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Noz aumenta a produtividade do grão em 10% e amplia a capacidade de sequestro do carbono na plantação. Parceria com café populariza macadâmia nas lavouras O café ganhou uma parceira nas lavouras de Minas Gerais e São Paulo: a macadâmia, uma noz que, além de beneficiar o grão com sombreamento e ciclagem de nutrientes, também aumenta a renda do produtor. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A presença da nogueira, árvore que gera a macadâmia, faz com que o cafezal produza 10% a mais e melhora a qualidade da bebida. A noz também lucra com a união, pois a umidade e os nutrientes presentes no solo da cafezal fazem com que ela também amplie sua produtividade. Além disso, há benefícios para o meio ambiente. Isso porque uma lavoura plantada apenas com café emite a mesma quantidade de carbono que absorve, por isso, é considerada neutra. Já em um hectare em que também há a macadâmia, a absorção, em um ano, pode ser de até 7 toneladas de carbono da atmosfera, diminuindo o impacto no efeito estufa. Macadâmia O fruto tem origem na Austrália, onde, a princípio, era consumido pelos aborígenes, a população nativa. Contudo, no país, ele não foi tratado como uma cultura comercial e não foi desenvolvido tecnologicamente como planta para cultivo, isso foi feito pelos norte-americanos, no Havaí, já em 1890. A chegada ao Brasil aconteceu na década de 40, por meio do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), que trouxe as primeiras plantas havaianas. A instituição também iniciou o melhoramento genético para que elas se adaptassem ao clima brasileiro, o que levou a 17 cultivares nacionais. Na lavoura, cada árvore produz conforme a sua idade. Uma de 15 anos, por exemplo, pode gerar 25 kg por safra. Normalmente, a frutificação começa a partir do quarto ano de plantio, com apenas meio quilo. Se o cultivo for junto ao café, esse processo pode ser antecipado em um ano. Na hora da colheita, basta esperar ela cair no chão e selecionar as que possuem qualidade para chegar ao consumidor e fazer o processo de descascar e a secagem, para que não adquira fungos. A sua casca recebe o nome de carpelo e também pode ser aproveitada. Quando triturada, ela se transforma em um adubo rico em potássio, que pode ir diretamente para a plantação. Opções de negócio No total, a área de macadâmia plantada no Brasil é de cerca de 8 mil hectares. A cada ano o número aumenta, principalmente nas regiões produtoras de café, como São Paulo e Minas Gerais. É o caso do agricultor Isaac Gabriel. Ele tem uma área de 250 hectares, em Guaxupé, no sul de Minas, onde planta café e macadâmia de forma separada e em consórcio também. Além disso, ele tem investido na produção de mudas de macadâmia. O produtor planeja vender 30 mil plantas por ano, ao preço de R$ 20 cada. A comercialização acontece quando o cultivo tem entre 18 a 20 meses. De acordo com Gabriel, para entrar neste negócio é importante gostar, pois ele diz que é muito difícil, inclusive para o lucro começar a entrar. O empresário também vê um aumento do consumo da noz no Brasil e pensa em investir na culinária. Seu filho, Pedro, é chef de cozinha e diz que a macadâmia é rica em gordura boa e é muito calórica. Em 100 g são encontradas mais de 700 calorias. Como sugestão de pratos para o consumo, Pedro conta que dá para substituir a castanha pela macadâmia, ou usá-la no preparo de pão e bolos, principalmente na confeitaria. Mas a noz é versátil e também pode ser usada em alimentos salgados. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. Confira receitas com macadâmia: Arroz de costela suína com aspargos e farofa de macadâmia Mousse de chocolate branco com macadâmia Vídeos: mais assistidos do Globo Rural
Comercialização dos animais também declinaram. Com o gado mais tempo confinados, pecuaristas de Goiás gastam mais com a criação. Preço da arroba bovina cai após casos de vaca louca A comercialização de gado e o preço da arroba estão em queda. Animais em ponto de abate continuam confinados em fazendas de Goiás, devido, principalmente, às dificuldades na exportação. Assista a todos os vídeos do Globo Rural VACA LOUCA: saiba mais sobre a doença que ficou conhecida nos anos 80 e 90, após surto no Reino Unido A justificativa para o preço menor foi o impedimento de exportações para a China e outros países devido aos casos de vaca louca atípica identificados no país. Antes disso, o valor dos animais estava entre R$ 20,00 e R$ 30,00 acima das cotações atuais. Com o gado parado nas fazendas, os custos com a produção aumentaram. Os criadores estão gastando mais com rações e também com funcionários. Em Goiás, a média mensal de exportação da carne bovina era de mais de 22 mil toneladas. Só em agosto, o setor registrou recorde de 33 mil toneladas, sendo o melhor cenário desde 2017. Mas, com esses problemas, os números devem ser menores pelo menos em setembro. Contudo, este cenário deve mudar. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Praga pode causar uma doença conhecida como o enfezamento da planta, deixando as espigas deformadas e afetando a produtividade. Agricultores enfrentam a cigarrinha durante colheita do milho no Rio Grande do Sul Os produtores de milho do Rio Grande do Sul estão preocupados com a presença da cigarrinha nos cultivos. As perdas provocadas pela praga podem chegar a 30% ou 40% na lavoura, segundo o agrônomo Julio Luis Müller. Assista a todos os vídeos do Globo Rural A cigarrinha pode causar uma doença conhecida como o enfezamento da planta, que deixa as espigas deformadas, afetando a produtividade. O controle da praga deve ser feito na fase inicial, pois a demora pode agravar o problema e tornar os estragos irreversíveis. A presença da cigarrinha foi identificada no Rio Grande do Sul no ano passado. Este ano, os agricultores rurais notaram um aumento na população da praga. Além disso, os defensivos que existem no mercado são considerados de baixa eficácia, controlando de 60 a 68% da infestação apenas, de acordo com Müller. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

O Globo Rural do último domingo mostrou o crescimento do cultivo da macadâmia no Brasil, plantada conjuntamente aos cafezais. Arroz de costela suína com aspargos e farofa de macadâmia Bruna Marin O Globo Rural do último domingo (26) mostrou o crescimento do cultivo da macadâmia no Brasil, plantada conjuntamente aos cafezais. A noz vem também ganhando o paladar dos consumidores. Aprenda outras receitas do Globo Rural Confira a receita de arroz de costela suína com aspargos e farofa de macadâmia: Ingredientes: Arroz parabolizado 200 g Cebola 100 g Alho 20 g Tomate 100 g Costela suína 500 g Aspargos 300 g Macadâmia 200 g Farinha panko 100 g Farinha mandioca 100 g Manteiga 120 g Azeite 100 ml Salsinha 50 g Cebolinha 50 g Pimenta dedo de moça 20 g Modo de preparo: Tempere a costelinha e a coloque para assar. Quando estiver macia e suculenta, reserve. Refogue cebola e alho. Em seguida, acrescente a costela e refogue o arroz. Depois coloque o caldo de legumes e cozinhe. Logo após, adicione salsinha, tomate e reserve. Branqueie os aspargos, faça uma rápida cocção com água com sal fervente. Então, tire o aspargo e o passe em água gelada. Misture meio a meio a farinha de mandioca e farinha panko. Derreta a manteiga e frite a macadâmia cortada em pedaços, acrescentando as farinhas. Finalize com a cebolinha. Para servir, monte um prato com arroz de costela. Decore com a farofa de macadâmia e os aspargos. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

O Globo Rural do último domingo mostrou o crescimento do cultivo da macadâmia no Brasil, plantada conjuntamente aos cafezais. Mousse de chocolate branco com macadâmia e raspas de limão e laranja Bruna Marin O Globo Rural do último domingo (26) mostrou o crescimento do cultivo da macadâmia no Brasil, plantada conjuntamente aos cafezais. A noz vem também ganhando o paladar dos consumidores. Aprenda outras receitas do Globo Rural Confira a receita de mousse de chocolate branco com macadâmia e raspas de limão e laranja: Ingredientes: 500 ml creme de leite fresco 500 g chocolate branco 3 ovos Raspas de laranja Raspas de limão 300 g de macadâmia Modo de preparo: Primeiro faça uma ganache de chocolate branco. Para isso misture 70% de chocolate branco derretido misturado com 30% de creme de leite fresco. Depois prepare o chantilly e incorpore a ganache a ele. Quando ficar pronto, acrescente macadâmia triturada ou picada nesse creme e coloque na geladeira por pelo menos 1 hora até virar a mousse. Finalize com raspas de limão e laranja e macadâmias inteiras. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural
Cartilha do Serviço Nacional de Aprendizagem Rural dá dicas sobre construção de galinheiros, alimentação e cuidados gerais com as aves. Veja como criar frangos e galinhas poedeiras no estilo caipira O Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) publicou uma cartilha que ensina como criar frangos e galinhas poedeiras no estilo caipira. A apostila traz dicas sobre a construção de galinheiros, alimentação e cuidados gerais com as aves. Acesse aqui o material gratuitamente. Vídeos mais assistidos do Globo Rural
Veja como obter informações das empresas citadas no programa. Veja a reportagem: Startup organiza reciclagem de resíduos sólidos e oferece incentivo financeiro para estimular coleta em SP Coletando Rua Tupi, 42 - Jurupari Santana de Parnaíba/SP - CEP: 06534-130 Telefone: (11) 5199 1352 E-mail: [email protected] Site: https://www.coletando.org/ Instagram: https://www.instagram.com/coletandoorg/ Facebook: https://www.facebook.com/coletandoorg Linkedin: https://www.linkedin.com/company/coletandoorg/mycompany/ Felsberg Advogados Av. Cidade Jardim, 803 - 5° andar - Itaim Bibi São Paulo/SP - CEP: 01453-000 Telefone: (11) 9.8286-7890 / (11) 3141-4532 E-mail: [email protected] Site: www.felsberg.com.br / www.fabriciosoler.com.br Instagram: https://www.instagram.com/fabricio_soler/ Facebook: https://www.facebook.com/fabricio.soler.10 LinkedIn: https://www.linkedin.com/in/fabriciosoler/ Veja a reportagem: Empresário fatura R$ 11 mil por mês com a venda de acessórios de carros e motos antigos J.J. Honesto Auto Parts Telefone: (43) 999161071 Site: jjhonesto.com.br Email: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/jjhonestoautoparts/ Museu dos fuscas E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/museudosfuscas/ Veja a reportagem: Conheça a tendência ‘mobile first’, que prioriza construção de loja on-line voltada para acesso por smartphone Yapay Natália Tukoff, especialista em meios de pagamentos e e-commerce Site: https://www.yapay.com.br/ Telefone: (11) 2111-8710 / (11) 96572-2892 E-mail: [email protected] Instagram: https://www.instagram.com/yapay.br/ Linkedin: https://www.linkedin.com/company/yapay-br/ DeBella Modas Rua Domingos de Moraes, 2187 - sala 314 - Vila Mariana São Paulo/SP - CEP: 04035-000 Telefone: (11) 96880-6927/ (11) 98933-5400 E-mail: [email protected] Site: https://www.debellamodas.com.br/ Instagram: https://www.instagram.com/debellamodas_ Veja a reportagem: Empreendedora deixa emprego na área financeira para abrir confeitaria fit em Santos, no Litoral Paulista Bolos fit Rua Machado de Assis, 81 - Boqueirão Santos/SP - CEP: 11075-661 Telefone: (13) 99160-3799 E-mail: [email protected] Site: www.bolosfit.com.br Facebook: https://www.facebook.com/bolosfitsaboressaudaveis Instagram: https://www.instagram.com/bolosfit_/ Veja a reportagem: Aumento da energia elétrica obriga empresários a se reinventarem para baixar o consumo e reduzir gasto Al MareRistorante Av. Pavão, 109 - Moema São Paulo/SP – CEP: 04514-000 Telefone: (11) 5041-7179 Site: www.almare.com.br Instagram: https://www.instagram.com/almaremoema/ Iscondido Bar Site: https://iscondido.bar/ Instagram: https://www.instagram.com/iscondido.bar/ C2W Consulting Rua Engenheiro Amaro Lanari, 171 - sala 601 - Anchieta Belo Horizonte/MG - CEP: 30.310-580 Telefone: (31) 99764-8090 E-mail: [email protected] Site: www.c2w.com.br Instagram: https://www.instagram.com/luiz_barbosa_oficial/

Levantamento da CNC mostra que atividades do setor de serviços dominam o ranking de geração de vagas com carteira assinada em 12 meses. Já as ocupações que mais perderam vagas foram motorista, cobrador, escriturário, carteiro e professor de ensino superior. Comércio no Amapá, loja de acessórios para celulares Maksuel Martins/GEA/Divulgação Profissões do setor de serviços e ocupações relacionadas a atividades operacionais e de início de carreira foram as que mais abriram novas vagas de trabalho com carteira assinada no país em 12 meses, segundo levantamento da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a partir de dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged). Das 10 ocupações que mais criaram novos postos de trabalho, 8 são do setor de serviços. No topo da lista estão as profissões de alimentador de linha de produção, vendedor do comércio, faxineiro, auxiliar de escritório e servente de obras. Veja no quadro abaixo: Ocupações com maior criação de vagas formais em 12 meses Economia g1 O levantamento considera o saldo de admissões e desligamentos no período de 12 meses encerrado em julho entre um total de mais de 2.500 ocupações do Caged. Segundo os dados divulgados pelo Ministério da Economia, o Brasil gerou 316.580 empregos formais em julho, atingindo um saldo de 41,2 milhões de brasileiros empregados, contra 38,1 milhões em julho do ano passado. Por outro lado, ainda são mais de 14 milhões de desempregados no país. "Por mais que a economia esteja crescendo alguma coisa, o mercado de trabalho não consegue empregar todas as pessoas que estão procurando emprego. Existem vagas sendo criadas, mas a geração não se tem dado no ritmo da procura", destaca o economista Fabio Bentes, autor do levantamento da CNC. LEIA TAMBÉM: Contratação de temporários para vendas no Natal será a maior em 8 anos, prevê CNC Desemprego recua para 14,1% no 2º trimestre, aponta IBGE Renda média do trabalho encolhe e é a menor desde 2017 Setor de serviços avança 1,1% em julho e atinge o maior nível em 5 anos O setor de serviços é o que mais emprega no país e foi o mais afetado pelas medidas de restrição para combater a pandemia de coronavírus. Com o avanço da vacinação e reabertura da economia, o setor tem sido o principal destaque em 2021, sendo o único que não teve retração no 2º trimestre. "O setor de serviços está reabrindo e quando por qualquer motivo ele cresce, precisa contratar, porque é intensivo em mão de obra. Então estamos numa janela de geração de vagas pelo menos até o final do ano", destaca Bentes. Segundo os últimos números divulgados pelo IBGE, o aumento do número de ocupados no país tem sido puxado pelo trabalho informal e por conta própria. Ao término do 2º trimestre, o Brasil ainda tinha 6,7 milhões de pessoas a menos trabalhando na comparação com o período pré-Covid. Profissões mais atingidas pela pandemia O setor de serviços também concentra as ocupações que registram a maiores perdas de vagas com carteira assinada em 12 meses. No topo da lista aparecem motorista de ônibus, cobrador, escriturário de banco e carteiro. Veja quadro abaixo: Ocupações que mais perderam vagas formais em 12 meses Economia g1 Segundo a CNC, a lista reflete não só transformações no mercado de trabalho mas também a recuperação ainda desigual da economia. "A circulação de pessoas está aumentando, mas a demanda por serviços de transportes ainda não se normalizou. Todas as profissões que dependem de circulação de pessoas sofrem ainda os efeitos da pandemia, que ainda não acabou", afirma o economista. Ele destaca que indicadores do Google apontam que no final de agosto a quantidade de pessoas em circulação nas áreas comerciais ainda estava 12% abaixo do nível pré-pandemia. A área de educação é outra que perdeu muitos profissionais durante a pandemia e passou a demandar menos professores com o avanço do ensino à distância. "Essa é até uma certa perversidade das livres forças do mercado. Professor, que é uma profissão tão nobre, ainda estão sofrendo bastante no mercado de trabalho", diz Bentes. Empregos em alta e profissões promissoras O levantamento também listou os empregos com maior expansão percentual no número de profissionais em atividade com carteira assinada, considerando ocupações com pelo menos 50 mil empregos formais no país. No período de 12 meses, o maior salto relativo no número de empregos formais foi entre empregados domésticos, refletindo o aumento da demanda por esses profissionais após o alto número de demissões na fase mais aguda da pandemia. Veja quadro abaixo: Ocupações com maiores expansões percentuais no estoque de vagas formais Economia g1 Na segunda posição, aparece o cargo de auxiliar de logística. Levantamento anterior da CNC já tinha mostrado que essa foi a posição com maior crescimento no saldo de postos de trabalho com carteira assinada no país em 2020, com alta de 28,1%. Com pandemia, comércio eletrônico dobra participação no varejo brasileiro Área de inovação e TI está em alta Destacam-se profissões relacionadas às áreas de tecnologia da informação, que registraram um grande salto durante à pandemia em meio a mudanças de hábitos de consumo e avanço da digitalização da economia. Os dados do IBGE mostram que os serviços de tecnologia de informação e os técnico-profissionais são os que mais crescem no país, já tendo superado em mais de 20% o patamar pré-pandemia, enquanto que os serviços prestados às famílias ainda operam 23,2% abaixo do patamar de fevereiro de 2020. Além de serem áreas que seguem promissoras, as atividades associadas aos chamados serviços modernos possuem uma remuneração média bem mais alta que a paga nos serviços tradicionais. Profissões em baixa Já as ocupações cujo estoque de empregados mais encolheu em termos percentuais em 12 meses foram cobrador, operador de exploração de petróleo, motorista e cabeleireiro. Veja quadro abaixo: Ocupações com maiores retrações percentuais no estoque de vagas Economia g1 Segundo a CNC, o ranking reflete os impactos da pandemia nas cadeias produtivas e também mudanças estruturais provocadas pelo avanço tecnológico no setor de transportes e financeiro. "Profissões como carteiro e cobrador já estavam em decadência e que a pandemia de certa forma agravou", afirma economista. Salários iniciais encolhem De acordo com os números do Caged, o salário médio de admissão em julho de 2021 no país foi de R$ 1.802, contra R$ 1.878,16 em julho do ano passado, o que corresponde a uma queda de 4% em termos reais (descontada a inflação). Os salários de admissão mais baixos foram os pagos para serviços domésticos (R$ 1.300,19) e para atividades do segmento de alojamento e alimentação (R$ 1.361,40), enquanto que os mais altos foram os dos serviços de informação, comunicação e atividades financeiras, imobiliárias, profissionais e administrativas (R$ 2.130,95). "Sempre que há uma combinação de crescimento com taxa de desemprego alto, o salário de admissão fica pressionado porque o contratante fica com um poder de barganha muito grande. É a lei da oferta e da demanda. Se tem muita gente procurando e necessitando entrar no mercado de trabalho, o sujeito que ganhava R$ 1.500, acaba aceitando ganhar R$ 1.300, R$ 1.200 para reaver uma vaga", afirma Bentes. No Fim das Contas: mercado de trabalho está cada vez mais sem garantia de carteira assinada

Em trechos onde a água tomava conta, o que se avista agora são afluentes. Esta quebra de ciclo terá reflexos na produção do ano que vem. Polo de piscicultura no Noroeste de SP sente os efeitos da seca TV TEM/Reprodução Nos braços do Rio Panamá, a paisagem chama atenção. Em trechos onde a água tomava conta, o que se avista agora são afluentes, dando destaque para os galhos, para as trilhas formadas pela pouca água que restou e para o chão rachado por causa da estiagem. Os primeiros tanques rede, que começaram a ser colocados na água há mais de 30 anos, estão em praticamente todos os municípios banhados pelos rios da região de Santa Fé do Sul (SP). Em uma piscicultura localizada em Rubinéia (SP), são 140 tanques que produzem tilápia e mais da metade terá que ser trocada de lugar. Por causa da estiagem, o nível do rio baixou. Há um mês, a profundidade chegava a 12 metros, mas hoje não passa dos sete. Para garantir a produção, as gaiolas estão sendo rebocadas para mais perto do canal, que fica cerca de 500 metros rio adentro, buscando garantir que os peixes fiquem a pelo menos dez metros de profundidade. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 26/09/2021) Polo de piscicultura no Noroeste de SP sente os efeitos da seca Nas margens da piscicultura, é possível ter uma noção do quanto a água recuou. Mas não é apenas a profundidade que preocupa os piscicultores. A decomposição do material que fica acumulado, aliada ao tradicional calor do noroeste, também pode trazer prejuízos à qualidade da água. Em 2014, os criadores passaram pela mesma situação, e os tanques tiveram que ser rebocados para pontos mais fundos do rio, como aconteceu em uma piscicultura que produz peixes nativos, incluindo pacu e dourado. Por isso, a profundidade nas gaiolas de engorda ainda não é problema, situação bem diferente dos tanques escavados. Um deles já deveria estar cheio d'água e com matrizes, mas o setor de reprodução teve que ser suspenso por causa da estiagem. O laboratório que deveria produzir dez milhões em alevinos de peixes nativos nesta safra está parado. Esta é a quebra de um ciclo que terá reflexos na produção do ano que vem. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais VÍDEOS: veja as reportagens do programa Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Foram meses de espera pela chuva, mas a estiagem intensa causou estragos irreversíveis no mandiocal. Sem umidade, a raiz da planta não se desenvolveu como deveria. Produtores de mandioca estão colhendo menos devido à estiagem TV TEM/Reprodução A mudança de tempo é um alívio para os produtores de mandioca do centro-oeste do estado. Foram meses de espera pela chuva, mas a estiagem intensa deixou estragos irreversíveis no mandiocal. Sem umidade, a raiz da planta não se desenvolveu como deveria. A área de uma propriedade foi plantada há um ano e quatro meses. Porém, a estiagem tem prejudicado o desenvolvimento da mandioca. Parte da plantação deveria ter sido feita em maio, mas isso só acontece agora. O atraso foi necessário porque a terra estava muito seca. Em uma plantação localizada em Echaporã (SP), o tamanho dos pés pode até dar a falsa impressão de que está tudo bem, mas não é o que vem acontecendo. A produtividade por pé, que era de quatro quilos e meio em média, agora fica em torno de um quilo e seiscentos gramas. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 26/09/2021) Produtores de mandioca estão colhendo menos devido à estiagem Na propriedade do produtor Nelson José Guieiro, a colheita está sendo feita com três meses de atraso. Para tirar a mandioca, é preciso que a terra esteja fofa, molhada. Dessa forma, assim que veio a primeira chuva, ele não perdeu tempo. O agricultor revela que o tamanho da raiz está bom, mas conta que foi melhor esperar este tempo a mais. Além do atraso na colheita, o plantio de uma nova roça também foi prejudicado. No ano passado, segundo o Instituto de Economia Agrícola (IEA), nas regiões de Assis e Marília (SP), a área plantada de mandioca para indústria ultrapassou os 15 mil hectares, tendo uma produção recorde de mais de 500 mil toneladas, números que não vão se repetir dessa vez por conta do clima. Se na roça a situação está complicada, o reflexo disso acaba aparecendo também na indústria. No município de Garça (SP), uma fábrica atua na produção de farinha. Por lá, são produzidas 450 toneladas por mês. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais VÍDEOS: veja as reportagens do programa Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Caixas dos produtos estão sendo vendidas por metade do preço comercializado no último ano. Produtores colhem safra da alcachofra em Piedade (SP) TV TEM/Reprodução A alcachofra é uma flor de origem mediterrânea que é pouco cultivada no Brasil, porque depende de clima ameno. Foi exatamente isso que o Nosso Campo encontrou em uma região de Piedade (SP). A planta também faz parte do grupo das flores comestíveis e é muito utilizada por chefs de cozinha. O cultivo se dá em pequenas propriedades, e os descendentes de imigrantes japoneses estão entre os principais produtores. Um sítio visitado pelo Nosso Campo tem uma das maiores áreas de cultivo no município. Por lá, a alcachofra ocupa 16 hectares e conta com mais de 200 mil pés. Em dias de colheita, o trabalho começa logo cedo, às 6h. O serviço é feito de forma manual, e não há outro jeito de tirar as flores que estão no ponto: basta uma faca e um corte certeiro. Mas, antes disso, um detalhe importante: os saquinhos de papel. Eles são utilizados para tapar as flores e fazem toda a diferença. Sem esta proteção, caso mantida exposta ao sol, a alcachofra perderia a cor roxa e ficaria verde. O sabor não mudaria, mas o mercado valoriza mais as flores. (Vídeo: veja a reportagem exibida no programa em 26/09/2021) Produtores colhem safra da alcachofra em Piedade (SP) O clima no município favoreceu o cultivo da alcachofra. Piedade é um dos maiores produtores do estado e do país. Dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) mostram que São Paulo é responsável por mais de 80% do total produzido pelo Brasil. Mesmo contando com condições mais favoráveis, muitos produtores precisaram lançar mão da irrigação, tendo em vista que a estiagem longa não poupou ninguém. Enquanto o pessoal colhe, um senhor de 75 anos comanda todo o galpão, trabalhando para dar conta das entregas. George Osako é um dos mais antigos produtores de alcachofra da região. Ele planta duas variedades de alcachofra: a roxa e a americana, que é maior e mais redonda. Na safra deste ano, 35 mil caixas de alcachofra devem sair de lá, cada uma com cerca de seis quilos, o que dá mais de 200 toneladas. O que não está agradando nada é o preço. George diz que está vendendo as caixas pela metade do que recebia na safra passada. Antes, elas eram comercializadas na faixa dos R$ 70 a R$ 80. Agora, não passam de R$ 40 a R$ 50. Para tentar melhorar a rentabilidade, o produtor também vende conservas. A produção de alcachofra deve ser de 900 toneladas. Esta é uma previsão da Secretaria de Agricultura do município. Acesse + TV TEM | Programação | Vídeos | Redes sociais VÍDEOS: veja as reportagens do programa Confira as últimas notícias do Nosso Campo

Para quem faz parte do Bolsa Família, pagamentos da sexta parcela começaram no dia 17 de setembro. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga neste domingo (26) a sexta parcela do Auxílio Emergencial aos trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em junho. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 6ª parcela neste domingo serão liberados em 11 de outubro. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ VEJA QUEM RECEBE NESTE DOMINGO: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em junho A Caixa lembra que os recursos também podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todo o país. Como realizar o saque Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas. Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco. Calendários de pagamento Segundo o governo, o novo calendário é o definitivo. O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia é não mais prorrogar o benefício após o pagamento da sétima parcela. Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial O
Com fim do orçamento extraordinário da pandemia, despesa em saúde terá de voltar a obedecer regra do teto de gastos. Governo diz que ainda pode ampliar despesa. Analistas duvidam. O fim — em dezembro deste ano — do orçamento extraordinário criado pelo governo em razão da pandemia de Covid-19 poderá levar a uma redução de cerca de R$ 25 bilhões da verba destinada à saúde pública no ano que vem. Isso porque as despesas em saúde terão de voltar a obedecer o teto de gastos — que limita o crescimento das despesas à variação da inflação do ano anterior. Essa variação, de acordo com a lei do teto, é a da inflação em 12 meses até junho do ano anterior. A inflação nesse período acumulou 8,35%. Com isso, o valor mínimo a ser aplicado em saúde no ano que vem é de R$ 134,1 bilhões. A proposta de orçamento para o próximo ano, enviada pelo Ministério da Economia ao Congresso Nacional em agosto, prevê R$ 134,4 bilhões para despesas com saúde em 2022 — pouco acima, portanto, do mínimo estabelecido pela lei do teto. Neste ano de 2021, a despesa total com saúde tende a superar esse valor, em razão dos gastos extras motivados pela Covid, mas o Tesouro Nacional informou que o número final depende de informações a serem enviadas pelo Ministério da Saúde. Perda A norma anterior à regra do teto de gastos, que começou a vigorar em 2017, determinava que o governo deveria aplicar 15% da receita corrente líquida em ações de saúde no ano seguinte — o que implicaria, para 2022, uma despesa mínima de R$ 159,3 bilhões por esse critério. Desse modo, a regra do teto de gastos está impondo uma perda de R$ 24,9 bilhões para a área de saúde em 2022 (R$ 159,3 bilhões pela regra anterior ao teto menos R$ 134,4 bilhões previstos para o ano que vem com base no teto). O que diz o governo Embora tenha feito a proposta de R$ 134,4 bilhões para a área de Saúde em 2022, patamar pouco acima do gasto mínimo fixado pela regra do teto de gastos, o Ministério da Economia informou que esse valor poderá ser elevado mais adiante. "É preciso ressaltar que o valor estabelecido para as Ações e Serviços Públicos de Saúde (ASPS) é mínimo. O governo pode destinar às ASPS um valor superior a esse e tem feito isso todos os anos, antes e depois que a regra do teto de gastos entrou em vigor", informou a pasta. Entretanto, pela regra do teto de gastos, se o Legislativo quiser aumentar o orçamento da área de saúde, terá de cancelar despesas em outros setores em igual proporção — porque os gastos totais já estão no limite no ano que vem. O governo também diz que podem ser editados créditos extraordinários para aumentar as despesas em saúde no próximo ano, mas admite que, para isso, é necessário que as despesas sejam "atípicas e imprevisíveis". "Em 2022 pode ocorrer o mesmo, em caso de necessidade", diz o Ministério da Economia. Por fim, a pasta avalia que a responsabilidade fiscal — caracterizada pelo respeito ao teto de gastos — não exclui o atendimento à população, pois foram destinados mais recursos para isso na pandemia — por meio de ações extraordinárias, fora dos limites impostos. "Graças ao teto, a relação entre despesas primárias e PIB [Produto Interno Bruto] no ano que vem pode recuar para 17,5% [do PIB], nível inferior aos registrados antes da pandemia" — o governo tem dito que a responsabilidade fiscal contribui para juros mais baixos, maior crescimento econômico e geração de empregos. Dificuldade para elevar gasto Analistas avaliam, porém, que será difícil elevar os recursos para gastos em saúde no próximo ano, considerando que o orçamento de 2022, para todas as áreas, já está reduzido e com espaço limitado, devido justamente à regra do teto de gastos e diante da expansão dos precatórios (sentenças judiciais). Para abrir espaço no orçamento em 2022, o governo corre contra o tempo para aprovar no Congresso alterações nas regras de pagamento dos precatórios ainda neste ano. Na proposta discutida com o Legislativo, o governo busca autorização para mais R$ 50 bilhões em despesas no próximo ano. Parte dos recursos iria para a ampliação do Bolsa Família. "Embora o Tesouro Nacional tenha alegado que é possível gastar mais do que o mínimo, o teto não permite isso porque as despesas obrigatórias — principalmente as previdenciárias — crescem acima da inflação e comprimem as demais despesas", avaliou Leonardo Ribeiro, analista do Senado e especialista em contas públicas. Ele disse que o teto de gastos é uma medida para reduzir o tamanho do Estado, o que, naturalmente, afetará as áreas de saúde e educação, entre outras. Para Ribeiro, também não seria adequado usar créditos extraordinários para a saúde em um cenário pós-pandemia porque não estariam presentes as premissas necessárias: urgência e imprevisibilidade, associadas a calamidades públicas. Getúlio Vargas Moura Júnior, coordenador-adjunto da Comissão Intersetorial de Orçamento e Financiamento do Conselho Nacional de Saúde (CNS), disse que o Sistema Único de Saúde (SUS) continuará pressionado em 2022, mesmo com o fim da pandemia. Ele observou que o SUS é a única forma de atendimento na área de saúde para sete em cada dez brasileiros. Moura Júnior lembrou que consultas, procedimentos e cirurgias eletivas, desmarcadas em razão da pandemia, voltarão a gerar demanda para o sistema de saúde, além dos próprios casos de Covid. "Na contramão de nossa expectativa, a proposta orçamentária traz uma redução para atenção básica, medicamentos, e outros procedimentos que o SUS faria ordinariamente. Esse orçamento limita que isso possa acontecer. Em vez de isso recuperar uma demanda represada pela pandemia, a gente tende a ter um atendimento reduzido em relação ao que tinha antes da pandemia", declarou. Em artigo, Lenir Santos, especialista em direito sanitário pela USP e doutora em saúde pública pela Unicamp, e Bruno Moretti, mestre em Economia pela UFRJ, avaliaram que, dos R$ 134,47 bilhões destinados no orçamento à saúde em 2022, R$ 8,1 bilhões são emendas parlamentares individuais e de bancada que, segundo eles, não são "aderentes" ao planejamento sanitário necessário. Para eles, a distribuição das emendas se pauta por “critérios político-parlamentares nem sempre compatíveis com os requisitos técnicos, especialmente a observância do planejamento e plano de saúde”. “Ou seja, retiradas as emendas parlamentares, o orçamento de saúde estaria aquém do piso da saúde estabelecido pela EC 95 [regra do teto], em um processo de redução de recursos para o SUS”, afirmaram. Orçamento emergencial Depois de o governo ter elevado os gastos em saúde em 2020 e 2021, por meio de um orçamento emergencial, ou seja, fora dos limites do teto de gastos, em razão da pandemia, o Ministério da Economia informou que, na proposta de orçamento de 2022, não estão previstos gastos extraordinários para nenhuma área no ano que vem. Em 2020, com a eclosão da pandemia, o governo gastou R$ 524 bilhões de forma emergencial para conter os efeitos da Covid-19 — a maior parte em auxílio emergencial (R$ 293,1 bilhões). Mas também foram destinados R$ 42,7 bilhões em despesas adicionais do Ministério da Saúde e outras pastas. Neste ano, o valor dos gastos extraordinários (fora do teto de gastos) caiu para R$ 135,6 bilhões, segundo a última estimativa da Secretaria do Tesouro Nacional, dos quais R$ 64,9 bilhões em auxílio emergencial e R$ 25,94 bilhões em despesas adicionais do Ministério da Saúde e outras áreas. Os números estão no painel de monitoramento do Tesouro Nacional dos gastos com a Covid-19. Com o fim da pandemia, o governo não previu recursos extraordinários para os ministérios no orçamento de 2022. Com isso, todos os valores estão dentro do teto de gastos, e a verba destinada ao combate da pandemia recuou para R$ 7,1 bilhões, dos quais R$ 3,9 bilhões se destinam à aquisição de vacinas. Além da vacinação, estão previstos recursos para assistência de média e alta complexidade e tratamento das sequelas da Covid.

Banco Central da China implementou última de uma série de ações para eliminar uso de criptomoedas no comércio local; anúncio gerou grande perda para bitcoin. Banco Central da China anunciou que todas as transações de criptomoedas são consideradas ilegais no país Reuters/BBC O Banco Central da China anunciou na sexta-feira (24/9) que todas as transações de criptomoedas são consideradas ilegais no país, incluindo o popular bitcoin. "As atividades comerciais relacionadas com a moeda virtual são atividades financeiras ilegais", disse a instituição, alertando que elas "põem seriamente em risco a segurança dos bens das pessoas". Bitcoin: o que explica sobe e desce da criptomoeda Como funcionam o bitcoin e outras criptomoedas? G1 Explica Bitcoins: a confusão em El Salvador com a adoção da criptomoeda como moeda oficial A China é um dos maiores mercados de criptomoedas do mundo. As flutuações ali geralmente afetam o preço global dessas moedas virtuais. Após o anúncio, o preço do Bitcoin caiu mais de US$ 2 mil (R$ 11 mil). A proibição na China é a mais recente de uma série de ofensivas contra o que Pequim vê como um investimento especulativo e volátil, na melhor das hipóteses, e lavagem de dinheiro, na pior. Movimentos de Pequim A negociação de criptomoedas foi oficialmente proibida na China desde 2019. No entanto, ela continuou a ser feita online por meio de transações no exterior. Em maio, as autoridades financeiras alertaram os compradores que eles poderiam perder dinheiro e, no mês seguinte, bancos e plataformas de pagamento receberam notificações para evitar transações de criptomoedas. Mas o anúncio de sexta-feira é a indicação mais clara de que a China quer fechar ao cerco ao comércio de criptomoedas em todas as suas formas. A declaração deixa claro que os envolvidos em "atividades financeiras ilegais" estão cometendo um crime e serão processados. E sites estrangeiros que fornecem esses serviços online para cidadãos chineses também são considerados ilegais. 'Perdi R$ 3,6 milhões em golpe com bitcoin' Migração de mineração A tecnologia no núcleo de muitas criptomoedas, incluindo o bitcoin, é baseada em milhares de computadores distribuídos ao redor do planeta que verificam e controlam as transações em um livro-razão conhecido como "blockchain". Novas "moedas" são distribuídas aleatoriamente como recompensas para aqueles que se engajam em um trabalho conhecido como "mineração" criptográfica. Há muito tempo, a China, com seus custos de eletricidade relativamente baixos e hardware de computador mais barato, é um dos principais centros de mineração do mundo. Mas a repressão do gigante asiático às criptomoedas já atingiu a indústria de "mineração". Pequim proibiu o comércio de computadores de alta capacidade para uso nessa atividade. O efeito é claro: enquanto em setembro de 2019, 75% do uso de energia do Bitcoin no mundo estava concentrado na China, em abril deste ano, essa taxa havia caído para 46%. No YouTube, G1 explica como funcionam as criptomoedas

Conversão é ilegal, perigosa e não entrega economia que promete. Projeto de lei aprovado na CCJ da Câmara quer liberar o uso, hoje proibido. Explosão provocada por conversão clandestina de veículo para GLP em Natal, no Rio Grande do Norte, em 2020 Assessoria do Corpo de Bombeiros do Rio Grande do Norte Os brasileiros viram voltar em 2021 o que não queriam que voltasse, como a fome, a inflação, o fogareiro a lenha e o sequestro relâmpago. Agora, mais um item pode ser acrescentado a essa lista: a conversão clandestina de veículos para GLP (gás liquefeito de petróleo), mais conhecido como gás de cozinha ou gás de botijão. Preço médio da gasolina sobe pela 8ª semana seguida nos postos, mostra ANP Preço do gás de cozinha sobe 5 vezes a inflação do ano e botijão chega a custar R$ 135; entenda os motivos da alta Na plataforma de comércio eletrônico Mercado Livre, o kit para conversão de automóveis para GLP é vendido por valores que variam de cerca de R$ 500 a R$ 1 mil, com a promessa do vendedor de uma economia de "30% na cidade e 50% na estrada". A economia prometida não é verdadeira, segundo cálculo feito por professor de finanças da FGV (Fundação Getulio Vargas) e da PUC-SP (Pontifícia Universidade Católica de São Paulo) a pedido da BBC News Brasil. E a prática ilegal expõe motorista e passageiros a risco elevado de explosão. Na Câmara dos Deputados, um projeto de lei (PL 4217/19) que autoriza o e, incluindo o de veículos, foi aprovado na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) em agosto e está pronto para ir à votação em Plenário. O projeto divide opiniões no setor de gás. Representantes do segmento de GNV (gás natural veicular) — combustível que é diferente do GLP e pode ser usado em automóveis legalmente — são contrários à aprovação. Eles argumentam que ela pode estimular a conversão clandestina e, com o aumento de demanda, encarecer o gás de cozinha para as famílias, já que entre 27% e 30% do GLP consumido no Brasil é atualmente importado. Em agosto, o preço médio do botijão de gás de 13 kg estava em R$ 93, segundo a ANP (Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis), mas já superava os R$ 100 em diversos estados brasileiros, como Mato Grosso (R$ 114), Rondônia (R$ 111), Amapá (R$ 109), Roraima (R$ 109) e Pará (R$ 102). SAIBA MAIS: Por que o preço dos combustíveis está subindo – e quem são os 'culpados' por isso Os representante dos distribuidores de GLP, por sua vez, acusam o setor de GNV de querer manter reserva de mercado e defendem a liberdade de escolha dos consumidores, lembrando que o combustível é utilizado em automóveis na Europa. Procurado, o Mercado Livre disse que a venda de kits de GLP na plataforma é proibida e que, assim que identificados, os anúncios com esse teor são derrubados e o vendedor, notificado. Após a resposta da empresa à BBC News Brasil, diversos anúncios foram apagados. 'Serve para carro Uno, ano 92, carburado?' O anúncio diz que é de "Kit Gás GLP Botijão P13 para Empilhadeiras Barcos Geradores", mas as dúvidas dos compradores e respostas do vendedor não deixam dúvidas: o principal uso pretendido por quem compra um desses kits é a conversão clandestina de automóveis. "Bom dia, serve [para] carro uno ano 92 carburado?", pergunta um comprador. "Olá, serve sim", recebe de resposta. "Kit para Saveiro injetada", pede outro cliente. "Qual ano e motor? Monoponto ou 4 bicos? Especifique", responde o vendedor. "Boa tarde. Esse kit consigo instalar em um Chevette 1.6 a gasolina? Desde já agradeço", questiona um terceiro. "Consegue sim", é a resposta. Para quem pergunta a economia obtida com a conversão, a resposta é sempre a mesma: "Economia em R$ [reais], 30% cidade e 50% estrada, essa é a média", promete o vendedor. Além do kit supostamente para empilhadeiras — único veículo no qual o uso de GLP é autorizado —, muitos outros anúncios trazem explicitamente o modelo de veículo a que o produto se destina: "Kit Gás GLP Botijão P13 Vectra Ano 98 Motor 2.2 8v", "Kit Gás GLP Botijão P13 Doblo 1.3 16v 2005 Gasolina", "Kit Gás GLP Botijão P13 Meriva 1.4 Flex", eram alguns dos exemplos disponíveis na quinta-feira (23/9). Inflação e proibição A busca por economia no combustível é justificada: segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a gasolina acumula alta de 31% no ano, até agosto, e de 39% em 12 meses. Já o etanol subiu 41% entre janeiro e agosto e 62% no acumulado de 12 meses. No entanto, a conversão para GLP é ilegal. A Lei 8.176 de 1991 define como crime contra a ordem econômica o uso do "gás liquefeito de petróleo em motores de qualquer espécie, saunas, caldeiras e aquecimento de piscinas, ou para fins automotivos". A resolução 673 do Contran (Conselho Nacional de Trânsito) diz que utilizar gás de cozinha em automóveis é uma infração grave. O motorista flagrado perde cinco pontos na carteira, pode ser multado em R$ 195,23 e ter o veículo apreendido. A infração também está descrita no artigo 230 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e em normativa da ANP (Resolução ANP nº 49 de 2016). A conversão clandestina de veículos para GLP era uma prática comum no Brasil dos anos 1980, particularmente nas periferias, mesmo sendo proibida pelo Contran desde 1986. Já a definição do uso como "crime contra a ordem econômica" aconteceu em 1991, em meio à Guerra do Golfo, uma das principais regiões produtoras de petróleo do mundo — o GLP é um derivado do óleo. Mesmo após a proibição, a prática continuou nos anos 1990. Uma reportagem da Folha de S. Paulo de 1998, por exemplo, relatava que cerca de 25 mil veículos rodavam movidos a gás de cozinha na região de Irecê, no interior da Bahia. "Os proprietários dos veículos argumentam que o gás de cozinha é mais econômico. Com um botijão de gás (13 kg), o proprietário de um veículo pode rodar até 170 km", dizia a reportagem. "O botijão de gás custa R$ 9 nos postos de Irecê." Botijão de gás a R$ 9. Realmente, eram outros tempos. Conversão clandestina de veículos para GLP era prática comum no Brasil dos anos 1980, particularmente nas periferias, mesmo sendo proibida pelo Contran desde 1986 Agência Brasil Economia de 30%? Longe disso! E atualmente, compensa fazer a conversão clandestina com o botijão acima dos R$ 90? O professor Fabio Gallo Garcia, da FGV e da PUC-SP, é taxativo: não compensa, nem do ponto de vista econômico, nem no da segurança de motoristas e passageiros. A pedido da BBC News Brasil, o especialista em finanças estimou o custo por quilômetro rodado dos diversos tipos de combustíveis, considerando um preço médio de R$ 6,076 por litro para a gasolina, R$ 4,704 por litro para o etanol, R$ 4,146 por metro cúbico para o GNV e R$ 16,12 por metro cúbico para o GLP (equivalente a R$ 98,33 por botijão de 13 kg). Pelas contas do professor, considerando apenas o preço dos combustíveis, o GNV — que é usado legalmente nos veículos — gera uma economia por quilômetro rodado de 51% em relação à gasolina e de 56% em relação ao etanol. Já no GLP — de uso clandestino —, a economia é de apenas 4,4% em relação à gasolina e 13,5% na comparação com o etanol. Ou seja: nem de longe a economia chega nos 30% ou 50% prometidos pelo vendedor de kits do Mercado Livre. Como a economia por quilômetro rodado é menor, o tempo de retorno do investimento na conversão também é pior para o GLP, em relação ao GNV, estima Gallo Garcia. Considerando o desconto dado por muitos estados no IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores) e a economia por quilômetro rodado, um veículo convertido da gasolina para o GNV recupera o investimento de cerca de R$ 5 mil na conversão em pouco mais de 12 meses, se rodar 1.000 km por mês. Já para o GLP, considerando um kit de conversão de R$ 1 mil, levaria 38 meses para o investimento se pagar, rodando 1.000 km por mês. "Isso confirma que a economia propalada não é verdadeira. Além de todo risco", conclui o professor. GLP Vs. GNV Por ser uma prática ilegal, não há dados de quantos veículos rodam a GLP atualmente no país. Já os veículos a GNV são hoje 2 milhões, segundo a Abegás (Associação Brasileira das Empresas Distribuidoras de Gás Canalizado), menos de 5% da frota de cerca de 46,2 milhões de automóveis em circulação no Brasil, pela estimativa do Sindipeças (Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores). Gustavo Galiazzi, gerente técnico da Abegás, explica que o GLP (gás de botijão) é uma mistura de dois gases, propano e butano, a proporção de mais ou menos 50/50. Ele é obtido através do refino do petróleo. O GNV (gás natural veicular), por sua vez, é composto em quase 90% de metano e é extraído diretamente de reservatórios no subsolo. Do ponto de vista físico, o GLP tem mais moléculas de carbono e o gás natural, menos. Na prática, isso significa que o GLP pode ser pressurizado no botijão e ele vira líquido. Já o gás natural só tem uma molécula de carbono. Como ele é muito leve, não pode ser facilmente liquefeito, por isso é sempre comercializado encanado. "Como o GNV é mais leve do que o ar, em caso de vazamento, ele se dissipa com facilidade. Já o GLP é mais pesado do que o ar, então quando vaza, ele fica no fundo da mala do carro", diz Galiazzi, lembrando ainda que a temperatura de autoignição do GNV é bastante superior à do GLP, o que também torna o gás natural mais seguro do que o de botijão para uso automotivo. Táxi sendo abastecido com GLP em Manila, capital das Filipinas Getty Images Sergio Bandeira de Mello, presidente do Sindigás (Sindicato Nacional das Empresas Distribuidoras de Gás Liquefeito de Petróleo), concorda que a conversão clandestina é perigosa, mas afirma que o uso legalizado e com as devidas certificações do GLP automotivo é seguro, como atesta o crescimento desse mercado na Europa. "O maior desenvolvimento de utilização de GLP no mundo é o que se chama de Autogas, que é o GLP automotivo", argumenta Mello. "Tecnicamente, em termos de segurança, o GLP é um combustível espetacular para motores." Segundo dados da Acea (sigla em inglês para a Associação Europeia de Fabricantes de Automóveis), o registro de novos veículos movidos a GLP cresceu 134% na União Europeia no segundo trimestre de 2021, em relação a igual período do ano passado, para 59,4 mil unidades. Já o registro de novos veículos a GNV cresceu 42% no período, para 13,5 mil. Ambos os mercados, no entanto, são bastante pequenos se comparados, por exemplo, ao de veículos elétricos, que somou mais de 400 mil novas unidades na Europa no período. Projeto de lei na Câmara Um projeto de lei na Câmara tenta tirar o uso do GLP em motores do âmbito da gambiarra para a legalidade. O deputado federal Felício Laterça, ex-delegado de polícia e atualmente no PSL-RJ, diz que a ideia veio de um amigo seu, também policial. "A motivação foi minha experiência policial. Não raro, nós vemos certas situações que são criminalizadas para se resolver um problema que não é criminal", diz Laterça. "Um colega policial civil me apresentou esse problema e eu falei: é agora. Porque, por uma questão de política econômica, vedaram o uso do gás para caldeiras e motores, o que é uma situação completamente esdrúxula e anômala", avalia. Em sua justificativa para o projeto, o deputado argumenta que a lei que define o uso do GLP em motores como crime contra a ordem econômica "foi elaborada [em] um contexto que reclamava medidas de contenção do consumo de derivados do petróleo". "Passados quase 30 anos, o cenário atual contraria o cenário econômico daquela época, registrando aumento substancial da produção interna de petróleo e considerável independência do GLP importado", escreve o ex-delegado. Questionado se não há um equívoco na argumento, posto que o Brasil ainda importa entre 27% e 30% do GLP que consome, Laterça diz que a produção de gás no país está crescendo e que eventualmente chegaremos à autonomia. No entanto, o que tem crescido no Brasil é a produção de gás natural (GNV), enquanto a produção de GLP é limitada pela capacidade nacional de refino de petróleo — mesmo motivo pelo qual o país ainda importa outros combustíveis, apesar de ser autossuficiente em óleo cru. O Sindigás apoia o projeto de lei, mas lembra que, mesmo que ele seja aprovado, o uso do GLP em veículos ainda seria proibido, devido às normativas do Contran e da ANP. "Se alguém está comprando kit para adaptação para GLP, significa que ele é competitivo. Não seria a hora de ser permitido que o GLP seja usado para qualquer fim e o consumidor faça — com normas — a escolha pelo combustível que ele queira?", questiona Mello. A Abegás, por sua vez, é contrária à mudança, segundo Galiazzi. "Esse projeto não faz sentido. Para liberar para veículos, vamos ter que aumentar as importações — são divisas que vamos ter que alocar para fora do país. Quem vai acabar pagando a conta são as famílias de baixa renda."

Valor segue acima de R$ 6 por litro. Pesquisa também mostra alta nos valores do etanol e leve recuo no óleo diesel. Bomba de gasolina na zona sul de São Paulo Marcelo Brandt/G1 O preço médio da gasolina subiu pela 8ª semana nos postos de combustíveis do Brasil e permanece acima da marca de R$ 6 por litro, de acordo com levantamento da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). A cotação média da gasolina comum nas bombas atingiu R$ 6,092 por litro nesta semana, ante R$ 6,076 na semana anterior. ENTENDA: Por que o preço dos combustíveis está subindo – e quem são os 'culpados' por isso A pesquisa também mostrou alta nos valores do etanol, que chegou a R$ 4,715 por litro, versus R$ 4,704 na última semana. O óleo diesel teve leve recuo e foi cotado a R$ 4,707 por litro, pouco abaixo dos R$ 4,709 registrados na semana passada. O que faz os preços da gasolina e diesel subirem? Impacto na inflação Em 2021, o combustível se transformou num dos vilões da inflação, responsável por afetar duramente o orçamento das famílias brasileiras – já prejudicadas pela alta dos alimentos e da energia elétrica. Segundo o IBGE, a gasolina acumula no ano uma alta de 31,09%. Os preços de venda dos combustíveis seguem o valor do petróleo no mercado internacional e a variação cambial. Dessa forma, uma cotação mais elevada da commodity e/ou uma desvalorização do real têm potencial para contribuir com uma alta de preços no Brasil, por exemplo.

Meng Wanzhou ficou quase três anos em prisão domiciliar no Canadá, acusada de fraude bancária. Os canadenses Michael Kovrig e Michael Spavor, presos na China, também foram libertados. A diretora financeira da Huawei, Meng Wanzhou, deixa sua casa em Vancouver, após audiência sobre sua libertação Jesse Winter / Reuters A diretora financeira da fabricante de tecnologia chinesa Huawei, Meng Wanzhou, retornou para a China neste sábado (25), após quase três anos em prisão domiciliar no Canadá, acusada de fraude financeira nos Estado Unidos. Huawei: por que a gigante chinesa virou alvo de vários países e teve executiva presa Na sexta-feira (24), Wanzhou chegou a um acordo com promotores norte-americanos, que retiraram um pedido de extradição, e ganhou a liberdade, durante uma audiência na corte de Vancouver. Logo depois, ela deixou o país com destino à cidade chinesa de Shenzhen. No acordo, a executiva teria concordado em admitir que cometeu delitos. Ela foi acusada ter violado sanções impostas pelo governo dos Estados Unidos ao Irã. Em 2018, um tribunal de Nova York emitiu um mandado de prisão para Meng, acusada de mentir para o banco HSBC sobre a relação da Huawei com a subsidiária Skycom, que vendia equipamentos para o Irã, colocando o banco em risco de violar as sanções dos EUA contra o Irã. Meng é filha do fundador da Huawei, Ren Zhengfei. A empresa é a maior fabricante de equipamentos de telecomunicações e a segunda maior fabricante de smartphones do mundo. Crise diplomática O caso prejudicou as relações da China com os Estados Unidos e o Canadá. Também gerou acusações de que a China deteve cidadãos canadenses em retaliação, o que o país negou. Os canadenses Michael Kovrig e Michael Spavor foram presos na China em 2018, acusados de espionagem e roubo de segredos de Estado. Segundo as autoridades chinesas, Kovrig violou "gravemente" as leis do país, atuou como "espião" e "roubou segredos de Estado" por meio do empresário Spavor. Kovrig e Michael Spavor também foram liberados na sexta-feira (24) e já voltaram para o Canadá, em um aparente ato de reciprocidade de Pequim, de acordo com a agência Reuters.
O programa vai mostrar a macadâmia, noz que, quando plantada em conjunto, beneficia a safra de café, gerando aumento de produtividade e melhora na qualidade dos grãos. Veja os destaques do Globo Rural deste domingo (26/09/2021) O Globo Rural deste domingo (26) mostra a macadâmia, noz que, quando plantada em conjunto, beneficia a safra de café, gerando aumento de produtividade e melhora na qualidade dos grãos. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Tem ainda a alta da arroba bovina e a queda da negociação do animal, a presença de cigarrinhas nas lavouras de milho no Rio Grande do Sul e mais. Não perca, o Globo Rural começa a partir das 8h00. Veja os vídeos mais assistidos do Globo Rural

Para quem faz parte do Bolsa Família, pagamentos da sexta parcela começaram no dia 17 de setembro. A Caixa Econômica Federal (Caixa) paga neste sábado (25) a sexta parcela do Auxílio Emergencial aos trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família nascidos em maio. Veja perguntas e respostas Veja o calendário completo Saiba como contestar se você teve o beneficio negado Beneficiário precisa estar com o CPF regular; saiba como fazer SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os recursos serão depositados em poupança social digital da Caixa, e estarão disponíveis inicialmente para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências para quem receber a 6ª parcela neste sábado serão liberados em 8 de outubro. Auxílio emergencial 2021: regras da prorrogação Os trabalhadores podem consultar a situação do benefício pelo aplicativo do auxílio emergencial, pelo site auxilio.caixa.gov.br ou pelo https://consultaauxilio.cidadania.gov.br/ VEJA QUEM RECEBE NESTE SÁBADO: trabalhadores que não fazem parte do Bolsa Família, nascidos em maio A Caixa lembra que os recursos também podem ser movimentados pelo aplicativo Caixa Tem e na rede lotérica de todo o país. Como realizar o saque Para sacar o dinheiro, é preciso fazer o login no aplicativo Caixa Tem, selecionar a opção “saque sem cartão” e “gerar código de saque”. Depois, o trabalhador deve inserir a senha para visualizar o código de saque na tela do celular, com validade de uma hora. O código deve ser utilizado para saque em dinheiro nas agências, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. As agências da Caixa abrem de segunda a sexta-feira, das 8h às 13h. Não é preciso madrugar ou chegar antes do horário de abertura. Todas as pessoas que procurarem atendimento durante o horário de funcionamento serão atendidas. Continua disponível aos beneficiários a opção de utilização dos recursos creditados na poupança social digital para a realização de compras, por meio do cartão de débito virtual e QR Code, pagamento de boletos, contas de água, luz, telefone, entre outros serviços. Com o aplicativo Caixa Tem, também está disponível a funcionalidade para pagamentos sem cartão nas cerca de 13 mil unidades lotéricas do banco. Calendários de pagamento Segundo o governo, o novo calendário é o definitivo. O presidente Jair Bolsonaro afirmou que a ideia é não mais prorrogar o benefício após o pagamento da sétima parcela. Veja abaixo os calendários de pagamento. BENEFICIÁRIOS DO BOLSA FAMÍLIA Auxílio Emergencial 2021 - beneficiários do Bolsa Família Economia G1 BENEFICIÁRIOS FORA DO BOLSA FAMÍLIA Calendário atualizado de pagamentos do Auxílio Emergencial 2021 Economia G1 VÍDEOS: as últimas notícias sobre o Auxílio Emergencial O

Custo adicional é de R$ 9,49 por 100 kWh consumidos. Famílias de baixa renda não pagam bandeira de escassez hídrica, em vigor até abril para demais consumidores. A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou nesta sexta-feira (24) que a conta de luz das famílias de baixa renda incluídas na Tarifa Social de Energia Elétrica continuará com a bandeira tarifária vermelha 2 em outubro. O sistema de bandeiras tarifárias é uma cobrança adicional aplicada às contas de luz quando o custo de produção de energia aumenta. O valor extra é reflexo da crise hídrica que afeta os reservatórios das usinas hidrelétricas. Para preservar água, o governo acionou as usinas termelétricas, que são mais caras e mais poluentes. Com o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, a cobrança adicional na conta de luz da tarifa social é de R$ 9,49 a cada 100 quilowatts/hora (kWh) consumidos. Os consumidores da tarifa social são isentos de pagar a bandeira escassez hídrica, que entrou em vigor para os demais consumidores em setembro e deve permanecer até 30 de abril de 2022. A nova bandeira, que é a mais cara do sistema, representa alta de 49,63% em relação à bandeira vermelha patamar 2. Com a bandeira escassez hídrica, o custo da energia tem um adicional de R$ 14,20 por 100 kWh consumidos. As famílias de baixa renda continuam tendo direito ao desconto nas tarifas, que varia de 10% a 65% de acordo com a faixa de consumo. O desconto é concedido nos primeiros 220 kWh consumidos mensalmente por clientes residenciais. Entenda as bandeiras tarifárias G1 Inclusão automática O presidente Jair Bolsonaro sancionou, no início de setembro, uma lei que determina a inscrição automática de famílias de baixa renda como beneficiárias da tarifa social. A ideia é facilitar as inscrições no programa a partir do compartilhamento das informações do Cadastro Único pelo Executivo. Antes da lei, interessados precisavam solicitar a inscrição por telefone ou dirigir-se à distribuidora para pedir o benefício. Têm direito à tarifa social: famílias inscritas no Cadastro Único do governo federal, com renda per capita menor ou igual a meio salário mínimo; idosos com 65 anos ou mais e pessoas com deficiência que recebam o Benefício de Prestação Continuada (BPC); famílias inscritas no Cadastro Único com renda mensal de até três salários mínimos com um integrante que, devido a uma doença ou a uma deficiência, faça uso contínuo de aparelhos médicos que consomem energia elétrica. VÍDEOS: notícias sobre política

Na avaliação de especialistas, alta se deve à oferta insuficiente da commodity no mundo, enquanto a demanda segue crescente. Preços do petróleo fecharam em alta pelo quarto dia consecutivo nesta sexta-feira (24) Gregory Bull/AP/Arquivo Os preços do petróleo fecharam em alta pelo quarto dia consecutivo nesta sexta-feira (24), com o Brent alcançando um valor máximo em quase três anos, em um mercado onde a oferta se anuncia persistentemente insuficiente e diante da demanda crescente. O barril de Brent do Mar do Norte para entrega em novembro fechou a US$ 78,09 em Londres, em alta de 1,08% em relação ao fechamento de quinta. Trata-se do seu nível de fechamento mais elevado desde 22 de outubro de 2018. Em Nova York, o barril de WTI para entrega no mesmo período, fechou em alta de 0,92% a US$ 73,98. Para Michael Lynch, presidente da consultoria Strategic Energy Group; Economic Research (SEER), esta alta se deve à opinião dos operadores, que consideram a oferta de petróleo insuficiente no mundo. "Ver baixar as reservas (comerciais americanas) cada vez mais faz pensar que o mercado continuará tenso pelo menos por algum tempo", comentou. No Golfo do México, 31 plataformas que foram evacuadas antes do furacão Ida, há quatro semanas, continuam inoperantes. Segundo a analista Louise Dickson, da Rystad Energy, as perturbações provocadas por Ida vão privar o mercado de 300 mil barris diários entre o fim de agosto e dezembro. A demanda, enquanto isso, não dá sinais de fragilidade, com alta nas importações de petróleo na Índia, uma melhora da situação sanitária na Europa, a suspensão das restrições de entrada no território pelos Estados Unidos, o que deverá reativar as viagens e a demanda de combustível pelas companhias aéreas.

Do valor total estimado da venda, R$ 56 milhões serão pagos na presente data e R$ 4,6 milhões em até 13 meses. 78ª fase da Lava Jato mira ex-funcionário da diretoria de Serviços da Petrobras Reprodução/RPC A Petrobras concluiu a venda da sua participação de 40% na empresa GásLocal para a White Martins, por R$ 60,6 milhões, informou a empresa, em comunicado nesta sexta-feira (24). Do valor total estimado da venda, R$ 56 milhões serão pagos na presente data e R$ 4,6 milhões em até 13 meses, a partir da data do fechamento do acordo, explicou a petroleira. O acordo prevê ajustes nas condições comerciais para o fornecimento de gás pela Petrobras, na qualidade de participante do Consórcio Gemini — formado pela petroleira com White Martins e GásLocal —, até o fim de 2023, atendendo à determinação do órgão antitruste Cade. A venda está em linha com estratégia da companhia, que vem buscando se desfazer de ativos não essenciais para focar nas atividades de petróleo em águas profundas e ultraprofundas de das bacias de Campos e Santos.
Sistema de open banking chegou ao Brasil, mas ainda há dúvidas sobre a implementação. Em vídeo, g1 explica como funciona o sistema financeiro aberto, em que bancos podem acessar informações dos clientes de outras instituições. Open Banking: veja quais dados podem ser compartilhados e quem pode ver Open Banking (ou Sistema Financeiro Aberto) é um sistema de compartilhamento de dados financeiros de forma padronizada. Em uma única plataforma integrada, as diferentes instituições financeiras têm acesso a dados de clientes para oferecer produtos e serviços personalizados e mais vantajosos para cada caso. Mas, claro, restam muitas dúvidas sobre o novo sistema. O que muda? Quem pode acessar seus dados? Quais dados? E se o cliente se arrepender de autorizar o compartilhamento? Entenda tudo no vídeo acima. O Banco Central (BC) pretende terminar em 2021 a maior parte da implementação do sistema no Brasil. Tudo deve ser feito com autorização expressa do cliente, que decide que dados são compartilhados, com quem e por quanto tempo. Segundo o BC, a integração pode melhorar a avaliação de crédito e estimular a competição no sistema financeiro, com produtos mais adequados e baratos. Entenda o que é Open Banking LEIA MAIS Banco Central implementa segunda fase do open banking Open banking vai criar 'sistema financeiro do futuro', diz presidente do BC Mais de 1 mil instituições terão participação obrigatória em open banking PODCAST: O que é open banking e o que você pode ganhar com isso? PIX já representa mais da metade das transações bancárias As instituições têm acesso a dados antigos ou apenas aos gerados depois do consentimento? Se o cliente permitir, é possível compartilhar o histórico financeiro de até um ano com outras instituições. Banco Central prevê implementação do 'Real digital' em até 3 anos Quais são as fases do open banking? Para que tudo seja feito com tranquilidade, o BC separou em quatro fases. Nesta sexta-feira (13), entra em vigor a segunda delas.
Fruta é o setor que mais emprega na fruticultura do estado. Colheita de melão começa no Rio Grande do Norte A colheita do melão teve início no Rio Grande do Norte. Do estado devem sair 350 mil toneladas da fruta. Deste total, cerca de 300 mil toneladas, 85% da produção, vão para o mercado externo. Assista a todos os vídeos do Globo Rural Para o agricultor desta cultura, a desvalorização do real está sendo boa. Isso porque os ganhos em moeda estrangeira estão ajudando a compensar as fortes altas nos custos de produção, puxadas, principalmente, pelas embalagens de papelão e pelos fertilizantes. O desempenho do melão no mercado externo também fez com que a fruta se transformasse na área que mais emprega na fruticultura do estado. Saiba mais na reportagem completa no vídeo acima. VÍDEOS: mais assistidos do Globo Rural

Segundo motoristas ouvidos pelo g1, as contas foram desativadas sem aviso prévio; associação fala em 15 mil condutores excluídos, mas Uber contesta o número e diz que "cancelamentos excessivos ou para fins de fraude" violam o Código da Comunidade. A Associação dos Motoristas de Aplicativos de São Paulo (Amasp) acusa a Uber de excluir, em todo o país, mais de 15 mil motoristas de aplicativo da plataforma por excesso de cancelamentos. Seria o equivalente a 1% de toda a base de motoristas do país, segundo a associação. A empresa nega a quantia e fala em 1,6 mil. Como mostrou o g1 em julho, os condutores passaram a selecionar corridas em virtude do aumento do preço dos combustíveis. Do gasto diário de um motorista, a gasolina representa entre 40% e 50% e segundo o resultado do IPCA-15, divulgado nesta sexta-feira (24), o combustível acumula alta de 39,05% nos últimos 12 meses. Mesmo com reajuste da corrida feita pelos aplicativos, motoristas de SP escolhem as viagens para economizar combustível Com alta do combustível, Uber e 99 reajustam ganho da corrida para motoristas Preço dos combustíveis aperta lucro de motoristas de app e motoboys – que escolhem corridas e pensam em largar a profissão A Amasp diz que, entre efeitos da pandemia e, agora, da alta de combustíveis, cerca de 25% da frota paulistana de motoristas desistiu de trabalhar no segmento — nacionalmente, não há um levantamento. A oferta menor de motoristas aumentou o tempo de espera para passageiros. “Foi uma exclusão sumária, o que deixou os motoristas em situação complicada. Nos termos de uso da plataforma, não há proibição à prática do cancelamento”, diz Eduardo Lima de Souza, presidente da Amasp. Souza diz ainda que foi procurado por quase 1 mil motoristas retirados da plataforma. Alta dos combustíveis afetam lucro de motoristas por aplicativos 'Desativada permanentemente' O g1 conversou com três motoristas de aplicativo que foram excluídos da plataforma. Todos admitem os cancelamentos, mas dizem que os números apresentados pela plataforma não correspondem à quantia de viagens canceladas e que não foram avisados da possibilidade de exclusão. Ao retirar um motorista da plataforma, a Uber envia uma mensagem dentro da plataforma e restringe o acesso para novas corridas. Alegando violação do Código da Comunidade Uber, a conta é “desativada permanentemente”. “Na Uber, o cancelamento de viagens é um direito tanto do motorista quanto do usuário. Porém, o abuso desse recurso configura mau uso da plataforma, pois prejudica intencionalmente o seu funcionamento”, diz a nota enviada aos motoristas. Francisco Peixoto Neto, de 33 anos, foi excluído da plataforma nesta semana Arte/g1/Arquivo pessoal Falta de notificação O motorista Francisco Peixoto Neto, de 33 anos, conta que foi notificado pela empresa na terça-feira, mas tinha por hábito cancelar corridas em áreas de risco da cidade de São Paulo e, mais recentemente, as que fossem pouco rentáveis pelo custo de combustível. Ele diz que nunca foi notificado de que estava quebrando alguma regra. “Se eu tivesse recebido uma mensagem antes, teria parado de cancelar porque dependo disso para sustentar minha filha de 5 meses. A gente não teve uma chance de defesa”, diz Peixoto. O mesmo padrão é descrito por Douglas Santana, de 36 anos. “Estou há quase 4 anos na Uber, nunca tive problema e nem reclamação”, diz. Douglas Santana, de 36 anos, foi excluído da plataforma nesta semana Arte/g1/Arquivo pessoal Já Carlos Alberto Rocha, de 37 anos, diz que depois de tirar um intervalo na terça-feira não conseguiu voltar ao aplicativo. Além disso, ao ter a conta desativada, não consegue contato com a empresa para negociar um retorno. “O que me deixa chateado é que somos simplesmente excluídos, sem importar se precisamos sustentar nossa família ou pagar prestação do carro, seguro e licenciamento”, afirma Rocha. Nota da Uber Procurada, a Uber emitiu duas notas de esclarecimento. A primeira, publicada nesta reportagem por volta das 18h, não contestava o números da Amasp. A segunda, enviada às 19h30, está abaixo. A Uber esclarece que não "excluiu mais de 15 mil motoristas", como afirma a associação ouvida pela reportagem. São cerca de um milhão de motoristas e entregadores parceiros cadastrados na plataforma da Uber no Brasil, e apenas uma minoria, cerca de 0,16% do total, apresenta comportamentos que prejudicam intencionalmente o funcionamento da plataforma e atrapalham outros motoristas e usuários que apenas desejam gerar renda ou se deslocar. Motoristas parceiros são profissionais independentes e, assim como os usuários, podem cancelar viagens quando julgarem necessário. Cancelamentos excessivos ou para fins de fraude, porém, representam abuso do recurso e configuram mau uso da plataforma, pois atrapalham o seu funcionamento e prejudicam intencionalmente a experiência dos demais usuários e motoristas. A Uber tem equipes e tecnologias próprias que revisam constantemente as viagens e os cancelamentos para identificar suspeitas de violação ao Código da Comunidade e, caso sejam comprovadas, banir as contas envolvidas. Comportamentos como a prática de cancelar diversas viagens em sequência e logo após terem sido aceitas prejudicam negativamente todos que usam a plataforma porque, de um lado, impedem que outros motoristas parceiros gerem renda atendendo as mesmas solicitações de viagens canceladas, e, por outro, deixam os usuários esperando mais tempo ou até desistindo da solicitação. O abuso no cancelamento de viagens não tem nada a ver com a liberdade do motorista parceiro de recusar solicitações. Na Uber, o motorista é totalmente livre para decidir quais solicitações de viagem aceitar e quais recusar. A conexão entre parceiro e usuário - quando nome, modelo e placa do carro são compartilhados e o usuário recebe a confirmação de que o motorista está a caminho - só ocorre depois do motorista ter conferido as informações da solicitação (tempo, distância, destino etc.) e decidido aceitar a realização da viagem."
Anatel aprovou nesta sexta (24) versão final do edital do leilão, marcado para 4 de novembro. Valor total supera o previsto inicialmente pela agência. O leilão do 5G, marcado para 4 de novembro, deve movimentar R$ 49,7 bilhões, de acordo com a Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). Desse total: R$ 10,6 bilhões devem ser desembolsados pelas empresas vencedoras do leilão para pagamento das outorgas, ou seja, pelo direito de explorar comercialmente o 5G. Esse valor irá para o caixa do governo; R$ 39,1 bilhões terão que ser investidos pelas empresas vencedoras para cumprir as contrapartidas, exigências previstas no edital (leia mais abaixo). Inicialmente, a Anatel previa que o leilão do 5G movimentaria 45,6 bilhões. De acordo com a agência, o encarecimento se deve à atualização da cotação do dólar utilizada nos cálculos mas também ao cumprimento de exigências do Tribunal de Contas da União (TCU) para o texto do edital. Entre essas exigência estão a utilização de uma base de dados mais recente do IBGE para classificação das áreas urbanas, o que levou ao aumento dessas áreas e, consequentemente, a elevação do preço do leilão. Também houve alteração no número de estações de rádio-base que deverão ser instaladas para transmissão do sinal. Aprovação do edital O Conselho Diretor da Anatel aprovou em reunião extraordinária nesta sexta-feira (24) a versão final do edital do 5G, a nova geração de internet móvel. A previsão do governo é que a oferta do 5G comece até julho de 2022, inicialmente nas capitais dos estados. Anatel aprova versão final do edital do 5G e marca leilão para 4 de novembro No leilão do 5G, serão oferecidas às operadoras de telefonia quatro faixas de frequência: 700 MHz; 2,3 GHz; 3,5 GHz; e 26 GHz. Essas faixas funcionam como "avenidas" no ar para transmissão de dados. É por meio das faixas que o serviço de internet de quinta geração será prestado. Contrapartidas O edital prevê, para cada uma das quatro faixas, contrapartidas que terão que ser cumpridas pelas empresas vencedoras do leilão. As contrapartidas foram definidas pelo Ministério das Comunicações. Entre elas estão: disponibilizar 5G nas capitais do país até julho de 2022; levar internet 4G para as rodovias do país; migrar o sinal da TV parabólica para liberar a faixa de 3,5GHz para o 5G; construir uma rede privativa de comunicação para a administração federal; instalar rede de fibra óptica, via fluvial na região amazônica; e levar internet móvel de qualidade às escolas públicas de educação básica. O plano de conectividade será desenvolvido pelo Ministério da Educação e executado e custeado pelas operadoras vencedoras da faixa de 26GHz. A construção da rede privativa e instalação de rede de fibra óptica ficará a cargo das empresas vencedoras dos lotes nacionais da faixa de 3,5GHz. As vencedoras terão de formar uma Empresa Administradora da Faixa (EAF), uma entidade que vai executar essas duas obrigações, além da migração do sinal da TV parabólica. A EAF terá que ser criada em até 70 dias após assinatura dos contratos. REDE PRIVATIVA A construção da rede privativa de comunicação em Brasília foi a solução encontrada pelo Ministério das Comunicações para atender a pedido do presidente Jair Bolsonaro, que é contra o uso de equipamentos da empresa chinesa de tecnologia Huawei nas redes do governo por temer uma suposta "espionagem". O ministro das Comunicações, Fábio Faria, já afirmou que a Huawei não se enquadra nos critérios de transparência e governança exigidos pelo Brasil para a construção da rede privativa. Esses critérios constam em portaria editada pelo ministério em janeiro. Faria disse ainda que o governo não excluiu a empresa do leilão, mas que ela não demostrou interesse em fornecer os equipamentos para a rede governamental. Ainda não se sabe como será essa restrição à Huawei. A empresa chinesa afirma que o texto não prevê a sua exclusão do fornecimento de equipamentos para a rede privativa. A versão final do edital ainda não foi publicada pela agência. Questionado nesta sexta pelo g1 se Huawei poderá fornecer os equipamentos à rede privativa, o secretário de Telecomunicações do Ministério das Comunicações, Artur Coimbra, afirmou que "não existe nada orientado contra ou a favor da empresa A ou B". Ele apontou que a intenção do governo é ter uma rede privativa segura e que a portaria editada em janeiro traz alguns requisitos funcionais mínimos para essa rede. Entre eles, um parágrafo que diz que deverão ser utilizados "equipamentos projetados, desenvolvidos, fabricados ou fornecidos por empresas que observem padrões de governança corporativa compatíveis com os exigidos no mercado acionário brasileiro". Para as faixas de frequência comerciais, não haverá o impedimento. Se a Huawei fosse impedida de participar também das faixas comerciais, o leilão seria inviabilizado, já que ela é a principal fornecedora mundial de equipamentos de telecomunicações. Os Estados Unidos são contrários ao uso de tecnologia da Huawei pelo Brasil em instalações de segurança, embora empresas brasileiras de telecomunicações já tenham construído redes utilizando amplamente componentes chineses. A Huawei foi colocada em uma lista negra de exportações norte-americanas em 2019 e foi proibida de acessar tecnologias importantes de origem norte-americana, o que afetou sua capacidade de desenvolver seus próprios chips e de obter fontes de componentes de vendedores internacionais. 4G DAS RODOVIAS No caso das rodovias, por exemplo, as operadoras terão de ofertar sinal de internet 4G em rodovias federais que atualmente não contam com a tecnologia. As rodovias selecionadas para receber o sinal foram as consideradas estratégicas para o transporte de passageiros e para o escoamento da produção agropecuária, como a BR-163, BR-364, BR-242, BR-135, BR-101 e BR-116. Os trechos exatos serão detalhados no edital, que ainda não foi publicado pela agência. INTERNET MÓVEL NAS ESCOLAS A inclusão da obrigação de levar internet móvel de qualidade às escolas públicas de educação básica do país foi um pedido da frente parlamentar da Educação do Congresso. A obrigação não estava prevista inicialmente no edital, porque o Ministério das Comunicações argumenta que, ao levar internet 5G para as cidades, as escolas já seriam beneficiadas. O TCU, contudo, entendeu que essa obrigação poderia estar no edital, de modo que possa ser fiscalizada pela Anatel. A recomendação foi feita e acatada pela agência. VÍDEOS: notícias de economia

Equipamento é voltado pra a aplicação de agrotóxicos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes. Mapa regulamenta o uso de drones em atividades agropecuárias Divulgação / Mapa O uso de drones em atividades agropecuárias foi regulamentado nesta sexta-feira (24) pelo Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa) por meio da Portaria n° 298 publicada no Diário Oficial da União. A operação de aeronaves remotamente pilotadas (ARP), ou seja drones, será para a aplicação de agrotóxicos, adjuvantes, fertilizantes, inoculantes, corretivos e sementes. Segundo nota do ministério, o objetivo da regulamentação é simplificar os procedimentos e adequar as exigências legais às especificidades da tecnologia. Os operadores dos drones deverão ter registro no Sistema Integrado de Produtos e Estabelecimentos Agropecuários (Sipeagro) e um curso destinado a aplicação aeroagrícola remota. Em alguns casos, a atividade deve ser coordenada por um responsável técnico, engenheiro agrônomo ou engenheiro florestal. Já o aparelho deve estar regularizado junto a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac). De acordo com a nota, a segurança operacional deve envolver todo o processo de aplicação, desde o preparo da substância, o monitoramento das condições ambientais e o registro e arquivamento dos dados, de forma que possam ser auditados, sempre que necessário. “Esperamos que a normativa traga a segurança jurídica necessária para os operadores, ao mesmo tempo que garanta a harmonização e a segurança das operações e uso responsável da tecnologia. A norma também servirá como um ‘norte’ para a coordenação e a fiscalização das atividades, tanto por parte do Mapa, como por parte dos órgãos estaduais, responsáveis pela fiscalização do uso de agrotóxicos”, disse a chefe da Divisão de Aviação Agrícola, Uéllen Lisoski. Vídeos: tudo sobre agronegócios
Bitcoin perde mais de 5% na tarde desta sexta-feira. As criptomoedas são negociadas em forte baixa nesta sexta-feira (244), após o governo chinês anunciar a proibição da negociação desses ativos no país. Um comunicado publicado nesta sexta-feira no site do banco central chinês, o Banco Popular da China, declara que todas “as atividades comerciais vinculadas a moedas virtuais são atividades financeiras ilegais”. Por volta das 14h (de Brasília), o bitcoin era negociado em baixa de 5,14%, a US$ 41.998,50, segundo informações do site especializado CoinDesk. O ethereum perdia 7,50%, a US$ 2.890,20, o litecoin recuava 8,18%, a US$ 148,36, e o bitcoin cash cedia 7,56%, a US$ 504,92. LEIA TAMBÉM: Bitcoin: o que explica sobe e desce da criptomoeda Como funcionam o bitcoin e outras criptomoedas? G1 Explica Bitcoins: a confusão em El Salvador com a adoção da criptomoeda como moeda oficial Banco Central da China declara ilegais todas as transações com criptomoedas A China anunciou a medida cumprindo a promessa feita recentemente de eliminar atividades ilegais nas operações com bitcoin e outras moedas virtuais e de decretar uma proibição nacional à mineração dessas divisas. No comunicado desta sexta-feira, o Banco Popular da China também afirma que a proibição “coloca em grave perigo os ativos das pessoas”.

Em resposta à crise econômica gerada pela pandemia, o valor total repassado pelo fundo aos países foi recorde, de US$ 650 bilhões. Notas de dólar REUTERS/Dado Ruvic O Banco Central informou nesta sexta-feira (24) que as reservas internacionais brasileiras subiram a US$ 370,4 bilhões em agosto, alta de US$ 14,7 bilhões sobre julho, principalmente por alocação promovida pelo Fundo Monetário Internacional (FMI). Essa alocação de US$ 15 bilhões para o Brasil foi efetivada em 23 de agosto. Ela fez parte da distribuição dos chamados Direitos Especiais de Saque (DES) para os países membros da entidade. Em resposta à crise econômica gerada pela pandemia, o valor total foi recorde, de US$ 650 bilhões. Cada país recebeu o correspondente a sua cota no FMI, sendo que a do Brasil é de 2,32%. Banco Central da China declara ilegais todas as transações com criptomoedas Ao comentar o dado, o chefe do departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, disse que os formuladores de política no país "identificaram que não tem nenhuma perspectiva de utilização" dos recursos repassados pelo FMI. "Nós recebemos na reserva, registramos na dívida externa. Não tem, portanto, pagamento de juros em termos líquidos", disse Rocha. Ele explicou que esse pagamento de juros só aconteceria se o país utilizasse os recursos, uma vez que deixaria de receber juros sobre o ativo (nas reservas) e passaria a pagar juros sobre o passivo (na dívida). Em 2009, o país recebeu 3,5 bilhões de dólares em DES, equivalente a sua cota de então no FMI --de 1,42%-- sobre o montante total de 250 bilhões de dólares que fora distribuído em meio à crise financeira global.
No mês passado, vencimentos somaram R$ 2,02 bilhões. Com isso, houve emissão líquida de R$ 1,29 bilhão em agosto. As vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto, programa para pessoas físicas via internet, somaram US$ 3,31 bilhões em agosto deste ano, informou o Ministério da Economia nesta sexta-feira (24). Essa é a terceira maior venda mensal de títulos por meio do programa, perdendo apenas maio de 2019 (R$ 5,86 bilhões) e para março deste ano - quando somou R$ 3,39 bilhões. De acordo com o Tesouro Nacional, os resgates de títulos públicos R$ 2,02 bilhões no mês passado. A diferença entre o que foi emitido e resgatado, resultando em uma emissão líquida, foi, portanto, de R$ 1,29 bilhão em agosto. Juro mais alto O aumento nas vendas de títulos públicos por meio do Tesouro Direto acontece em um momento de alta da taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 6,25% ao ano. Com essa alta, cresce também o rendimento dos papeis vendidos pelo governo federal. Segundo o Tesouro Nacional, a demanda por títulos públicos do Tesouro Direto apresenta uma tendência de crescimento nos últimos anos, mesmo que haja uma variação ao longo dos meses, e o resultado do mês de agosto de 2021 reflete isso. "O nível das taxas de juros do mercado representa mais um elemento que favorece o interesse dos investidores por esta oportunidade de investimento segura, transparente e com boa rentabilidade", acrescentou a instituição. Investidores cadastrados De acordo com o Tesouro Nacional, 516.099 novos investidores se cadastraram no programa em agosto. Com isso, o número total de investidores cadastrados até o fim do mês passado atingiu 12.465.896, um aumento de 53,9% nos últimos doze meses. "Em agosto de 2021, o total de investidores ativos no Tesouro Direto, isto é, aqueles que atualmente estão com saldo em aplicações no programa, atingiu a marca de 1.635.257 pessoas, um aumento de 37.855 investidores no mês", informou a instituição. Volume total Em agosto, o saldo total (estoque) de títulos em mercado alcançou o valor de R$ R$ 69,83 bilhões, uma alta de 2,86% em relação ao mês anterior (R$ 67,89 bilhões). "Os títulos remunerados por índices de preços [inflação] se mantêm como os mais representativos do estoque somando R$ 38,44 bilhões, ou 55,06% do total. Na sequência, vêm os títulos indexados à taxa Selic, totalizando R$ 17,80 bilhões (25,49%), e os títulos prefixados, que somaram R$ 13,58 bilhões, com 19,45% do total", informou o Tesouro Nacional.

Estimativa é que 94,2 mil trabalhadores temporários sejam contratados; maiores volumes de contratações deverão acontecer nos ramos de vestuário e de hiper e supermercados. 560 mil vagas de empregos temporários no último trimestre estão abertas em todo o Brasil O avanço da vacinação e o consequente aumento da circulação de consumidores deverão fazer com que o Natal de 2021 registre a maior oferta de vagas temporárias para o período nos últimos oito anos. De acordo com projeção da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), a estimativa é que 94,2 mil trabalhadores temporários sejam contratados para atender ao aumento sazonal das vendas neste fim de ano. A entidade prevê ainda aumento de 3,8% nas vendas natalinas, em comparação com o ano passado. Em 2020, a principal data comemorativa do comércio coincidiu com a segunda onda da pandemia, o que fez com que a contratação de temporários para o Natal fosse a menor em cinco anos (68,3 mil). Veja a evolução das contratações na tabela abaixo: Contratação de temporários Economia G1 565 mil vagas temporárias devem ser abertas no último trimestre, prevê associação do setor Varejo e serviços devem abrir 105 mil vagas de emprego para o fim de ano, diz pesquisa da CNDL e SPC Brasil O que muda no currículo para conquistar vagas temporárias neste ano? Veja dicas VÍDEOS: dicas para se destacar no mercado de trabalho Regionalmente, São Paulo (25,55 mil), Minas Gerais (10,67 mil), Rio de Janeiro (7,63 mil) e Paraná (7,19 mil) concentrarão mais da metade (54%) da oferta de vagas. Os maiores volumes de contratações deverão acontecer nos ramos de vestuário (57,91 mil vagas) e de hiper e supermercados (18,99 mil). Fabio Bentes, economista da CNC responsável pelo estudo, lembra que as lojas de vestuário, acessórios e calçados são, historicamente, as que respondem pela maior parte dos empregos temporários neste período do ano. “Enquanto o faturamento do varejo cresce em média 34% na passagem de novembro para dezembro, no segmento de vestuário o faturamento costuma subir 90%”, diz Bentes. Salário médio cresce Segundo os cálculos da CNC, o salário médio de admissão para as vagas temporárias no Natal deverá ser de R$ 1.608, valor 5,1% maior em relação a igual período do ano passado. Assim como em 2020, os maiores salários deverão ser pagos pelas lojas especializadas na venda de produtos de informática e comunicação (R$ 1.866) e pelo ramo de artigos farmacêuticos, perfumarias e cosméticos (R$ 1.647) – contudo, esses segmentos deverão responder por apenas 0,8% das vagas totais. Em relação às profissões, a CNC estima que 8 em cada 10 vagas criadas devem ser preenchidas por vendedores (60,7 mil) e operadores de caixa (15,2 mil). Farmacêutico (R$ 3.373) e gerente administrativo (R$ 3.054) devem receber os maiores salários médios. A taxa de efetivação dos temporários após o Natal deverá ser maior do que nos últimos cinco anos, com a expectativa de absorção definitiva de 12,2% desses trabalhadores. Veja no gráfico abaixo: Taxa de efetivação das vagas temporárias Economia g1 “As incertezas quanto à rapidez no combate aos fatores que têm dificultado uma evolução ainda mais favorável das condições de consumo e os desdobramentos decorrentes da crise hídrica tendem a impedir uma taxa de efetivação próxima àquelas observadas antes de 2016”, explica Bentes.

Cenário de atenção foi declarado devido ao risco de aumento do déficit hídrico em rios e demais cursos d'água. Agência de Recursos Hídricos declarou estado de atenção sobre situação hídrica no ES A Agência Estadual de Recursos Hídricos (Agerh) declarou estado de atenção sobre a situação hídrica no Espírito Santo. A resolução com a declaração e recomendações de uso racional da água foi publicada no Diário Oficial do Estado nesta sexta-feira (24). O cenário de atenção foi declarado devido ao risco de aumento do déficit hídrico em rios e demais cursos d'água de domínio do Espírito Santo. Íntegra da resolução De acordo com o diretor-presidente da Agerh, Fábio Ahnert, a queda nas vazões dos mananciais e a possibilidade de não ocorrência de chuvas em volumes suficientes demandam maior atenção do poder público, das companhias de abastecimento e dos usuários de água. “Diferentemente das regiões banhadas pela bacia hidrográfica do Rio Paraná, que sofrem com a falta d’água desde o primeiro semestre, o Espírito Santo ainda está conseguindo ofertar água em quantidade e qualidade para todos, mesmo em um dos meses mais críticos do período seco. No entanto, chegamos a um momento, no qual os volumes dos rios seguem em queda, o que requer atenção e esforços de economia para evitarmos a escassez hídrica”, explicou Ahnert. Crise hídrica: apesar de reservatórios baixos, ONS descarta racionamento Recomendações A resolução que declara o estado de atenção para a situação hídrica recomenda uma série de medidas voltadas ao uso racional da água em vários segmentos. Companhias públicas e privadas de saneamento e serviços autônomos municipais de água e esgoto Às empresas e organizações responsáveis pelo abastecimento urbano de água, a Agerh recomenda medidas de incentivo à economia do consumo diário de água pela população, intervenções para redução do índice de perdas do sistema de distribuição, e a agilidade no atendimento às solicitações de reparos de vazamentos em suas redes. Prefeituras Às prefeituras dos 78 municípios do Espírito Santo são recomendadas ações que reduzam e responsabilizem atividades promotoras do desperdício de água, como lavagem de calçadas, fachadas, muros e veículos com o uso de mangueiras; a rega de gramados, jardins, vias públicas com água que não seja de reuso. Indústrias Medidas de reuso, reaproveitamento e reciclagem de água em suas unidades são as recomendações da Agerh para a redução do consumo em empreendimentos industriais. Agricultura Aos usuários e empreendedores agrícolas, o estado de atenção demanda a adoção do período noturno para a irrigação de lavouras, a ampliação do uso racional e de captação de águas de chuva. Órgãos licenciadores A Agerh recomenda aos órgãos responsáveis pelo licenciamento de atividades poluidoras, potencialmente poluidoras, degradadoras ou potencialmente degradadoras, que imponham aos empreendimentos a adoção de medidas para a ampliação do uso racional, do reuso e aproveitamento de águas residuais tratadas, da captação de águas de chuva e de ações de reflorestamento e conservação de água e solo. Recomenda ainda a desburocratização do licenciamento de atividades e intervenções emergenciais destinadas ao aumento da oferta hídrica. “Em paralelo, a Agerh vai reforçar ainda mais o monitoramento dos rios e da chuva, em parceria com os órgãos estaduais e federais, e ampliar as ações de fiscalização nos locais mais sensíveis à estiagem”, complementou o diretor-presidente da Agência. Fábio enfatizou ainda a importância do comprometimento de todos. “É muito importante que todos os capixabas se unam em prol de um uso mais consciente da água, para que continuemos atravessando esse período seco com tranquilidade e sem prejuízo, até o retorno das chuvas”, recomendou. Agência Estadual de Recursos Hídricos declara estado de atenção sobre situação hídrica no ES Rodrigo Mello/Agerh VÍDEOS: tudo sobre o Espírito Santo Veja o plantão de últimas notícias do G1 Espírito Santo

Yuan Renguo, ex-presidente do grupo chinês Kweichow Moutai, teria aceitado dinheiro e bens que totalizam 112,9 milhões de yuanes (US$ 17,8 milhões) entre 1994 e 2018. Yuan Renguo, então presidente da Kweichow Moutai Co. Ltd., fala em evento em 2017 Huang zheng/Imaginechina/Imaginechina via AFP/Arquivo O ex-presidente do grupo chinês Kweichow Moutai, a empresa de destilados de maior valor do mundo, foi condenado à prisão perpétua por aceitar subornos de quase US$ 18 milhões, informou o tribunal. Yuan Renguo, 64 anos, aceitou dinheiro e bens que totalizam 112,9 milhões de yuanes (US$ 17,8 milhões) entre 1994 e 2018, anunciou o tribunal da cidade de Guiyang (sul da China), onde fica a sede da empresa. Expulso do Partido Comunista da China (PCC) em 2019, ano de sua detenção, Renguo perdeu os direitos políticos e teve seus bens confiscados. "O acusado Yuan Renguo foi condenado à prisão perpétua por aceitar subornos", afirmou o tribunal em um comunicado. O empresário foi julgado no fim de 2019 em um processo no qual se declarou culpado e arrependido, de acordo com a imprensa oficial. Yuan Renguo é o caso mais recente de uma grande figura do mundo empresarial a cair na campanha de combate à corrupção iniciada pelo presidente chinês Xi Jinping desde que chegou à liderança do PCC, em 2012. O grupo Kweichow Moutai é conhecido por produzir o Moutai, um tipo de licor branco conhecido como baijiu obtido a partir da destilação do sorgo e que está entre os mais caros da China. O baijiu é a bebida alcoólica mais consumida do mundo devido à grande população da China, de 1,4 bilhão de habitantes, seu principal mercado. A campanha anticorrupção de Xi Jinping reduziu fortemente as vendas de Moutai porque a bebida cara era oferecida com frequência a políticos em troca de favores.

Em junho, a processadora de carne bovina elevou sua participação na empresa de alimentos BRF para aproximadamente 31,66%. O Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) emitiu parecer aprovando, sem restrições, a aquisição de ações da BRF pela Marfrig Global Foods, conforme comunicado divulgado na quinta-feira (23) pela Marfrig. Marfrig em Ji-Paraná (RO)' Reprodução/TRT-RO Em junho, a processadora de carne bovina elevou sua participação na empresa de alimentos BRF para aproximadamente 31,66%, por meio de leilão na B3. Um mês antes, a companhia já havia feito um movimento para compra de 24,23% no capital da BRF. Quando a última negociação foi anunciada, a Marfrig ressaltou que não pretendia eleger membros para o conselho de administração ou exercer influência sobre as atividades da BRF e que não celebrou quaisquer contratos ou acordos que regulem o exercício de direito de voto.
Déficit em transações correntes somou US$ 6,5 bilhões nos oito primeiros meses do ano, e investimento estrangeiro direto subiu para US$ 36,2 bilhões - mas ainda não retomou patamar pré-pandemia. O rombo das contas externas do Brasil recuou de janeiro a agosto deste ano e foi o menor registrado, para este período, nos últimos 14 anos, ao mesmo tempo em que os investimentos estrangeiros diretos na economia do país avançaram 15% — mas ainda não retornaram ao patamar pré-pandemia. Os números foram divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Banco Central (BC). Segundo a instituição, o déficit registrado nas contas externas nos oito primeiros meses deste ano foi de R$ 6,539 bilhões, com queda de 49,5% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 12,957 bilhões). Este também é o menor valor para este período desde 2007, quando foi registrado um superávit em transações correntes de US$ 2,407 bilhões de janeiro a agosto. O resultado em transações correntes, um dos principais sobre o setor externo do país, é formado pela balança comercial (comércio de produtos entre o Brasil e outros países), pelos serviços (adquiridos por brasileiros no exterior) e pelas rendas (remessas de juros, lucros e dividendos do Brasil para o exterior). De acordo com o BC, a melhora no rombo das contas externas na parcial de 2021 está relacionada com o bom desempenho da balança comercial, com o déficit menor da conta de serviços, relacionado com a queda nos gastos com viagens de brasileiros ao exterior, e também com a redução nas remessas de lucros e dividendos por empresas para fora do país. Em um cenário de recessão por conta do coronavírus, o déficit das contas externas recuou 75% em 2020 e foi para US$ 12,517 bilhões. Para todo ano de 2021, a expectativa do Banco Central é de uma nova melhora nas contas externas, por conta do bom saldo da balança comercial (fruto do dólar alto, que torna as exportações mais rentáveis e as compras do exterior mais caras). A estimativa da instituição é de um saldo positivo de US$ 3 bilhões nas contas externas neste ano. Investimento estrangeiro O Banco Central também informou que os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 36,245 bilhões nos oito primeiros meses deste ano, com alta de 15% na comparação com o mesmo período do ano passado (US$ 31,550 bilhões). Entretanto, ainda de acordo com números oficiais, o ingresso de investimentos estrangeiros, de janeiro a agosto deste ano, ainda não ficou acima do registrado em igual período de 2019, antes da eclosão da pandemia do coronavírus — quando houve a entrada de US$ 43,881 bilhões no Brasil. Segundo informações do Banco Central, o ingresso de investimentos estrangeiros diretos no país, nos oito primeiros meses deste ano, também foi suficiente para cobrir o rombo de R$ 6,539 bilhões nas contas externas no período. Segundo o chefe do Departamento de Estatísticas do BC, Fernando Rocha, os investimentos estrangeiros somaram US$ 49,4 bilhões em doze meses até agosto deste ano, contra US$ 70,4 bilhões no ano terminado em março de 2020, antes da pandemia. Com isso, houve uma queda de 30% nos investimentos diretos nesta comparação. Quando o déficit não é "coberto" pelos investimentos estrangeiros, o país tem de se apoiar em outros fluxos, como ingresso de recursos para aplicações financeiras, ou empréstimos buscados no exterior, para fechar as contas. Em todo ano passado, os investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira somaram US$ 44,661 bilhões em 2020 (dado revisado), com queda de 35,4% frente a 2019. Para 2021, o Banco Central estima um ingresso de US$ 60 bilhões em investimentos estrangeiros diretos na economia brasileira. Para o mercado financeiro, o ingresso será de US$ 50 bilhões neste ano. Gastos de brasileiros no exterior Segundo o Banco Central, os gastos de brasileiros no exterior somaram US$ 447 milhões em agosto. Esse é o terceiro mês seguido, após o início da pandemia da Covid-19, que essas despesas ficam acima da marca de US$ 400 milhões. O patamar de gastos em agosto deste ano é 65% superior ao registrado no mesmo mês do ano passado, quando somou US$ 270 milhões. Porém, ainda ficou abaixo do patamar de agosto de 2019, antes da pandemia, quando somou US$ 1,3 bilhão. O aumento de gastos de brasileiros no exterior acontece em meio à reabertura dos países para o turismo, com a redução do distanciamento — consequência da ampliação do processo de vacinação — e a um crescimento maior da economia brasileira. O crescimento, ainda modesto, também é registrado em um momento que o dólar segue em patamar eleado. Na quinta-feira (23), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,09%, a R$ 5,3086. Com a disparada do dólar, as viagens de brasileiros ao exterior ficam mais caras. Isso porque as passagens e as despesas com hotéis, por exemplo, são cotadas em moeda estrangeira. "Com uma parcela crescente da população brasileira já está imunizada com duas doses e vários países reabrindo suas fronteiras para pessoas vacinadas, junto com a recuperação econômica, é natural um aumento das despesas líquidas com viagens. É claro que um dólar em um valor mais depreciado trabalha em sentido contrário. Os gastos ainda estão aquém do que as viagens apresentavam na pré-pandemia", disse Rocha, do BC. Apesar do aumento em agosto, na parcial dos oito primeiros meses deste ano ainda foi registrada queda nos gastos de brasileiros no exterior. Nesse período, as despesas lá fora somaram US$ 2,843 bilhões, contra US$ 4,111 bilhões no mesmo período do ano passado.

Nesta sexta-feira, o principal índice da bolsa caiu 0,69%, aos 113.282 pontos. A semana na bolsa termina com alta de 1,65%. Painel da B3 - Bovespa Nelson Almeida/ AFP O principal índice de ações da bolsa de valores de São Paulo, a B3, fechou em queda nesta sexta-feira (24), diante de dados que mostram que a inflação continua pressionando os preços, e da decisão da China de declarar ilegais todas as transações financeiras com criptomoedas. O Ibovespa encerrou o dia em baixa de 0,69%, aos 113.282 pontos. Veja mais cotações. Já o dólar fechou em alta. Na quinta-feira, o principal índice da bolsa subiu 1,59%, aos 114.064 pontos. Com o resultado de hoje, a semana na bolsa termina com alta de 1,65%. No mês, a perda é de 4,63%. No ano, é de 4,82%. LEIA TAMBÉM: IPCA-15: prévia da inflação acelera para 1,14% em setembro, maior taxa para o mês desde o início do Plano Real Selic a 6,25%: veja como fica a rentabilidade da poupança e de outros investimentos o Real está entre as moedas mais vulneráveis à desaceleração da China Cenário Na cena externa, permaneceram no radar as preocupações com a endividada incorporadora China Evergrande. A empresa não deu sinais de que efetuaria o pagamento de US$ 83,5 milhões referente a juros dos seus títulos corporativos a investidores internacionais, alimentando os temores sobre a capacidade da companhia de lidar com as suas dívidas de US$ 305 bilhões. A Capital Economics avalia que é uma questão de tempo até que a empresa entre em default (situação de inadimplência). Outra preocupação vinda da China foi a decisão do BC local de declarar ilegais todas as transações financeiras com criptomoedas. "As atividades comerciais vinculadas a moedas virtuais são atividades financeiras ilegais", anunciou o BC da China em um comunicado, que também afirma que isto "coloca em grave perigo os ativos das pessoas". Nos EUA, os índices acionários recuaram nesta sexta-feira, depois de o Federal Reserve ter sinalizado que pode reduzir suas compras mensais de títulos "em breve". Por aqui, o IBGE divulgou pela manhã que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou para 1,14% em setembro – a maior taxa para o mês desde o início do Plano Real –, acumulando alta de 10,05% em 12 meses. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta mensal de 1,02%. Já a FGV mostrou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 6,5 pontos em setembro, para 75,3 pontos, menor patamar em 5 meses. Nesta semana o Banco Central elevou a taxa básica de juros para 6,25% para tentar conter a inflação. Neste ano, a meta de inflação foi abandonada. A projeção do Copom para o IPCA de 2021 é de 8,3%, enquanto o teto é de 5,25%. A expectativa dos analistas é de que a taxa Selic 8,25% ao ano no fechamento de 2021. Ibovespa em 24.09.21 Economia g1

Nesta sexta-feira (24), a moeda norte-americana fechou em alta de 0,65%, a R$ 5,3433. Esse foi o maior patamar de fechamento em um mês frente ao real. Notas de dólar e real em casa de câmbio no Rio de Janeiro, nesta sexta-feira *4) REUTERS/Bruno Domingos O dólar fechou em alta de 0,65%, cotado a R$ 5,3433, nesta sexta-feira (24), no maior patamar em um mês frente ao real, após o IBGE mostrar que a inflação acelerou mais do que o esperado em setembro, chegando a 10,05% no acumulado em 12 meses. Na semana, o avanço foi de 1,07%. Os problemas com a incorporadora chinesa Evergrande também se somaram à pressão de alta no dólar, com investidores se questionando se um eventual calote da empresa poderia ter desdobramentos severos na economia mundial. Com o resultado desta sexta, a moeda norte-americana também acumula alta de 3,36% no mês, e de 3,01% no ano. Já o Ibovespa encerrou o dia em baixa de 0,69%, aos 113.282 pontos. LEIA TAMBÉM: IPCA-15: prévia da inflação acelera para 1,14% em setembro, maior taxa para o mês desde o início do Plano Real Selic a 6,25%: veja como fica a rentabilidade da poupança e de outros investimentos s Cenário Na cena externa, permaneciam as preocupações com a endividada incorporadora China Evergrande. A empresa não deu sinais de que efetuaria o pagamento de US$ 83,5 milhões referente a juros dos seus títulos corporativos a investidores internacionais, alimentando os temores sobre a capacidade da companhia de lidar com as suas dívidas de US$ 305 bilhões. Por aqui, o IBGE divulga nesta manhã que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou para 1,14% em setembro, acumulando alta de 10,05% em 12 meses. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta mensal de 1,02%. Já a FGV mostrou que o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) caiu 6,5 pontos em setembro, para 75,3 pontos, menor patamar em 5 meses. Nesta semana o Banco Central elevou a taxa básica de juros para 6,25% para tentar conter a inflação. Neste ano, a meta de inflação foi abandonada. A projeção do Copom para o IPCA de 2021 é de 8,3%, enquanto o teto é de 5,25%. A expectativa dos analistas é de que a taxa Selic 8,25% ao ano no fechamento de 2021. BC sobe juros para 6,25% ao ano para tentar conter inflação Variação do dólar em 2021 g1

Gasolina e energia elétrica foram, novamente, as 'vilãs' da alta de preços no país. Com o resultado, inflação acumulada em 12 meses passa de dois dígitos e atinge quase o dobro do teto da meta do governo. Preço do litro da gasolina em setembro passa dos R$ 7 em postos de combustíveis no Rio Grande do Sul Reprodução/RBS O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15), que é uma prévia da inflação oficial do país, acelerou de 0,89% em agosto para 1,14% em setembro, apontam os dados divulgados nesta sexta-feira (24) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com o IBGE, "trata-se do maior resultado para o mês de setembro desde o início do Plano Real, em 1994, quando ficou em 1,63%", além de ser a maior taxa da série histórica do indicador desde fevereiro de 2016, quando ficou em 1,42%. LEIA TAMBÉM: Renda média do trabalho encolhe e é a menor desde 2017 Efeito pandemia: Baixo consumo derruba preços de serviços mesmo com escalada da inflação IPCA-15, prévia da inflação oficial (variação mensal) Economia/G1 No ano, o índice acumulou alta de 7,02%. Já no acumulado em 12 meses, o indicador superou os dois dígitos, ficando em 10,05%, quase o dobro do teto da meta estabelecida pelo governo para a inflação deste ano, que é de 5,25%. O resultado veio pior do que o esperado pelo mercado. Pesquisa da Reuters com economistas estimava alta de 1,02% para o período. Inflação acumulada em 12 meses passa dos dois dígitos em setembro e é quase o dobro do teto da meta do governo para o ano Economia/G1 Gasolina e energia: as vilãs da inflação De acordo com o IBGE, a gasolina e a energia elétrica foram os itens que exerceram os maiores impactos individuais sobre o IPCA-15 de setembro, de 0,17 ponto percentual cada. O preço médio da gasolina subiu 2,85% entre agosto e setembro e acumulou alta de 33,37% no ano e de 39,05% nos últimos 12 meses. Já o preço médio da energia elétrica teve alta de 3,61% em setembro, abaixo da registrada em agosto, que foi de 5%. No ano, a alta acumulada foi de 20,27%, enquanto nos últimos 12 meses o aumento acumulado foi de 25,26%. O IBGE destacou que em agosto d vigorou a bandeira tarifária vermelha patamar 2, com acréscimo de R$ 9,492 a cada 100 kWh consumidos. A partir de 1º de setembro, passou a valer a bandeira tarifária de Escassez Hídrica, que acrescenta R$ 14,20 para os mesmos 100 kWh. Quase tudo mais caro O aumento de preços na passagem de agosto para setembro foi, mais uma vez, generalizado entre os produtos e serviços pesquisados pelo IBGE para o cálculo do IPCA-15. Dos 367 itens que compuseram a cesta analisada pelo órgão no mês, 253 registraram alta. Com isso, o índice de difusão da inflação ficou em 68,9%. Dos nove grupos pesquisados, oito registraram aumento de preços - somente o de educação teve taxa negativa no mês, embora próxima da estabilidade. Segundo o IBGE, a alta da inflação no mês foi puxada pelo grupo de transportes, cuja variação mensal foi o dobro da registrada na passagem de julho para agosto, resultado influenciado pela alta de 3% nos preços médios dos combustíveis, acima da alta de 2,02% registrada em agosto. Além do grupo de transportes, outros três registraram variação superior à do mês anterior (alimentação e bebidas, artigos de residência e saúde e cuidados pessoais). Os outros cinco grupos registraram desaceleração da taxa na comparação com agosto. Veja o resultado do IPCA-15 para cada um dos grupos: Alimentação e bebidas: 1,27% Habitação: 1,55% Artigos de residência: 1,23% Vestuário: 0,54% Transportes: 2,22% Saúde e cuidados pessoais: 0,33% Despesas pessoais: 0,48% Educação: -0,01% Comunicação: 0,02% Comida cada vez mais cara A inflação do grupo Alimentação e bebidas acelerou de 1,02% em agosto para 1,27% em setembro. Desde março, a taxa para este grupo acelera a cada mês. A principal influência do aumento em setembro, segundo o IBGE, partiu da alimentação no domicílio, que acelerou de 1,29% em agosto para 1,51% em setembro. As carnes tiveram reajuste de 1,10% e foram as principais responsáveis pelo resultado, com impacto de 0,03 p.p. Todavia, os alimentos que registraram os maiores aumentos de preços no mês foram a batata-inglesa (10,41%), o café moído (7,80%), o frango em pedaços (4,70%), as frutas (2,81%) e o leite longa vida (2,01%). No lado oposto, de queda de preços, os destaques ficaram com o arroz (-1,03%), que registrou a oitava deflação mensal consecutiva, a cebola (-7,51%), a sexta taxa negativa seguida. A alimentação fora do domicílio também acelerou na passagem de agosto para setembro, passando de 0,35% para 0,69%. “No entanto, observaram-se movimentos distintos nos dois principais componentes desse subgrupo: enquanto a refeição subiu 1,31%, frente à alta de 0,10% no mês anterior, o lanche registrou recuo de 0,46%, após alta de 0,75% em agosto”, destacou o IBGE. Passagens aéreas voltam a subir Os preços médios das passagens aéreas subiram 28,76% em setembro, após terem registrado queda de 10,90% em agosto. No acumulado do ano, as passagens aéreas continuaram registrando deflação. Mas a alta mensal fez com que essa queda acumulada fosse reduzida em mais da metade - passou de -34,52% em agosto para -15,70% em setembro. Já o indicador acumulado em 12 meses quase dobrou, passando de 29,03% para 56,68%. Alta em todas as regiões pesquisadas A alta do IPCA-15 foi registrada em todas as 11 áreas regionais do país em que o IBGE realiza a pesquisa de preços para calcular o indicador. Fortaleza registrou a menor taxa, influenciada pela queda nos preços do tomate, das carnes e dos produtos farmacêuticos. Já a maior variação foi registrada em Curitiba, onde pesaram as altas da gasolina e da energia elétrica. Alta de preços foi registrada em todas as áreas pesquisadas pelo IBGE para cálculo da prévia da inflação Economia/G1 Para o cálculo do IPCA-15, os preços foram coletados entre 14 de agosto e 14 de setembro de 2021 e comparados com aqueles vigentes entre 14 de julho a 13 de agosto. O indicador refere-se às famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos Inflação persistente e acima da meta A meta central do governo para a inflação em 2021 é de 3,75%, e o intervalo de tolerância varia de 2,25% a 5,25%. Para alcançá-la, o Banco Central eleva ou reduz a taxa básica de juros da economia (Selic). Na última quarta-feira (22), a entidade monetária decidiu aumentar a Selic de 5,25% para 6,25%. Foi a quinta alta consecutiva da taxa, que atingiu o maior patamar desde julho de 2019. Na pesquisa Focus divulgada pelo Banco Central dois dias antes do aumento da Selic, os analistas do mercado financeiro aumentaram de 8% para 8,35% a expectativa para a inflação de 2021. Para 2022, o mercado financeiro subiu de 4,03% para 4,10% a estimativa de inflação - foi a nona alta seguida no indicador. No ano que vem, a meta central de inflação é de 3,50% e será oficialmente cumprida se o índice oscilar de 2% a 5%.

Ao contrário de Marcelo Queiroga (Saúde), Tereza Cristina não fez parte da comitiva brasileira em Nova York. Ministra afirmou que está bem e que cancelou compromissos oficiais. Tereza Cristina, ministra da Agricultura, diz que está com Covid A ministra Tereza Cristina, da Agricultura, informou nesta sexta-feira (24) que está com Covid. Ao contrário de Marcelo Queiroga (Saúde), que também pegou a doença nos últimos dias, Cristina não fazia parte da comitiva do presidente Jair Bolsonaro na viagem para Nova York. Cristina tem 67 anos de idade. Ela disse que está se sentindo bem. ENTENDA: por que é possível pegar Covid mesmo vacinado “Bom dia! Informo a todos que testei positivo para Covid-19. Estou bem. Cancelei meus compromissos presenciais e permanecerei em isolamento durante o período de orientação médica”, publicou a ministra em uma rede social. A ministra Tereza Cristina durante uma live em setembro de 2020 Reprodução Outros membros do governo também estão isolados em razão dos protocolos de segurança da Covid. Queiroga nem chegou a voltar para o Brasil e cumpre quarentena em Nova York. Autoridades que tiveram contato com ele na viagem, por recomendação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), não saíram de casa depois da chegada ao Brasil. O próprio presidente Jair Bolsonaro cumpre isolamento na residência oficial do Palácio da Alvorada. Além de Cristina e Queiroga, pelo menos outros 13 ministros que fazem ou fizeram parte do governo Bolsonaro já tiveram Covid. O presidente e a primeira-dama, Michelle Bolsonaro, também já pegaram a doença. VÍDEOS: notícias de política
Trabalhadores foram aprovados após análise de pedidos de contestação; beneficiários que tiveram o auxílio cancelado na revisão mensal de setembro ou que ficaram inelegíveis no novo lote divulgado terão até as 23h59 de segunda-feira (27) para contestar decisão. O governo vai pagar o Auxílio Emergencial para 1.125 trabalhadores que foram aprovados após análise de pedidos de contestação. O valor total do repasse para esse público é de R$ 204 mil. Os resultados estão disponíveis no site: https://consultaauxilio.cidadania.gov.br. Veja o calendário completo de pagamentos do Auxílio Emergencial Tira dúvidas sobre o Auxílio Emergencial SAIBA TUDO SOBRE O AUXÍLIO EMERGENCIAL Os trabalhadores que tiveram o auxílio cancelado na revisão mensal de setembro ou que ficaram inelegíveis no novo lote divulgado terão até as 23h59 de segunda-feira (27) para contestar a decisão. O objetivo é permitir que essas pessoas tenham uma nova análise com bases mais atualizadas de seus dados. Como fazer a contestação Mensalmente, os CPFs dos beneficiários passam por análises para conferir se atendem aos critérios previstos na lei para continuar recebendo o Auxílio Emergencial. Quem teve o pagamento suspenso deve solicitar a contestação pelo site do Ministério da Cidadania. Para contestar a não aprovação do benefício, o cidadão deve informar os dados de identificação e clicar na aba correspondente ao Auxílio Emergencial 2021. Depois é preciso verificar o resultado do processamento e clicar no botão “Solicitar contestação”. Para contestar o cancelamento, após ingressar com os dados de identificação e clicar na aba correspondente ao Auxílio Emergencial 2021, a pessoa deve verificar a situação das parcelas, depois clicar no ícone de "informação" para exibir o detalhamento do motivo do cancelamento. Após esse processo, o requerente deve clicar no botão: “Contestar”. A partir daí, precisa aguardar até que seja realizada uma nova análise da situação do benefício. Se a razão que motivou o indeferimento ou cancelamento permitir contestação, o registro do cidadão será reanalisado pela Dataprev e o trabalhador poderá se tornar elegível ou voltar a receber, caso seja aprovado o pedido. Sexta parcela Além dos beneficiários do Bolsa Família, que recebem conforme o calendário habitual do programa – em setembro o pagamento teve início no dia 17 –, a sexta parcela do Auxílio Emergencial já está sendo paga aos demais trabalhadores que se inscreveram pelos meios digitais ou que integram o Cadastro Único. As transferências da sexta parcela para este público vão de 21 de setembro a 3 de outubro, enquanto os saques serão realizados de 4 a 19 de outubro. Já o pagamento da sétima parcela vai de 20 a 31 de outubro, com saques no período de 1 a 19 de novembro. O Auxílio Emergencial 2021 é limitado a uma pessoa por família. Mulher chefe de família monoparental tem direito a R$ 375, e indivíduo que mora sozinho (família unipessoal) recebe R$ 150. A cota para os demais é de R$ 250.
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