dados da agência relativos a novembro --os mais recentes disponíveis. Nos três casos, as empresas poderão voar com três comissários desde que limitem a 150 o número de assentos por avião. Elas são obrigadas a manter um comissário para cada 50 passageiros. Assim, para voar com três tripulantes, os voos passam a ter número reduzido de passageiros. Na prática, a medida obriga as empresas a reacomodar passageiros em outros voos, porque haverá limite de até 150 assentos em aviões com capacidade maior do que essa. No caso da Latam, a decisão afeta aeronaves Airbus A320 (que levam até 178 passageiros) e A321 (que levam até 198 passageiros). Covid ou influenza: quais são os direitos do consumidor na hora de alterar passagem aérea? Os pedidos das companhias aéreas estão relacionados ao avanço da variante ômicron, que tem causado afastamento de tripulantes das escalas de voo e cancelamentos de voos. A ômicron também tem provocado impacto em outros setores da economia, como na área da saúde e no comércio. Segundo a agência, o objetivo é permitir às empresas "adotar medidas operacionais frente aos impactos em atrasos e cancelamentos de voos, mantendo os níveis de segurança exigidos pela Anac". A Latam confirmou que foi "oficialmente autorizada pela Aanc a reduzir o número de comissários em seus voos, em função do recente aumento de casos de Covid-19 e de influenza". Segundo a companhia, "o pedido visa minimizar os impactos das dispensas médicas de seus funcionários, que têm ocasionado cancelamentos de voos". Por fim, a companhia "reforça que não poupará esforços para seguir comunicando com antecedência aos seus clientes qualquer cancelamento de voo que se faça necessário". Entenda a regra que liberou cobrança de multas para remarcação de voos Como encontrar passagens mais baratas VÍDEO: veja como tirar passaporte Voos cancelados Em meio ao avanço da variante ômicron e do vírus H3N2 da influenza, as companhias aéreas estão dispensadas muitos de seus tripulantes com síndromes gripais para que esses possam fazer o isolamento. Isso fez com que diversos voos fossem cancelados no início de 2022. A Azul foi a primeira a ter voos afetados, mas a Latam também sofreu com os impactos, cancelando 111 voos. Na ocasião, a Anac afirmou que monitorava os casos de Covid-19 e gripe em pilotos, comissários e demais profissionais do setor aéreo, para minimizar impactos em voos. No mundo, o avanço da variante ômicron em meio à necessidade de isolar tripulantes potencialmente infectados levou a milhares de atrasos ou cancelamentos, a maioria deles em aeroportos dos EUA e da China, entre o Natal e o Ano Novo.
Malonize Seguros
Estrada de Itaquera Guaianases 55 - São Paulo / SP
Fone: (11) 2944-0410
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